“Mas o Senhor nas alturas é mais poderoso do que o bramido das grandes águas, do que os poderosos vagalhões do mar. Fidelíssimos são os teus testemunhos; à tua casa convém a santidade, Senhor, para todo o sempre.” (Salmo 93.4-5)

Através de tempestades dentro de nós e ao nosso redor somos humilhados. Para quê? Para que mais e mais sejamos arraigados nEle! Oxalá compreendêssemos melhor as razões por estarmos seguidamente sujeitos a tempestades – tempestados com ventos cada vez mais fortes. A perspectiva divina é assim: quanto mais uma pessoa estiver firme em Jesus Cristo, mais ela estará capacitada a resistir de maneira inabalável e vitoriosa a todos os bramidos das ondas das tempestades e das tentações. A questão de se firmar no Senhor é de vital importância. Justamente em nossos dias, quando os sinais do tempo do fim ficam cada vez mais fortes, quando em espírito escutamos a aproximação de um poderoso furacão de tentações, surge a pergunta temerosa: você está firme no Senhor Jesus? Só poderemos estar firmes no Eterno na medida em que nos deixarmos libertar das coisas terrenas. Quando vêm as ondas poderosas das tentações, não podemos subsistir apoiando-nos em meras teorias. Nessas situações, só um arraigamento profundo no Senhor Jesus é que pode nos ajudar. E se você tiver raízes profundas no Senhor, quando vier o furacão da tentação, você poderá exclamar com alegria: “Todavia, estou sempre contigo.”

Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)

“Tudo o que falou o Senhor, faremos, e obedeceremos.” (Êxodo 24.7)

O povo de Israel jurou junto ao monte Sinai que cumpriria tudo o que havia prometido ao Senhor, mas, logo depois, todo o povo se desviou de Deus. Deus leva a sério as nossas decisões, e ao nosso querer Ele acrescenta o realizar. Mas em nossa vida tudo continua sendo mera teoria – embora nos firmemos na Palavra de Deus –, se não tivermos uma vida de oração. Em outras palavras: a Palavra de Deus só produz seu efeito poderoso e permanente em nossa vida interior se respondemos ao falar de Deus. Através da Bíblia, Deus fala com você, através da oração você responde a Ele.

Neste instante, peço-lhe para se aquietar por um momento, respondendo as seguintes perguntas: em sua agitação e em meio à sua atividade espiritual você ainda ora? Durante quanto tempo você esteve diante da face do Senhor hoje? Você permaneceu diante da Sua face, ou depois de um rápido “devocional por obrigação” você voltou novamente à ordem do dia sem que a chama do primeiro amor fosse reacendida em seu coração? Meu desejo sincero é que você, depois de ter lido estas linhas, se humilhe diante de Deus e diga: “Nunca mais, Senhor, quero deixar de transformar em prática a minha entrega a Ti. Quero neste instante cumprir os votos e promessas que fiz a Ti!”

Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)

segundo o evangelho da glória do Deus bendito, do qual fui encarregado

1 Timóteo 1:12-20

Se alguém podia comparar a servidão da lei com o Evangelho da graça, por certo este era o fariseu Saulo de Tarso, que chegou a ser o apóstolo Paulo. A sua fidelidade à lei de maneira alguma o impediu de ser o principal dos pecadores. Não havia ele perseguido ao Senhor Jesus quando tão duramente perseguia àqueles que Lhe pertenciam? Sem falsa humildade, ele se declara o pior de todos os pecadores enumerados nos vv. 9-10. Mas foram precisamente os culpados, e não os justos, que Jesus Cristo veio salvar (Mateus 9:13). Desde que o principal dos pecadores tinha sido salvo, ninguém pode considerar-se demasiado pecador para não se beneficiar da graça. “Obtive misericórdia”, exclama o apóstolo duas vezes (vv. 13 e 16). Ele mede a grandeza dessa misericórdia com a magnitude de sua própria miserável condição e espontaneamente se eleva à adoração (v. 17).

