Publicado em 18 18UTC Dezembro 18UTC 2009 por radoalves
1 Crônicas 29:21-30 (leia aqui)
Chegou o grande dia de festa, um verdadeiro marco na história do povo de Israel! Sacrifícios são oferecidos, as pessoas comem, bebem e se alegram na presença de Deus. Salomão, pela segunda vez, é proclamado rei e ungido ao Senhor. Ele se sentou “no trono do Senhor”. A majestade e o domínio conferidos ao filho de Davi prenunciavam os mil anos quando Cristo reinará sobre toda a terra com a autoridade recebida de Deus.
A morte de Davi “em ditosa velhice, cheio de dias, riquezas e glória” (v. 28) encerra o primeiro livro das Crônicas, ao qual poderíamos dar o título que está em Isaías 55:3: “as fiéis misericórdias prometidas a Davi”. A maneira que Paulo as menciona (Atos 13:34) nos mostra que elas se referem especialmente à ressurreição que Davi, homem de fé, aguarda junto com a multidão de santos que já dormiram no Senhor. Não só a morte, mas a vida inteira de Davi foi objeto da graça do próprio Deus. Também podemos alegrar-nos na graça assegurada a nós por Cristo, tanto no presente quanto no futuro. “E todos nós (não apenas Davi) recebemos também da sua plenitude, com graça sobre graça” (João 1:16).
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Publicado em 17 17UTC Dezembro 17UTC 2009 por radoalves
1 Crônicas 29:10-20 (leia aqui)
Depois de ter falado ao povo, Davi se dirige ao Senhor. Será que ele se orgulharia de tudo o que ele e o povo deram? Pelo contrário! Ele dá glória a Deus que tudo possui, e se ajoelha diante dEle. Esses dois sentimentos sempre andam juntos. “Porque tudo vem de ti, e da tua mão to damos” (v. 14). O Senhor nos concede boas coisas a fim de que tenhamos a alegria de dar algo a Ele. Ele mesmo não tem necessidade de nada (Salmo 50:10-12). Mas o que é trazido a Ele voluntariamente, com alegria, tem valor especial para o Seu coração. Dar sob constrangimento ou por legalismo não requer amor nem fé. Era assim que os fariseus pagavam os dízimos (Mateus 23:23). Por outro lado, os macedônios, de quem Paulo fala, agiram espontaneamente e superabundaram “em grande riqueza da sua generosidade” (2 Coríntios 8:1-3).
As palavras de louvor pronunciadas por Davi não são realmente magníficas (vv. 11-13)? Experimente lê-las em voz alta, pensando no Único digno delas. “Teu, SENHOR, é o poder, a grandeza, a honra, a vitória e a majestade; porque teu é tudo quanto há nos céus e na terra; teu, SENHOR, é o reino, e tu te exaltaste por chefe sobre todos. Riquezas e glória vêm de ti, tu dominas sobre tudo, na tua mão há força e poder; contigo está o engrandecer e a tudo dar força. Agora, pois, ó nosso Deus, graças te damos e louvamos o teu glorioso nome”. Aleluia!
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Publicado em 16 16UTC Dezembro 16UTC 2009 por radoalves
1 Crônicas 29:1-9 (leia aqui)
Davi devotou toda a sua força (v. 2) na preparação de um palácio para o Senhor. Façamos uma auto-análise: o palácio do nosso coração realmente “não é para homens” (em geral, nós próprios) e, sim, para ao Senhor Jesus (v. 1)?
O amor do rei pela casa divina o conduziu a entregar grandes riquezas de seu próprio tesouro (v. 3). Quão maior é o amor de Jesus! O Evangelho fala de um comerciante que vendeu tudo o que possuía para comprar uma pérola de grande valor (Mateus 13:45-46). A interpretação dessa parábola é dada em Efésios 5:25: “Cristo amou a igreja e a si mesmo se entregou por ela”. Veja também 2 Coríntios 8:9. Isso é algo que apenas o Senhor Jesus poderia realizar. Porém, quanto ao serviço de amor em prol dos demais, Ele nos deixa a mesma mensagem que passou aos discípulos: “Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também” (João 13:15).
