Visto que pelo seu divino poder nos têm sido doadas todas as cousas que conduzem à vida e à piedade, pelo conhecimento completo daquele que nos chamou para a sua própria glória e virtude

22 de Maio

“Visto que pelo seu divino poder nos têm sido doadas todas as cousas que conduzem à vida e à piedade, pelo conhecimento completo daquele que nos chamou para a sua própria glória e virtude.” 2 Pedro 1.3

Pelo seu andar perseverante com Deus, Enoque aprendeu a conhecê-lO cada vez melhor, e, desta maneira, ficou cada vez mais firme no Senhor. Enoque foi por toda parte com seu Deus. No campo, o Senhor estava com ele! No lar, o Senhor estava com ele! Nas visitas, o Senhor estava ao seu lado! Quanto mais perseverantemente andamos com Deus, mais O reconhecemos e mais somos capacitados a andar com Ele sem vacilar. Enoque nunca viu a Deus, mas mesmo assim se firmou nEle como se O visse. Um dia, de repente, foi como se uma mão lhe fosse estendida e uma voz lhe dissesse: “Enoque, venha, está na hora…” – e nesse mesmo instante ele já se encontrava na presença do Senhor, e, com indescritível alegria, pode ver Aquele com quem havia andado tanto tempo. A Bíblia diz simplesmente: “…não foi achado, porque Deus o trasladara.” Esta frase mostra que, aparentemente, aconteceu uma ansiosa procura por Enoque, mas ele havia sumido! Como o arrebatamento de Enoque foi possível? Esta é a resposta: ele viveu e andou com Deus. Durante trezentos anos, ele permaneceu na santificação, permaneceu no amor, perseverou em oração e por isso foi um bom testemunho do amor de Deus.

Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)

Segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo vosso procedimento

21 de Maio

“…Segundo é santo aquele que vos chamou, tornai-vos santos também vós mesmos em todo vosso procedimento.” 1 Pedro 1.15

Como é andar com Deus em secreto? Imaginemos como Enoque andava com Deus:

1. Através de conversação santificada. Enoque falava com Deus e Deus falava com Enoque. Eles tratavam tudo entre si. Só podemos andar com Deus quando temos um constante e santificado diálogo com o Senhor, e só dessa maneira é que nossa pátria será a pátria celestial. Somos um exemplo no nosso comportamento? A conversação santificada com o Senhor só acontece pela Bíblia e pela oração.

2. Acompanhando o Senhor passo a passo em santidade. Portanto, como se deve andar com o Senhor? “…Aquele que diz que permanece nele, esse deve também andar assim como ele andou.” Isto quer dizer que não devemos andar depressa demais, nos adiantando ao Senhor, nem devagar demais, ficando para trás. Cristãos que ficaram cansados espiritualmente são aqueles que andaram rápido demais, que passaram à frente do Senhor, que fizeram planos e de repente notaram que, apesar das suas orações, o Senhor não abençoou os seus planos. Deus não quer que você faça planos, Ele quer revelar a você os planos dEle. Acompanhe os passos de Deus! Cristãos que ficam para trás são aqueles que andam devagar demais, que são duros demais para obedecer. Você anda com Deus?

Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)

Deus é amor

Quinta-feira 22 Maio

Deus é amor

(1 João 4:8).

O DEUS QUE É AMOR

Há poucas palavras em nosso vocabulário cujo significado tenha sido tão distorcido quanto ‘amor’. Muitas pessoas chamam o que fazem de “amor”, quando na verdade é “luxúria”, pois o conceito delas de amor não vai além dos desejos carnais, e o tempo prova isso.

Outros consideram o amor o exemplo máximo do que é bom e moralmente nobre. Assim, eles o entendem como a prática do bem e da comunhão. Não há dúvida de que o altruísmo é uma virtude do verdadeiro amar, pois não existe egoísmo envolvido. Mas onde encontrar tal amor em um mundo dominado pelo ódio e inveja – um genuíno amor onde possamos descansar?

No entanto, um amor assim pode ser experimentado. Ele existe, ainda que não possa ser encontrado entre nós, humanos. É o amor de Deus, do qual a Bíblia fala. Sua mensagem é: Deus nos ama. E Ele nos ama não por ter descoberto algum bem em nós. Por natureza, somos inimigos de Deus, ao rejeitarmos e sequer tolerarmos a autoridade divina sobre nós. Contudo, Deus nos ama porque Ele é amor. Isso não é uma mera característica dEle. O amor é a própria essência de Deus. Assim como Deus é luz, Ele é amor.

Ser amado é uma necessidade humana. Se procurarmos amor no mundo, ficaremos desapontados. Deus, contudo, nos deu prova de Seu amor ao nos dar Jesus Cristo, Seu próprio Filho, para morrer por nós. Deus nos ama pessoalmente também. Leia a Bíblia e descubra muito mais coisas sobre Deus!

Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br

Não vos maravilheis disso, porque vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz. E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal, para a ressurreição da condenação

Quarta-feira 21 Maio

Não vos maravilheis disso, porque vem a hora em que todos os que estão nos sepulcros ouvirão a sua voz. E os que fizeram o bem sairão para a ressurreição da vida; e os que fizeram o mal, para a ressurreição da condenação

(João 5:28-29).

A MORTE É O FIM DE TUDO?