Se com freqüência gozamos tão pouco da graça, talvez seja porque a nossa convicção de pecado não tem sido suficientemente profunda. “Aquele a quem pouco se perdoa” – ou pelo menos quem assim pensa -, “pouco ama” (Lucas 7:47). E você amigo, que ainda permanece indiferente, a paciência do Senhor tem sido manifestada a você também, até agora. Não O faça esperar mais tempo. Talvez amanhã seja muito tarde.

Extraído do “Guia Devocional do Novo Testamento” – literatura@terra.com.br

Paulo, apóstolo de Cristo Jesus, pelo mandato de Deus, nosso Salvador, e de Cristo Jesus, nossa esperança,

. 1 Timóteo 1:1-11

Conhecemos Timóteo no capítulo 16 de Atos. Preciosos eram os vínculos de Paulo com seu “verdadeiro filho na fé”. Contudo, ele lhe escreve na qualidade de apóstolo, para enfatizar a autoridade que ele lhe confere. A esse jovem discípulo foi confiada uma difícil tarefa: conduzir cada um à maneira em que deve proceder na igreja (3:15). Um mandamento, cujo fim era o amor, tinha sido dado a ele. Do mesmo modo que os tribunais não são para as pessoas honestas, a lei não é mais pertinente aos justificados (v. 9). O conveniente de aí em diante é o amor, cuja fonte está em Deus. Este foi derramado em nosso coração pelo Espírito (Romanos 5:5). Para que não permaneça em nós como água estancada, mas antes flua através de nós e jorre para o proveito dos demais, nenhum canal deve estar obstruído. O amor brota de um “coração puro”: o qual está desvencilhado de todo ídolo; de uma “consciência boa”: a qual não tem nada pelo que condenar em si mesma (Atos 24:16); e de uma “fé sem hipocrisia”: livre de toda a forma de hipocrisia (2 Timóteo 1:5). Se essas condições não são cumpridas, o nosso cristianismo não será nada mais que uma “loquacidade frívola” (v. 6).

Quão maravilhoso é o contraste entre a lei que amaldiçoa o pecador e a graça que o transporta ao gozo da glória e da felicidade de Deus!

Extraído do “Guia Devocional do Novo Testamento” – literatura@terra.com.br

E tomou o Senhor Deus o homem, e o pôs no jardim do Éden para o lavrar e o guardar.

Gênesis 2:15-25 (leia aqui)

Deus colocou o homem no centro de Sua bela criação para administrá-la como um gerente. Ele só lhe deu uma proibição: comer do fruto da árvore do conhecimento do bem e do mal. Dessa forma ele pôs sua obediência à prova, o que, aliás, condiz com sua posição de criatura responsável. O homem não está, como o animal, sujeito aos impulsos irracionais. Ele foi criado homem livre, mas como tal tem a obrigação de obedecer ao Criador. Então vemos o primeiro ato administrativo de Adão: dar nomes a todos os seres vivos. Estes foram nomeados para servir ao homem, contudo, embora alguns tenham um grau de inteligência maior que outros, nenhum deles corresponde às faculdades mais superiores de Adão, aos anseios mais íntimos de seus afetos. A solidão não é algo bom para o homem. Ele precisa de alguém com quem compartilhar seus pensamentos, desfrutar os dons de Deus e exaltar o Autor dessas dádivas. O amor de Deus compreende esta necessidade e mostra-se sensível a ela, dando ao homem uma companheira, uma ajuda inteligente, dotada dos mesmos anseios.

Aqui temos, de igual forma, o mistério da Igreja, a noiva de Cristo. Ele entrou, em modo similar, no sono da morte para agora recebê-la das mãos de Deus para alimentá-la e cuidá-la (Efésios 5:29). “Grande é este mistério”, exclama o apóstolo: “somos membros do seu corpo”.

ASSIM os céus, a terra e todo o seu exército foram acabados.

Gênesis 2:1-14 (leia aqui)

“Em seis dias, fez o Senhor os céus e a terra, e, ao sétimo dia, descansou, e tomou alento” (Êxodo 31:17). Ele mesmo se alegra no gozo que tem preparado para Sua criatura.