O exemplo de Davi produziu frutos. Todos os homens que o ouviram por sua vez ofereceram generosamente ouro, prata, e pedras preciosas para a construção da Casa de Deus (1 Coríntios 3:12). Tal abundância de generosidade deve ter tocado o coração de Davi… e toca profundamente mais o coração do Senhor Jesus, pois ao dar com alegria não somente nossos bens, mas tudo o que temos e somos, nós nos assemelhamos de fato ao nosso Senhor e Salvador!
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Publicado em 15 15UTC Dezembro 15UTC 2009 por radoalves
1 Crônicas 28:11-21 (leia aqui)
Agora Davi solenemente transfere para seu filho Salomão tudo o que havia preparado para a casa de Deus. Isso nos traz à memória uma sublime declaração do evangelho de João: “O Pai ama ao Filho, e todas as coisas tem confiado às suas mãos” (3:35).
Desde o pórtico de entrada até a menor taça, tudo é objeto de instruções detalhadas e precisas. Para isso a sabedoria tinha sido dada a Davi por escrito por mandado do Senhor (v. 19). Para comunicar a totalidade de Sua revelação, Deus também usou outros escritores inspirados. Os sessenta e seis livros da Bíblia foram escritos por quarenta escritores muito diferentes entre si, em um período de aproximadamente 1.600 anos. Mas um e o mesmo Espírito ditou todas as páginas das Santas Escrituras. Além disso, jamais esqueçamos que, quando lemos a Bíblia, Deus está falando conosco.
O capítulo termina com uma palavra adicional do pai a seu filho. Salomão tinha recebido tudo o que era necessário. Agora era o tempo de agir, contando com a ajuda do Senhor. Nós também recebemos muito; já é tempo de agir de acordo com o que o Senhor espera de cada um de nós! Um dia teremos de prestar contas de tudo que, por timidez ou preguiça, negligenciamos em fazer.
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Publicado em 14 14UTC Dezembro 14UTC 2009 por radoalves
1 Crônicas 28:1-10 (leia aqui)
Um pouco antes, no capítulo 22:17, Davi reuniu os príncipes do povo. Agora o rei agrega a esse grupo todos os que têm uma posição ou responsabilidade em Israel. Sem dúvida, todos os homens cujos nomes enchem os capítulos 23 a 27 estavam ali para ouvir o senhor deles. Ninguém queria perder essa grande reunião.
O Senhor também nos convida às reuniões nas quais Ele deseja instruir-nos. Não seremos culpados se por algum motivo banal faltarmos a elas (Hebreus 10:25)?
O rei comunica seus pensamentos mais íntimos e preciosos àqueles homens congregados em torno de si. Ele os conclama a buscar e guardar todos os mandamentos do Senhor. Davi conversa com eles sobre a gloriosa casa que seria edificada. E em particular lhes fala sobre seu filho, por quem todo o projeto seria realizado. Esses assuntos correspondem às coisas que o Espírito Santo expõe nas reuniões de ministração.
Depois Davi se volta e fala a Salomão. Preste muita atenção às palavras desse pai a seu filho. Elas se aplicam também a nós: “Tu, meu filho Salomão, conhece o Deus de teu pai e serve-o de coração íntegro e alma voluntária… Se o buscares, ele deixará achar-se por ti” (v. 9).
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Publicado em 13 13UTC Dezembro 13UTC 2009 por radoalves
1 Crônicas 27:1, 22-34
(leia aqui)
O capítulo 27 nos ensina que ao lado dos oficiais, os soldados também são necessários. Para preservar nossos tesouros, talvez seja preciso lutar e devemos estar dispostos e prontos para isso.
Os versículos 25 a 31 nos dizem que há outros tesouros, menos nobres que os do santo lugar, que no entanto exigem o mesmo cuidado e proteção. Guardemos com zelo tudo o que o Senhor nos tem confiado. Assim como aquele senhor que confiou talentos aos seus servos e partiu em viagem, o Senhor Jesus dá a cada um de nós certos bens ou habilidades para serem usados em benefício de Seu reino (Mateus 25:14).
Aqui o assunto particular é o trabalho nos campos. Que os nossos leitores que moram na zona rural não subestimem a parte que o Senhor lhes tem concedido. O que lhes foi confiado é igualmente chamado de tesouros, ou “talentos”. É inútil comparar o que temos com o que os outros têm recebido; o que devemos fazer é ser fiéis no uso daquilo que possuímos. Que possamos agir de tal modo na posição que nos foi reservada que um dia o Mestre nos dirija essas graciosas palavras: “Muito bem, servo bom e fiel; foste fiel no pouco, sobre o muito te colocarei; entra no gozo do teu senhor” (Mateus 25:21).
