Até quando, Senhor? Esquecer-te-ás de mim para sempre? Até quando ocultarás de mim o teu rosto

1 de Junho

“Até quando, Senhor? Esquecer-te-ás de mim para sempre? Até quando ocultarás de mim o teu rosto?” Salmo 13.1

Aqui é o Espírito Santo que, pela boca de Davi, exprime o desejo e a saudade ansiosa da verdadeira Igreja de Jesus que se encontra sobre a terra esperando pelo Senhor. Por isso, a ansiosa pergunta e este clamor da alma que espera pelo Senhor: “Até quando, Senhor? Esquecer-te-ás de mim para sempre?” Já há muito esperamos o arrebatamento, e muitos se fazem a pergunta: será que o Senhor se esqueceu de nós? Será que Ele não se importa conosco? Na antigüidade, quando Israel se encontrava em aflição e também fez essa pergunta, o Senhor respondeu: “Acaso pode uma mulher esquecer-se do filho que ainda mama, de sorte que não se compadeça do filho do seu ventre? Mas ainda que esta viesse a se esquecer dele, eu, todavia, não me esquecerei de ti.”

E então a segunda pergunta: “Até quando ocultarás de mim o teu rosto?” Quando, afinal, verei a tua face, conforme prometeste: “…seremos semelhantes a ele, porque havemos de vê-lo como ele é”? Quando acontecerá isso? Resposta: por ocasião do arrebatamento, e este está à porta! Por isso: “Não abandoneis, portanto, a vossa confiança; ela tem grande galardão.” Eu lhe asseguro: Deus deseja muito nos buscar!

Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)

Anúncios

Os teus olhos verão o rei na sua formosura

31 de Maio

“Os teus olhos verão o rei na sua formosura.” Isaías 33.17

Quando perguntamos: “Senhor, quanto tempo ainda vai demorar a Tua volta?” será que o nosso coração não nos responde: “Até que você esteja realmente preparado para recebê-lO”? Lembremos de Apocalipse 19.7: “…cuja esposa a si mesma já se ataviou.” O Espírito Santo faz os últimos preparativos para preparar a esposa do Cordeiro, para que ela de fato esteja pronta para se encontrar com seu noivo celestial. A pergunta é: será que estamos permitindo que o Espírito Santo esteja nos preparando realmente, por meio da Palavra de Deus, para podermos vê-lO como Ele é? O Senhor não é como você O imagina ou como você O experimentou em sua vida. Sua glória, Sua misericórdia, Sua beleza são infinitamente maiores e mais magníficas! Quando O virmos, nos prostraremos diante dEle, e, como a rainha de Sabá, diremos admirados: “Eis que não me contaram a metade…” E aqui inevitavelmente chega aos nossos ouvidos a Sua ordem: “Segui a paz com todos, e a santificação, sem a qual ninguém verá o Senhor.” Pare por um momento, e pergunte a si mesmo: do jeito como sou agora, neste instante, será que tenho condições de ver a Jesus como Ele é?

Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)

A águia desperta o seu ninho, se move sobre os seus filhos, estende as suas asas, toma-os e os leva sobre as suas asas.O Deus eterno te seja por habitação, e por baixo de ti estejam os braços eternos

Domingo 1 Junho

A águia desperta o seu ninho, se move sobre os seus filhos, estende as suas asas, toma-os e os leva sobre as suas asas.

O Deus eterno te seja por habitação, e por baixo de ti estejam os braços eternos

(Deuteronômio 32:11; 33:27).

O PRIMEIRO VÔO

No sopé de uma montanha, há mais de 1800 metros de altura, na solidão dos Alpes austríacos, abriga-se um casal de águias. São o orgulho e a distração de uma aldeia. Dali observei com binóculos os movimentos dessas grandes aves de rapina.

Em certa manhã parecia reinar uma grande agitação no ninho. Vi claramente duas pequenas cabeças. De repente o casal lançou as duas aguiazinhas no vazio. A princípio, desciam como pedras, movendo as asas desordenada e ineficazmente. Logo começaram a bater as asas com regularidade. A queda parou a 20 metros do chão; a partir de então voltaram a subir lentamente. Nesse mesmo momento, os pais surgiram como relâmpagos e interromperam essa primeira lição, colocando-se cada um embaixo de um filhote para trazê-los de volta ao ninho sobre suas asas.

Então pensei como Deus às vezes ensina Seus filhos a utilizar “as asas da fé”. Ele os precipita em circunstâncias difíceis. Ao não terem apoio visível, aprenderão a confiar nas promessas divinas. Logo descobrirão que Deus está presente, debaixo deles, estendendo Sua proteção como as asas da águia (Isaías 40:31).

Sim, contar unicamente com o Deus invisível é uma experiência indizível. Ao nos arrancar de nosso ninho confortável, Sua meta não é fortalecer nossa confiança em Sua fidelidade e amor?

Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br

Então, aproximou-se o que recebera cinco talentos e trouxe-lhe outros cinco talentos, dizendo: Senhor, entregaste-me cinco talentos; eis aqui outros cinco talentos que ganhei com eles. E o seu senhor lhe disse: Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor

Quinta-feira 31 Maio

Então, aproximou-se o que recebera cinco talentos e trouxe-lhe outros cinco talentos, dizendo: Senhor, entregaste-me cinco talentos; eis aqui outros cinco talentos que ganhei com eles. E o seu senhor lhe disse: Bem está, servo bom e fiel. Sobre o pouco foste fiel, sobre muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor (Mateus 25:20-21).