Na criação, admiramos o poder de Deus, hábil em dispor milhares de milhões de estrelas na vasta extensão dos céus, hábil em impor limites ao mar, hábil em controlar as forças dos raios e dos ventos, sim, hábil até para formar o homem de um punhado de pó da terra (Salmo 8:3). Também admiramos Sua Sabedoria; Ele delimitou os tempos e as estações; estabeleceu equilíbrio em toda a natureza, deu leis às plantas e instintos aos animais (Salmo 104:24). Mas admiremos também a Sua bondade. Ele fez os céus, estendeu a terra sobre as águas, e fez os grandes luminares…, “porque a sua misericórdia dura para sempre” (Salmo 136:5-7). Com a ternura de uma mãe que prepara antecipadamente tudo o que for necessário para a criança que trará ao mundo, assim Deus estabeleceu o homem em condições perfeitas. Colocou-o num jardim aprazível, onde tudo o que tinha de fazer era desfrutar do descanso e do repouso de seu Criador. E, ao soprar nas suas narinas “o fôlego de vida” (v. 7), Deus o fez (diferente dos animais) uma alma vivente e imortal, que presta contas a Ele.

Ninguém tem maior amor do que este, de dar alguém a sua vida pelos seus amigos (João 15:13).

Um maltrapilho no banquete

Enquanto caminhava apressado para pegar o metrô, um cartaz promocional me chamou a atenção: “Não existe amor, só as provas do amor”. Quem poderia usar tal frase para fazer propaganda? Parei e decepcionado constatei que era de uma famosa joalheria. Essa frase me fez mergulhar em várias recordações. Quando era um jovem estudante, eu tinha uma visão muito triste do mundo: um lugar de permanentes conflitos de interesses egoístas, uma tela em branco e preto, sem calor e sem esperança. Quanto a Deus, duvidava de Seu amor: como Ele podia ver tanto mal e não intervir?

Assim, meu mundo interior se tornava cada vez mais escuro e sombrio. Porém, certa vez resolvi ler sobre a vida de Jesus. Então um pensamento se apoderou de mim: “se tal homem viveu aqui, ainda tenho esperança. E mais: se ele ainda está vivo, minha vida também pode ter sentido. Se Deus enviou ao mundo tal modelo de perfeição, isso é a prova de Seu amor”.

No entanto, existe algo mais. Jesus não foi perfeito apenas para a Sua própria glória, mas por amor a Deus e a nós. Amou os homens, totalmente maus por natureza. Amou tanto que abriu mão de tudo para salvá-los.

Assim, Deus revelou a importância que temos para Ele e o quanto deseja nossa salvação. A cruz é prova indelével de Seu amor.

Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br

Hoje, se ouvirdes a sua voz, não endureçais os vossos corações (Hebreus 4:7).

Tempo

Já foi dito que o tempo é o mais precioso “bem” que possuímos, pois está ficando bastante escasso. Apesar de nosso tempo livre ter aumentado, parece que há tantas coisas a fazer que o tempo simplesmente não é suficiente. No futuro, a prosperidade será medida não tanto pelas nossas posses materiais, mas pela quantidade de tempo disponível para gastar com nossos próprios interesses. O que temos deixado de fazer além das nossas tarefas diárias? Em uma época na qual a demanda por tempo é enorme, nossas horas livres diminuem.

Estamos hoje interessados em ouvir o que Deus tem a nos falar? Milhares de coisas nos tornam insensíveis à Sua voz. Não esqueçamos que, à medida que ficamos mais velhos, nossa maneira de pensar também fica mais rígida. Infelizmente, o resultado disso é que muitas pessoas endurecem seu coração e, em algumas áreas, é muito difícil ocorrer mudanças.

Será que não é um sinal da graça de Deus que Sua voz ainda possa ser ouvida atualmente? Ele fala dos direitos que tem sobre nós, mas também nos diz que deseja nosso amor. É isso o que é tão especial e incompreensível acerca de Deus. Ele quer ardentemente ter um relacionamento conosco! Imagine só: o Criador anseia pela criatura. Como explicar isso? Como desprezar tamanho amor?