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Publicado em 12 12UTC Dezembro 12UTC 2009 por radoalves
1 Crônicas 26:20-32
Entre os levitas, alguns eram assistentes encarregados dos tesouros da casa do Senhor e das coisas consagradas. Um deles, Sebuel, era descendente de Moisés. Será que estamos conscientes da quantidade de tesouros que nos foi confiada? Não existe nada mais precioso que a Palavra divina. Suas riquezas são inesgotáveis. Que importância damos à nossa Bíblia? Consideramos esse livro realmente como um tesouro? “Guarda o bom depósito” foi como Paulo a recomendou ao jovem Timóteo (2 Timóteo 1:14). E em sua primeira epístola, depois de ter contrastado as riquezas inúteis desse mundo com o tesouro que é o sólido fundamento da vida futura, o apóstolo roga ao seu jovem discípulo: “E tu, ó Timóteo, guarda o que te foi confiado” (1 Timóteo 6:20). Leiamos novamente o versículo 20, substituindo o nome de Timóteo pelo nosso nome!
Outros levitas são citados nominalmente nos versículos 29 a 32. Eram superintendentes, juízes e administradores. Foram designados para “todos os negócios de Deus” (vv. 30, 32). Isso lembra Aquele que desde a infância priorizou acima de tudo os negócios de Seu Pai (Lucas 2:49).
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Publicado em 11 11UTC Dezembro 11UTC 2009 por radoalves
1 Crônicas 25:1-8 e 26:13-19 (leia aqui)
Os dons, as responsabilidades e as diferentes atividades são dadas pelo Cabeça da Igreja. Porém, o crente é exortado a desejar esses dons e pedi-los ao Senhor. “Segui o amor e procurai, com zelo, os dons espirituais, mas principalmente que profetizeis… O que profetiza fala aos homens, edificando, exortando e consolando” (1 Coríntios 14:1, 3). Desejamos os dons de Deus para realmente usá-los na obra do Senhor? Então peçamos a Deus que nos dê esses dons espirituais – não para que nos tornemos importantes, mas para o bem da Assembléia e para a glória do Senhor Jesus. Depois dos profetas (cap. 25), novamente são arrolados os porteiros ou supervisores (cap. 26). Esse é um serviço igualmente desejado! “Se alguém aspira ao episcopado, excelente obra almeja” (1 Timóteo 3:1).
De novo encontramos aqui Obede-Edom com seus oito filhos e sessenta e dois descendentes. Ele havia reverenciado a arca. Nesse momento, é Deus quem o honra e o abençoa (26:4-8, 15). O Senhor encarregou a família de Obede-Edom da casa de Supim, ou seja, do depósito. Deles dependia a comida dos sacerdotes, uma figura do ensino na Assembléia. De fato, uma tremenda responsabilidade (Mateus 24:45-46)!
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Publicado em 11 11UTC Dezembro 11UTC 2009 por radoalves
1 Crônicas 23:1-6, 24-32 (leia aqui)
Davi faz Salomão sentar-se com ele no trono. Nenhuma menção é feita aqui sobre a conspiração de Adonias, nem sobre as circunstâncias que cercaram a coroação do novo rei. Conseqüentemente, aqui podemos ser elevados a maiores alturas que no primeiro livro dos Reis. Podemos ver, em tipo, o Filho sentado com o Pai em Seu trono (Apocalipse 3:21). Uma das atuais atividades de Jesus na glória nos é revelada em Efésios 4:8-12: “Quando ele subiu às alturas,… concedeu dons aos homens… concedeu uns para apóstolos, outros para profetas, outros para evangelistas e outros para pastores e mestres, com vistas ao aperfeiçoamento dos santos para o desempenho do seu serviço, para a edificação do corpo de Cristo”.
Aqui, e nos capítulos seguintes, testemunhamos a escolha de cada trabalhador: supervisores, oficiais, juízes, porteiros, cantores, divididos de acordo com as três famílias de levitas. A função deles era específica, especialmente no que se referia ao serviço fundamental da adoração e das ações de graças. Adorar e louvar a Deus cada dia e cada noite era um altíssimo privilégio… que está ao nosso alcance (v. 30)!