UMA POUPANÇA DE CEM ANOS

Em 14 de janeiro de 1997, uma aldeia francesa festejou os cem anos de um ex-combatente da 1ª guerra mundial, que ainda estava forte e lúcido. Mas, antes de tudo, era um cristão convicto, conhecido e respeitado como tal em sua comunidade. Esse dia, todos os habitantes quiseram manifestar-lhe seu afeto.

Exatamente um mês depois, os habitantes da aldeia estavam reunidos de novo. Porém, desta vez ao redor do caixão dele. A Bíblia foi aberta e o evangelho lido. Conforme desejo do morto, nenhuma homenagem foi feita a ele mesmo, mas ao Senhor Jesus, seu Salvador, a razão de viver daquele ex-combatente.

Nessa oportunidade, um de seus irmãos na fé lembrou que a todo ser humano foi dado um certo número de anos e que, tal qual a parábola, cada um é responsável por fazer frutificar esse capital, único no gênero. Ele sugeriu que seu amigo recebera “uma poupança de cem anos” e o Senhor iria avaliar o rendimento dela. O Evangelho pregado diante do túmulo havia sido precedido pelo testemunho que o morto deu durante anos naquela cidade.

As Escrituras nos convidam a admirar “os pés”, ou seja, o andar, a conduta, mais que os discursos daqueles que anunciam a boa nova da salvação (Romanos 10:15; Isaías 52:7).

Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br

Que diremos, pois, a estas coisas? Se Deus é por nós, quem será contra nós

Romanos 8:31-39

Tal esclarecimento dos eternos planos divinos deixa o redimido sem palavras. Toda a pergunta que ele poderia fazer já encontrou a resposta perfeita! Deus está com ele; que inimigo se arriscaria a tocá-lo agora? Deus o justifica; quem se atreveria a acusá-lo? O único que poderia acusá-lo – Cristo – tornou-se o seu Soberano Intercessor! E o que Deus poderia recusar – um Deus que nos deu Seu Filho, o maior de todos os dons? Este Deus “não nos dará graciosamente com ele todas as cousas” (v. 32), e até mesmo as provações, se assim for necessário (v. 28)?. Podemos até ter a impressão de que elas nos separam do amor de Cristo, ao nos fazer murmurar e desanimar. Ao contrário! “Todas estas coisas” nos permitem experimentar a excelência e a força desse amor. Qualquer que seja a forma da provação – tribulação, angústia, perseguição -, em todos os casos a infinitamente variada graça do Senhor se manifestará de maneira diferente: apoio, consolação, ternura, perfeita simpatia etc. A cada tipo de sofrimento, corresponde um tipo particular de amor. E, quando tivermos terminado a nossa jornada neste mundo, então permaneceremos para toda a eternidade como objetos do amor de Deus.

Porque sabemos que toda a criação geme e está juntamente com dores de parto até agora

Romanos 8:22-30

Neste mundo, manchado pelo pecado, reinam a injustiça, o sofrimento e o medo. O homem tem subjugado toda a criação, ultimamente inclusive o cosmos, para servir à sua vaidade e à sua corrupção (vv. 20-21). Os suspiros de todos os oprimidos sobem até o grande Juiz (Lamentações 3:34-46). Nós também suspiramos em nosso “corpo de humilhação” (Filipenses 3:21). Sentimos o peso do pecado que nos cerca e, além disso, temos de julgar a nós mesmos continuamente (v. 13). Nossa fraqueza é grande: não sabemos como orar nem o que pedir. Outra função do Espírito Santo é interceder por nós em uma linguagem que só Deus entende (v. 27). Não sabemos o que realmente é bom para nós, mas o versículo 28 assegura que tudo o que nos acontece tem sido preparado por Deus e faz parte de “Seu propósito”, do qual Cristo é o centro. Porque foi para dar a Seu Filho companheiros na glória que Deus de antemão conheceu, predestinou, chamou, justificou e glorificou a esses seres, anteriormente miseráveis e perdidos, e a quem agora Ele está preparando para o destino celestial (v. 29). Que sublime cadeia de planos divinos que liga a eternidade passada com a eternidade futura e dá sentido ao tempo presente!

E viram-no de longe e, antes que chegasse a eles, conspiraram contra ele para o matarem

Gênesis 37:18-36 (leia aqui)

O longo caminho percorrido por José em busca de seus irmãos é uma figura do caminho tomado pelo Filho de Deus para buscar e salvar aqueles que estavam perdidos. Este foi, primeiramente, o caminho em que Ele aniquilou a Si mesmo: Ele, sendo Deus, se fez homem. Depois foi também o caminho em que Ele humilhou a Si mesmo até a morte, sim, “e morte de cruz” (Filipenses 2:7-8).

Depois aconteceu o crime cujos detalhes todos nos falam da cruz de Cristo; eles conspiraram para matar aquele que tinha vindo servi-los (Salmo 109:5; Jeremias 11:19 e João 11:53). “Acorrem em tropel contra a vida do justo e condenam o sangue inocente” (Salmo 94:21). Eles tiraram dele a túnica (Salmo 22:18) e o lançaram em uma cova, figura da morte. Todos estes sofrimentos acometeram em sua plena realidade o nosso Salvador.

Finalmente eles vendem José como escravo a estrangeiros por “vinte siclos de prata”. Aquele que era maior que José foi vendido por trinta moedas de prata, um “magnífico preço” na avaliação deles (Zacarias 11:13) e depois entregue a Pilatos pelos judeus. Quão grande não deve ter sido a angústia de José! E quanto maior angústia sofreu Aquele de quem José é apenas um fraco reflexo, quando passou por todos esses sofrimentos e pela própria morte por amar a você e a mim.