Quanto tempo dedicamos a Deus? Que autoridade permitimos que Ele tenha sobre nós? Quantos minutos por dia separamos para ouvi-Lo falar através de Sua Palavra?

Diante de todas essas considerações, podemos ter duas reações: concordar que existe uma necessidade a ser satisfeita ou continuarmos nosso caminho como se isso não nos afetasse. Se você tem escolhido a última opção, saiba que o versículo de hoje se aplica justamente a você, pois seu coração já está endurecido.

Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br

Assim que, se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis que tudo se fez novo (2 Coríntios 5:17).

O filho de Sam (2)

“Meu novo amigo tentava ler ou me falar algo sobre a Bíblia todos os dias. No início eu apenas ouvia. Mas gradualmente passei a me sentir muito afetado pelo que ouvia. Por fim, ele me deu uma edição bíblica que continha o Novo Testamento e os Salmos, pedindo que eu mesmo lesse, em especial, os Salmos.

Concordei com a sugestão dele, abri o livro e fui capturado pelos Salmos. Os salmos de Davi prenderam minha atenção de um modo particular. Era como se esse homem de Deus estivesse falando comigo pessoalmente, pois ele também havia experimentado momentos de depressão. Sua vida sempre era cheia de problemas e ele não via a saída.

Senti que aquele homem tinha sofrido de verdade. Sempre pensei que na vida de um rei tudo corria bem. Agora eu lia sobre as necessidades dele e como clamava a Deus na angústia.

Eu também não estava em uma situação caótica? A oração de Davi por ajuda e salvação se aplicava a mim. Não demorou muito para eu reconhecer minha culpa por todos os atos errados que cometera e me sentir envergonhado de mim mesmo. Naquele dia de 1987, me ajoelhei na cela e derramei meu coração diante de Jesus Cristo. Disse que tinha arruinado minha vida por causa do pecado e que eu estava cansado do crime. Pedi que perdoasse todos os meus pecados.

Quando levantei, senti como se uma cadeia pesada e invisível que me acorrentara por tantos anos tivesse se partido e fosse arrancada de mim. Uma paz real entrou em meu coração. Naquela época não entendi direito o que havia acontecido, mas foi onde tudo mudou na minha vida.”

(concluído)

Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br

Eis que faço novas todas as coisas (Apocalipse 21:5).

O filho de Sam (1)

Há alguns anos, foi feito um filme chamado “O Filho de Sam”. Era a história de um assassino em série cuja vida era cheia de degradação moral e violência. No entanto, esse mesmo homem tinha outra história para contar. Aqui está o relato do próprio “herói”:

“A polícia e os leitores de jornal me chamavam de ‘o filho de Sam’, mas Deus já me deu um novo nome – filho da esperança – porque minha vida mudou e agora tenho esperança. Louvado seja Deus!

Estive preso por 23 anos. Os primeiros dez foram cheios de desespero e trevas. Não via sentido em viver e na minha total miséria só pensava em suicídio.

Quando a polícia me prendeu em 1977, eu tinha 24 anos. Fui sentenciado à prisão perpétua. Na penitenciária de New York, tentaram me matar cortando a minha garganta com uma lâmina de barbear. Escapei da morte por um fio. Era um candidato ao inferno, mas Deus tinha outros planos para mim. Jesus Cristo queria me alcançar por intermédio de Seu amor, bondade e afeição. Jamais conhecera tais coisas até então.

Em uma noite de inverno, enquanto caminhava no pátio da prisão, outro prisioneiro veio até mim e me disse que o Senhor Jesus me amava e queria me perdoar. Ri e zombei dele: não podia imaginar que Deus me amava ou sequer faria algo por mim. Mas aquele homem possuía um estranho olhar de alegria, embora ele também tivesse uma ficha criminal. Ignorando minha reação, ele continuou a demonstrar interesse em mim, e nos tornamos amigos.”