No capítulo seguinte temos os sacerdotes, filhos de Arão, divididos em vinte e quatro turnos.
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Publicado em 9 09UTC Dezembro 09UTC 2009 por radoalves
1 Crônicas 22:1-19 (leia aqui)
A casa que Davi tinha em mente, e que fora construída por Salomão, é uma figura do futuro lugar de habitação de Deus em Israel. No entanto, muitos dos detalhes pertinentes à sua preparação e construção nos ajudam a entender melhor, por comparação, as grandes verdades do Novo Testamento relativas à Igreja. Da mesma maneira que a eira de Orna, onde o sacrifício foi oferecido, seria a base da Casa, a obra de Cristo na cruz seria o fundamento da Igreja. A mesma verdade ficaria evidente de outra forma se considerarmos Davi e Salomão juntos como um único tipo do Senhor Jesus. O caráter de Davi nos fala do Cristo rejeitado e sofredor, que preparou – em Sua aflição (v. 14) – tudo o que seria necessário para a construção da casa de Deus. Salomão representa Cristo glorificado, construindo Sua Igreja, e pronto a aparecer com ela para reinar sobre todo o universo. Os materiais, em particular as “pedras vivas” – os crentes –, não poderiam ser reunidas sem o sofrimento e a morte do Senhor Jesus. Porém, Sua exaltação era necessária para a edificação da Igreja. Esse edifício ainda não está terminado. Talvez esteja faltando apenas uma pedra. Será que essa pedra é você?
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Publicado em 8 08UTC Dezembro 08UTC 2009 por radoalves
1 Crônicas 21:14-30 (leia aqui)
Nessa mesma montanha de Moriá, Abraão ofereceu seu filho Isaque (Gênesis 22:2; 2 Crônicas 3:1). Mas Deus reteve a mão de Abraão, da mesma forma que agora retém a mão do anjo. O julgamento divino aqui assume a forma do fogo que consome o sacrifício oferecido por Davi (v. 26). Depois de ter presenciado o sacrifício substitutivo de Isaque, Abraão chamou esse lugar de “Jeová-Jiré”, o que equivale a “No monte do SENHOR se proverá” (Gênesis 22:14).
Quanto a nós, sabemos da seriedade dessa provisão, e sabemos também quem recebeu os golpes do julgamento de Deus em nosso lugar. A voz que diz ao anjo “Basta” e ordena que ele coloque a espada na bainha é a mesma que um dia dirá: “Desperta, ó espada, contra o meu pastor e contra o homem que é o meu companheiro… fere o pastor” (Zacarias 13:7). Insondável e maravilhoso mistério!
A punição que merecíamos foi afastada de nós para sempre por ter sido derramada sobre Ele, castigado em nosso lugar: Jesus, o Pastor designado por Deus, nosso bom Pastor, “o homem que é o meu companheiro, diz o SENHOR dos Exércitos”.
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Publicado em 7 07UTC Dezembro 07UTC 2009 por radoalves
1 Crônicas 21:1-13 (leia aqui)
Ficamos imaginando a razão de Deus, que não mencionou os pecados anteriores de Davi, ter relembrado o pecado da contagem do povo. Davi agora é um fraco reflexo dAquele de quem o rei se separou, e esse pecado nos mostra antes de tudo essa distância. Era necessário que Israel não confundisse o Messias mesmo com o maior de seus reis. O Filho de Davi era ao mesmo tempo o Senhor deles (Mateus 22:41-45). Novamente, era preciso explicar a necessidade do castigo divino e da graça que colocaria um ponto final nele. Fora disso essa história não pode ser compreendida. Aqui Davi aparece como um pecador culpado, mesma condição que a minha e a sua. Mas ele conhece o coração de Deus. A resposta dele a Gade é prova disso: “Caia eu, pois, nas mãos do SENHOR, porque são muitíssimas as suas misericórdias” (v. 13). Você já experimentou pessoalmente a compaixão divina? Para expiar nossos pecados, não havia a opção de escolher entre três anos de fome, três meses de guerra ou três dias de pestilência. Mas Cristo, ao tomar nosso lugar, conheceu a plena medida da ira de Deus durante as três
horas de trevas na cruz; Ele suportou o castigo que nos estava reservado eternamente.