Saul, o primeiro rei de Israel, rodeado de inimigos em uma batalha, se lançou sobre sua espada (1 Samuel 31;4). E Judas, cativo do remorso por ter traído Jesus, se enforcou (Mateus 27:5). A Bíblia relata o trágico suicídio desses dois homens. Ela também afirma que Caim não pôde se livrar da culpa de haver assassinado seu irmão Abel. Ele carregou sua maldição até o fim da vida (Gênesis 4:9-16).

Deus disse: “Não matarás” (Êxodo 20:13), porque considera sagrada cada vida humana. Só Ele tem o direito de dar a vida ou de tirá-la (1 Samuel 2:6). Matar alguém ou matar a si mesmo é um grave pecado.

Além disso, seria a morte o fim de tudo, o fim do ódio, das angústias e preocupações? Quem pensa assim está errado! Continua-se vivendo após a morte do corpo. A alma continua vivendo. A morte não é o aniquilamento, nem o vazio, nem o repouso absoluto. A morte é o castigo dos atos humanos executados sem Deus. Porque “aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo, depois disso, o juízo” (Hebreus 9:27). Todos os que morreram sem crer no Evangelho do Senhor Jesus Cristo irão para um lugar de castigo eterno e de definitiva separação de Deus. Porém, “o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus, nosso Senhor” (Romanos 6:23).

Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br

Porque a promessa de que havia de ser herdeiro do mundo não foi feita pela lei a Abraão, ou à sua posteridade, mas pela justiça da fé.

Romanos 4:13-25

Se Deus é poderoso para cumprir o que prometeu (v. 21), o homem, por sua parte, é completamente incapaz de cumprir as próprias obrigações. Esta é a razão pela qual as promessas feitas a Abraão (e ao cristão) não envolvem nenhuma condição… basta somente crer. Aparentemente, tudo contradizia o que Deus havia prometido a Abraão. Porém ele “não duvidou… estando plenamente convicto…” (vv. 20-21). De onde vinha esta fé inabalável? Vinha do fato de que ele conhecia Aquele que havia feito as promessas, e nEle Abraão confiava plenamente. A assinatura de alguém que respeitamos tem muito mais valor que a de um desconhecido; é a garantia do cumprimento da promessa. A fé crê nas promessas porque crê no Deus que as criou (vv. 17 e 3; 2 Timóteo 1:12). Ela se agarra às grandes verdades anunciadas em Sua Palavra: a morte do Senhor Jesus para expiação dos nossos pecados, Sua ressurreição para nossa justificação (v. 25).

Querido amigo, você, que chegou a este ponto da leitura, pode dizer com todos os crentes: “Eu possuo esta fé que confere salvação. Foi por meus pecados que Jesus se entregou; foi para minha justificação que Deus O ressuscitou”.

QUE diremos, pois, ter alcançado Abraão, nosso pai segundo a carne?

Romanos 4:1-12

Se uma escada é muito curta para alcançar um objeto colocado em local bastante alto, um homem que está um degrau acima não terá mais facilidade para alcançá-lo que outro que está um degrau abaixo. Lemos no capítulo anterior (3:22) que não há diferença: tanto gentios como judeus não alcançaram a glória de Deus. Ninguém tem acesso a ela pela escada da justiça própria, pois esta sempre será insuficiente. Uma prova disso é que mesmo Abraão (v. 3) e Davi (v. 6), que inquestionavelmente estariam no topo da escada das obras, não foram justificados por Deus pelas obras. E, se até mesmo eles não foram justificados, como nós o seríamos? Para demonstrar definitivamente que a salvação pela graça não tem nenhuma relação com as pretensões carnais nem com a “jactância” (3:27) do povo judeu, os versículos 9 e 10 recordam que o patriarca Abraão foi justificado pela fé antes do símbolo da circuncisão (Gênesis 15:6; 17:24). No momento em que Deus o justificou, ele estava na mesma posição dos pagãos.

Para ser salvo, o homem deve primeiramente reconhecer-se culpado, ou seja, deve concordar com a sentença divina mencionada no capítulo anterior. Deus justifica o ímpio e somente a ele (v. 5; Mateus 9:12).

E aconteceu que, como Raquel deu à luz a José, disse Jacó a Labão: Deixa-me ir, que me vá ao meu lugar, e à minha terra

Gênesis 30:25-43 (leia aqui)

O pobre Jacó, agitado, especula e negocia com Labão, usa de astúcia e engano, tenta enriquecer através de sua capacidade intelectual e pelos seus próprios esforços. Quão triste é ver um crente contendendo com pessoas mundanas por bens terrenos. Isaque havia dado um exemplo bem diferente para seu filho, Jacó (26:15-22).

O apóstolo Paulo em 1 Timóteo 6:6-10 faz uma contraposição do desejo de enriquecer com a piedade, a qual, associada ao contentamento, é grande fonte de lucro. Atentemos melhor para esta dupla fonte de lucro — as verdadeiras riquezas — que devemos buscar. Em primeiro lugar, temos a piedade, isto é, a comunhão com Deus, da qual falam os altares. Mas no seu exílio Jacó não edifica nenhum altar — não tem um contato intencional com Deus. Em segundo lugar, temos o contentamento, algo que os patriarcas demonstraram vivendo em tendas, e o próprio Jacó procedeu dessa forma (25:27). O aprendizado pessoal do apóstolo Paulo era de estar contente com todas as circunstâncias em que se encontrava (Filipenses 4:11). Quão difícil é estar sempre satisfeito! Porém o melhor testemunho que podemos dar aos que estão à nossa volta é mostrar que estamos satisfeitos com o que Deus nos dá! Ele nos deu nada menos que o Seu próprio Filho, e com Ele todas as coisas! (Romanos 8:32).