(continua)

Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br

Finalmente, irmãos, orai por nós, para que a palavra do Senhor se propague e seja glorificada, como também está acontecendo entre vós;

2 Tessalonicenses 3:1-18

Paulo pede as orações dos santos: “Orai por nós” (v. 1; 1 Tessalonicenses 5:25). Ele mesmo não cessava de orar por eles (1:11). E contava com o fiel Senhor para fortalecê-los e guardá-los do mal. Também contava com a obediência deles e esta incluía simplesmente o cumprimento de suas tarefas cotidianas. Mas alguns em Tessalônica haviam deixado de trabalhar. Já que o Senhor estava vindo – pensavam eles – para que cultivar o campo e ocupar-se com os negócios da vida presente? O triste resultado era que eles estavam intrometendo-se na vida alheia (v. 11; ver 1 Timóteo 5:13). Paulo protestou com veemência. Nada em seu ensinamento podia dar pretexto a semelhante desordem (vv. 6-7 e 11; comparar 1 Tessalonicenses 4:11). Ao contrário, Paulo havia trabalhado com as próprias mãos exemplarmente, a fim de não ser um peso a ninguém (v. 8). E o exemplo supremo é “constância de Cristo” (v. 5), que permanece à espera do momento em que haverá de apresentar-Se à Sua amada igreja.

Com as epístolas aos Tessalonicenses chegamos ao fim das cartas que Paulo escreveu a sete igrejas muito diferentes. Nelas, são tratados vários aspectos da vida e da doutrina cristã, desde a aquisição da salvação na epístola aos Romanos até a glória vindoura em Tessalonicenses. Todos estes ensinamentos são de grande valor para nós. Que o Senhor nos ajude a retê-las a fim de que possamos permanecer “firmes” (2:15).

Extraído do “Guia Devocional do Novo Testamento” – literatura@terra.com.br

E disse Deus: Produzam as águas abundantemente répteis de alma vivente; e voem as aves sobre a face da expansão dos céus. E Deus criou as grandes baleias, e todo o réptil de alma vivente que as águas abundantemente produziram conforme as suas espécies; e toda a ave de asas conforme a sua espécie; e viu Deus que era bom. E Deus os abençoou, dizendo: Frutificai e multiplicai-vos, e enchei as águas nos mares; e as aves se multipliquem na terra.

Gênesis 1:20-31 (leia aqui)

Um relógio testifica a habilidade do artesão relojoeiro que o fez. Assim também “os céus proclamam a glória de Deus, e o firmamento anuncia as obras das suas mãos” (Salmo 19:1). “Observai as aves do céu… Considerai como crescem os lírios do campo” (Mateus 6:26, 28). Infelizmente, quantas pessoas estão cegas a estas belezas da natureza e não reconhecem nelas “o seu eterno poder, como também a sua própria divindade” (Romanos 1:20)! Os descrentes buscam substituir estes versículos tão inequívocos por suas próprias teorias, particularmente a da evolução. Porém jamais precisamos temer que alguma especulação da mente humana ou as descobertas geológicas possam abalar alguma das declarações divinas. Recordemos que, neste âmbito, não é a ciência que pode ensinar, nem a inteligência que pode entender. É a Palavra que ensina e a que compreende (leia Hebreus 11:3).

Que contraste há agora com o versículo 2! Ali, onde as trevas reinavam, Deus fez com que brilhasse a luz . A partir de um cenário de desolação, Ele criou um mundo ordenado e habitável. Mas, neste ponto, a terra ainda está vazia. E “o Deus que formou a terra… não a criou para ser um caos, mas para ser habitada” (Isaías 45:18). Por meio de um último ato de soberania, Ele criou o homem e o fez à Sua imagem, isto quer dizer, Seu representante e cabeça de toda a criação.