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Publicado em 6 06UTC Dezembro 06UTC 2009 por radoalves
1 Crônicas 18:1-17; 20:4-8 (leia aqui)
Os capítulos 18, 19 e 20 tratam das guerras de Davi. Eles agrupam os feitos que no segundo livro de Samuel estão separados por diversos eventos da história do rei. Nós já os analisamos anteriormente, e não há diferenças significativas entre os dois relatos. Existe apenas uma exceção: o total silêncio observado no começo do capítulo 20 sobre o terrível pecado de Davi e suas trágicas conseqüências. Nem o escandaloso caso de Urias, nem o pecado de Amon seguido de seu assassinato, nem a conspiração de Absalão, nem o papel criminoso desempenhado por Joabe encontram lugar no livro de Crônicas. É assim que a graça age. “Bem-aventurado aquele cuja iniqüidade é perdoada, cujo pecado é coberto” diz Davi no Salmo 32. Querido leitor, você já teve essa experiência?
Davi triunfa sobre os filisteus, os moabitas, os sírios, os edomitas e novamente sobre os filhos de Amom (cap. 19 e 20). Todos os inimigos tradicionais de Israel foram subjugados, uma figura do momento em que Deus subjugará todas as coisas a Cristo e colocará Seus inimigos como estrado dos pés de Seu Filho (Hebreus 1:13; 2:8).
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Publicado em 5 05UTC Dezembro 05UTC 2009 por radoalves
1 Crônicas 17:16-27 (leia aqui)
Davi sente não merecer nada. Completamente vencido, lembra a bondade de Deus para consigo e Lhe rende louvor e ações de graças. Temos agradecido a Deus? Quando alguém falha em agir assim conosco, chamamos tal atitude de ingratidão ou falta de educação. Imaginemos então como Deus se sente quando Seus filhos esquecem de Lhe agradecer. E, de fato, se formos pensar bem, quantas são as bênçãos dEle recebidas diariamente as quais nem sequer notamos ou lembramos de agradecer ao Pai! Quantos de Seus atos de amor nos passam despercebidos por julgarmos óbvios, pelo menos enquanto os desfrutamos: o cuidado de nossa família, nossa saúde, nossa comida etc.? Quando sentam para comer, as famílias cristãs têm o costume (até o dever) de dar graças. Mas é necessário que as palavras ditas em oração nesse momento realmente saiam do nosso coração. Mais dos que os benefícios materiais que recebemos dEle, agradeçamos a Deus pelos privilégios cristãos: a Palavra, a comunhão com os irmãos na fé, nossa educação no temor do Senhor (Efésios 5:20). E, acima de tudo, jamais cansemos de agradecer pela Sua tão grande salvação, pelo tão maravilhoso Salvador que Ele nos deu. “Graças a Deus pelo seu dom inefável!” (2 Coríntios 9:15).
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Publicado em 4 04UTC Dezembro 04UTC 2009 por radoalves
1 Crônicas 16:7-22 (leia aqui)
Os cantores e instrumentistas tinham sido escolhidos. Em nossos dias, o canto não é mais exclusividade de poucos. Certamente todos nós gostamos de cantar um hino de louvor, e em particular na Ceia do Senhor juntar nossa voz em canções de adoração (Efésios 5:19; Colossenses 3:16). Neste capítulo Davi entrega nas mãos de Asafe pela primeira vez a responsabilidade de louvar ao Senhor com hinos. Seu Nome, Sua glória, Suas obras, Seu relacionamento com Seu povo… que excelentes razões os israelitas tinham para celebrar! Para nós que conhecemos o Senhor Jesus e Sua obra na cruz, quantos infinitos motivos temos para adorar! Sim, cantemos com entendimento; pensemos nas palavras proferidas. Nossos hinos, compostos em concordância com a Bíblia, revelam muitos aspectos das glórias do Pai e do Filho. É imprescindível diferenciar tais aspectos.
O que são os filhos de Deus em relação ao mundo que os cerca? “Pequeno número, pouquíssimos e forasteiros” (v. 19). Será que são infelizes? Muito pelo contrário! “Gloriai-vos no seu santo nome; alegre-se o coração dos que buscam o Senhor” (v. 10). Nossa glória, nossas riquezas, alegria e segurança estão no nome de Jesus e em nosso relacionamento com Ele e com o Pai.
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Publicado em 3 03UTC Dezembro 03UTC 2009 por radoalves
1 Crônicas 15:25-29 e 16:1-6 (leia aqui)
Os versículos 24 e 25 do Salmo 68 aludem à festa que está acontecendo diante de nossos olhos aqui: “Viu-se, ó Deus, o teu cortejo, o cortejo do meu Deus, do meu Rei, no santuário (o cortejo do Filho de Deus representado pela arca)… Os cantores iam adiante, atrás, os tocadores de instrumentos de cordas”. Porém, é mais precisamente no Salmo 132 que podemos entrar na mente de Davi nessa ocasião solene. A entrada da arca em seu descanso estava inteiramente de acordo com o mais profundo desejo do coração do rei (Salmo 132; 3-5, 8).
Que possamos maravilhar-nos ao pensar no descanso celestial no qual o Senhor Jesus entrou. Ao contemplar a cena deste capítulo, note quão além vão as promessas divinas do belo Salmo 132: “Vestirei de salvação os seus sacerdotes, e de júbilo exultarão os seus fiéis” (132:16; compare com 1 Crônicas 15:17, 28). “Abençoarei com abundância o seu mantimento e de pão fartarei os seus pobres” (16:3 e Salmo 132:15).
Cada redimido do Senhor é chamado para expressar sua alegria e louvor agora mesmo, sem esperar pelo tempo do descanso celestial. Nesse mundo possuímos um centro de reunião: Cristo. Estamos aqui para ministrar, recordar, agradecer e louvar (v. 4) tanto ao Pai quanto ao Filho.
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Publicado em 2 02UTC Dezembro 02UTC 2009 por radoalves
1 Crônicas 15:1-24 (leia aqui)
Que tenhamos a coragem de reconhecer nossas falhas diante de Deus e dos homens. “Pois, visto que não a levastes na primeira vez, o SENHOR, nosso Deus, irrompeu contra nós, porque, então, não o buscamos, segundo nos fora ordenado” (v. 13), Davi declara aos levitas encarregados de trazer a arca. E, dessa vez, todas as precauções são tomadas “segundo a palavra do SENHOR”. Que cena alegre e digna de louvor! Note o papel que Obede-Edom desempenhou em tudo isso. Ele poderia ter sido egoísta e reclamar quando viu a arca deixando sua casa. Com essa partida ele não perderia uma fonte de bênçãos (13:14)? Porém isso nem lhe passou pela mente. A bênção devia ser compartilhada com o todo Israel, e ele mesmo, um levita dos filhos de Coré, se uniria aos porteiros (v. 18), cantores (v. 19) e porteiros da arca (v. 24). Portanto, a arca não lhe foi tirada completamente. Ao ser fiel no pouco, recebeu o muito (Lucas 16:10). Por ter conduzido bem a própria casa, Deus confiou a Obede-Edom uma posição de responsabilidade em Sua casa (1 Timóteo 3:4-5). Quenanias, chefe dos levitas, era o professor de música, “porque era entendido nisso” (v. 22). Isso nos traz à memória as palavras do apóstolo Paulo: “Cantarei com o espírito, mas também cantarei com a mente” (1 Coríntios 14:15).
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Publicado em 2 02UTC Dezembro 02UTC 2009 por radoalves
1 Crônicas 14:1-17 (leia aqui)
A glória e a prosperidade de Davi chegaram aos ouvidos dos reinos vizinhos. Alguns, como Hirão e seu povo, buscaram o favor e a amizade do rei de Israel; outros, como os filisteus, não abaixaram as armas. Notemos que, segundo a característica especial de Crônicas, aqui não há menção da associação nada digno de Davi com Aquis (1 Samuel 27-29), exceto pela discreta referência em 1 Crônicas 12:19.
O vitorioso sobre Golias então dispara um ataque contra os filisteus em dois estágios, não sem antes ter consultado ao Senhor em ambas as ocasiões. Enfatizemos novamente essa atitude de humildade. A confiança de Davi não está em sua própria capacidade de liderar o exército; ele não se apóia em sua experiência militar ao decidir as melhores táticas a serem adotadas. Quando o Inimigo “sobe a nossa busca” (v. 8), nossa primeira reação é perguntar a Deus qual é a estratégia para derrotá-lo. Não confiemos em nossa sabedoria. Antes de enfrentar o Inimigo, na verdade antes de qualquer outra decisão, peçamos orientação e ajuda ao Senhor Jesus. A maioria de nossas derrotas nas mãos de nosso grande Adversário acontece simplesmente porque esquecemos de buscar o conselho do Senhor.