NO princípio criou Deus os céus e a terra. E a terra era sem forma e vazia; e havia trevas sobre a face do abismo; e o Espírito de Deus se movia sobre a face das águas. E disse Deus: Haja luz; e houve luz. E viu Deus que era boa a luz; e fez Deus separação entre a luz e as trevas. E Deus chamou à luz Dia; e às trevas chamou Noite. E foi a tarde e a manhã, o dia primeiro.

Gênesis 1:1-19 (leia aqui)

Deus, que não tem princípio nem fim, já estava ali, antes que qualquer coisa de todo o universo conhecido hoje existisse. E Ele nos permite como que presenciar o desenrolar de seus feitos como Criador. Quando desejamos fabricar algum objeto, precisamos primeiro de algum material. Mas, para Deus, bastou que Ele falasse para fazer com que todas as coisas surgissem do nada. Deus falou e passaram a existir os céus, a Terra, a luz, as nuvens, os mares, a terra seca, o firmamento com seus luzeiros – o sol, a lua e as inúmeras estrelas –, uma enorme variedade de plantas e animais; coisas infinitamente grande e infinitamente pequenas.

Este relato, tão majestoso e ao mesmo tempo tão simples, é para nós a resposta definitiva à grande pergunta que as pessoas de todas as épocas sempre repetiram: “Quem… mediu as águas e tomou a medida dos céus a palmos… e pesou os montes?… Quem criou estas coisas?” (Isaías 40:12,26; Provérbios 30:4). Sim, quem concebeu o perfeito desenho dos flocos de neve? Quem projetou a delicada e extraordinária estrutura do inseto mais simples ou escolheu a cor e o perfume da flor mais comum? Hebreus 1:2-3 nos dá a resposta: Jesus, o Autor de nossa salvação, é também o Criador de todas essas maravilhas (veja também Provérbios 8:27-31).

“Não te precipites com a tua boca, nem o teu coração se apresse a pronunciar palavra alguma diante de Deus; porque Deus está nos céus, e tu na terra; portanto sejam poucas as tuas palavras.” (Eclesiastes 5.2)

“Nunca mais”, dizemos diante da face do Senhor em oração, e eis que logo depois fazemos o mesmo erro outra vez. “Nunca mais, Senhor, quero cometer este pecado”, mas, no fundo, não abandonamos justamente esse pecado, e continuamos preso a ele. Por que será que seguidamente prometemos muitas coisas ao Senhor, mas não as cumprimos? Porque nossas decisões foram tomadas na esfera dos sentimentos. Nada é mais volúvel e inconstante do que os nossos sentimentos. Por isso logo esquecemos o Senhor e esquecemos mais ainda aquilo que dissemos e prometemos a Ele. “Pois bem”, você diz, “a culpa não é minha, afinal, eu sou assim mesmo”. Isso não é desculpa! Você pode ser instável e esquecido, mas não precisa continuar sendo instável por toda a vida. O Senhor deu a você uma arma potente e maravilhosa para libertá-lo dessa maneira emotiva de ser: a espada da Palavra de Deus que separa alma e espírito. Mas uma coisa deve ser enfatizada: a concordância apenas teórica com a Palavra de Deus não produz o efeito esperado. Mas quando praticamos o que diz a Palavra, nossas promessas e votos diante da face de Deus adquirem peso eterno.

Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)

E farás um altar para queimar o incenso; de madeira de acácia o farás… E com ouro puro o forrarás, o seu teto, e as suas paredes ao redor, e as suas pontas; e lhe farás uma coroa de ouro ao redor (Êxodo 30:1,3

Oferta de incenso

Toda manhã e toda tarde, Arão, o sumo sacerdote, tinha de oferecer uma oferta de incenso queimado sobre o altar de ouro. Tal incenso era santíssimo ao Senhor Deus. Em todos os seus ingredien tes antevemos as glórias e excelências de Cristo.

Após o cumprimento da grande obra de expiação feita pelo Senhor Jesus, os pecadores redimidos estão livres para se aproximar do Pai. Agora podemos adorá-Lo e, no poder do Espírito Santo, contemplar as belezas e perfeições do Filho. Isso alegra o coração de Deus e é como uma oferta de incenso queimada a Ele.