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Publicado em 30 30UTC Novembro 30UTC 2009 por radoalves
1 Crônicas 13:1-14 (leia aqui)
Um maravilhoso desejo nasce no coração do novo rei: restaurar a arca ao seu lugar de honra em Israel e envolver todo o povo nesse evento. Tudo parece encaminhar-se da melhor maneira possível. A alegria é unânime. Infelizmente, um único (mas importantíssimo) detalhe foi ignorado, e isso foi o suficiente para matar Uzá, com grande consternação para todos. Em resultado dessa desgraça repentina, a alegria no coração do rei se transformou em um sentimento de temor, e o desgosto tomou o lugar das ações de graças.
A Palavra declara que os levitas deveriam carregar a arca sobre os ombros, e isso não foi feito. Talvez por total ignorância! Eles fizeram o melhor que podiam porque não sabiam agir devidamente. Mas não faz diferença, o rei – que possuía a cópia do livro da Lei – e também os levitas – responsáveis por ensiná-la – deveriam conhecer o mandamento acerca desse assunto (Deuteronômio 17:18; 31:12). Ambos eram indesculpáveis. Nós, que temos a Bíblia em nossas mãos, somos responsáveis por andar e servir ao Senhor de acordo com o ensino que ela contém.
A arca é levada à casa de Obede-Edom e permanece na casa daquele homem por três meses.
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Publicado em 29 29UTC Novembro 29UTC 2009 por radoalves
1 Crônicas 12:19-40 (leia aqui)
Davi, o centro de reunião, vê homens fiéis que o reconheciam como rei vindo a ele de todas as tribos. Daqui e dali, muitos grupos chegavam, alguns mais ansiosos que outros, até que se formou um grande acampamento. Zadoque, um jovem forte e valente, é mencionado com destaque. Sobre quem o Senhor poderia fazer uma menção especial entre Seu povo hoje em dia?
Cada soldado participante do exército tinha uma característica peculiar. Alguns tinham grande coragem e força, outros mais discernimento e sabedoria, outros ainda mais disciplina e retidão. Assim é entre o povo de Deus. Um difere do outro, cada indivíduo se sobressai por meio de uma virtude particular em seu caráter: força, sabedoria, paciência, fé, amor, perseverança etc. E cada uma dessas virtudes é conhecida pelo Senhor, o único que manifestou todas elas.
A cena final deste capítulo nos recorda Lucas 12:37. Porém, o incomparável Mestre não deixará nenhum outro cuidar de Seus escravos fiéis ou de Seus guerreiros cansados, pois “ele há de cingir-se, dar-lhes lugar à mesa e, aproximando-se, os servirá”.
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Publicado em 29 29UTC Novembro 29UTC 2009 por radoalves
1 Crônicas 12:1-18 (leia aqui)
A derrota de Saul foi causada pelos arqueiros filisteus, contra os quais ele não se prevenira (10:3). No entanto, aqui nos é dito que ele poderia ter encontrado homens de guerra competentes, que usavam o arco e o estilingue com habilidade, entre seus próprios irmãos da tribo de Benjamim. Infelizmente, tais homens haviam desertado para se juntar a Davi em Ziclague. Eles colocaram seus talentos à disposição daquele que reconheciam, pela fé, como seu único senhor. O que faremos com as habilidades que Deus nos confiou? Em quais obras elas têm sido usadas? Nas de Cristo ou nas do Príncipe deste mundo?
De igual modo, onze guerreiros gaditas de extraordinário calibre se juntaram a Davi, que os encarregou de grandes responsabilidades.
Então chegam os homens de Judá e Benjamim. O rei prova os sentimentos deles em relação a si. Não é realmente magnífica a resposta dada pelo Espírito por meio de Amasai, chefe dos capitães: “Nós somos teus, ó Davi, e contigo estamos, ó filho de Jessé!” (v. 18)? Que cada um de nós possa declarar pelo mesmo Espírito: “Eu sou teu, Senhor Jesus. Contigo estou!”. É uma pena que muitos dos redimidos, que certamente pertencem ao Senhor, não queiram a companhia dEle.
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Publicado em 27 27UTC Novembro 27UTC 2009 por radoalves