No caminho para o santuário, os sacerdotes tinham de passar pela bacia (ou pia) de bronze, que continha água. A ordem expressa de Deus era que eles tinham de lavar as mãos e pés nesta água antes de entrarem no tabernáculo ou oferecerem os holocaustos ao Senhor.

Esse preceito divino dado a Arão e seus filhos mostra que precisamos viver a justiça e a pureza de forma prática em nosso cotidiano. Nossa conduta tem de estar em concordância com a luz de Deus. Ao percebermos qualquer corrupção em nossa vida temos de nos lavar imediatamente, aplicando a Palavra de Deus a nós. Caso contrário, a contaminação se espalhará em nosso coração e nos afastaremos de Cristo. Assim, nossa oferta já não será mais de aroma agradável ao Senhor.

Extraído do devocional “Boa Semente” - literatura@terra.com.br

Irmãos, no que diz respeito à vinda de nosso Senhor Jesus Cristo e à nossa reunião com ele, nós vos exortamos a que não vos demovais da vossa mente, com facilidade, nem vos perturbeis, quer por espírito, quer por palavra, quer por epístola, como se procedesse de nós, supondo tenha chegado o Dia do Senhor.3 Ninguém, de nenhum modo, vos engane, porque isto não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniqüidade, o filho da perdição,

2 Tessalonicenses 2:1-17

Uma séria questão causava inquietação nos tessalonicenses. O dia do Senhor já havia chegado? As suas tribulações podiam levá-los a crer em tal coisa, e os falsos mestres afirmavam que isto era um fato. Não, contesta o apóstolo. Esse dia deve ser precedido por três acontecimentos: (1) nossa reunião com o Senhor; (2)a apostasia da falsa igreja e dos judeus; (3) o surgimento do anticristo, chamado de “o homem da iniqüidade, o filho da perdição” (v. 3), “o iníquo” (v. 8). Estes nomes enfatizam, por contraste, as características do Senhor Jesus: justiça, salvação e completa obediência a Deus.

Neste período terrível, um poder enganoso enviado como castigo cegará a mente dos homens: eles não deram crédito à verdade, mas então darão à mentira. “O mistério da iniqüidade” (v. 7) já está em ação, acrescenta o apóstolo (comparar com 1 João 2:18). Só “aquele que agora o detém” (v. 7), o Espírito Santo, é que faz barreira à plena manifestação do mal no mundo. Quando Ele tiver deixado a terra juntamente com a igreja, então a iniqüidade não conhecerá mais freio algum. Mas que contraste entre esse poder de Satanás (vv. 1-12) e a obra de nosso Deus e Pai! (vv. 13-17). Ele nos amou, nos escolheu para salvação e nos chamou para a glória de nosso Senhor Jesus Cristo. Não deixemos de Lhe render ações de graças agora mesmo (vv. 13; 1:3).

“O diabo, vosso adversário, anda ao derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar.” (1 Pedro 5.8)

Neste tempo do fim em que as atividades satânicas (Efésios 6.12) aumentam grandemente, nós, como filhos de Deus, só sairemos ilesos se formos persistentes na oração e na vigília. Nada é mais desleal do que membros do corpo Cristo adormecerem espiritualmente. Aí o inimigo ataca. Se você pegou no sono espiritualmente, já se encontra na armadilha mortal. O Senhor Jesus adverte: “O que, porém, vos digo, digo a todos: Vigiai!”. E, voltado para Pedro, Ele exclamou na noite em que foi traído: “Simão, Simão, eis que Satanás vos reclamou para vos peneirar como trigo.” Se o próprio Senhor diz isso, por que você não O leva a sério? Desperte, você que dorme! Vista toda a armadura de Deus! Viva a vitória de Jesus no dia-a-dia!

Se somos tentados dessa forma, não devemos ter medo de um dia sermos vencidos e sucumbirmos? Aquele que é por nós é maior e infinitamente mais poderoso do que aqueles que são contra nós! Por isso, seguros pela mão de Jesus andamos constantemente em direção da pátria melhor, à terra prometida! Não precisamos temer. Ninguém nos tirará da Sua mão.

Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)

   

E farás um altar para queimar o incenso; de madeira de acácia o farás… E com ouro puro o forrarás, o seu teto, e as suas paredes ao redor, e as suas pontas; e lhe farás uma coroa de ouro ao redor (Êxodo 30:1,3).

Oferta de incenso

Toda manhã e toda tarde, Arão, o sumo sacerdote, tinha de oferecer uma oferta de incenso queimado sobre o altar de ouro. Tal incenso era santíssimo ao Senhor Deus. Em todos os seus ingredien tes antevemos as glórias e excelências de Cristo.

Após o cumprimento da grande obra de expiação feita pelo Senhor Jesus, os pecadores redimidos estão livres para se aproximar do Pai. Agora podemos adorá-Lo e, no poder do Espírito Santo, contemplar as belezas e perfeições do Filho. Isso alegra o coração de Deus e é como uma oferta de incenso queimada a Ele.

No caminho para o santuário, os sacerdotes tinham de passar pela bacia (ou pia) de bronze, que continha água. A ordem expressa de Deus era que eles tinham de lavar as mãos e pés nesta água antes de entrarem no tabernáculo ou oferecerem os holocaustos ao Senhor.

Esse preceito divino dado a Arão e seus filhos mostra que precisamos viver a justiça e a pureza de forma prática em nosso cotidiano. Nossa conduta tem de estar em concordância com a luz de Deus. Ao percebermos qualquer corrupção em nossa vida temos de nos lavar imediatamente, aplicando a Palavra de Deus a nós. Caso contrário, a contaminação se espalhará em nosso coração e nos afastaremos de Cristo. Assim, nossa oferta já não será mais de aroma agradável ao Senhor.

Extraído do devocional “Boa Semente” - literatura@terra.com.br

Paulo, Silvano e Timóteo, à igreja dos tessalonicenses, em Deus, nosso Pai, e no Senhor Jesus Cristo, graça e paz a vós outros, da parte de Deus Pai e do Senhor Jesus Cristo. Irmãos, cumpre-nos dar sempre graças a Deus no tocante a vós outros, como é justo, pois a vossa fé cresce sobremaneira, e o vosso mútuo amor de uns para com os outros vai aumentando, a tal ponto que nós mesmos nos gloriamos de vós nas igrejas de Deus, à vista da vossa constância e fé, em todas as vossas perseguições e nas tribulações que suportais,

2 Tessalonicenses 1:1-12

As perseguições das quais os tessalonicenses eram vítimas lhes haviam aumentado a fé, fazendo-lhes abundar em amor e manifestar sua paciência. O que, pois, lhes faltava e por que o apóstolo julgou necessário dirigir-lhes esta segunda epístola? Aqui a esperança não é mencionada, tampouco o gozo do Espírito Santo (comparar 1 Tessalonicenses 1:3,6). Paulo coloca ante eles as verdades convenientes para reanimar estes sentimentos em seus corações. O triunfo de seus perseguidores e seus próprios sofrimentos não são mais que temporários: “O Senhor, Deus que dá a paga, certamente lhe retribuirá” (Jeremias 51:56). Esta “paga”, tanto dos fiéis como dos ímpios, ocorrerá no dia do Senhor. Está ligada à Sua gloriosa manifestação. A mesma penalidade – “eterna destruição” – alcançará os pagãos que voluntariamente permanecem na ignorância de Deus e aqueles que são cristãos só de nome mas “não obedecem ao evangelho” (v. 8). Ao mesmo tempo, os santos – “todos os que creram” – serão vistos na companhia do Senhor, associados à Sua admirável glória (v. 10; Mateus 13:43). Mas a vontade de Deus e a oração do apóstolo é que, desde já, o nome de nosso Senhor Jesus Cristo seja glorificado em cada um dos que Lhe pertencem.

“Desperta, ó tu que dormes, levanta-te de entre os mortos, e Cristo te iluminará.” (Efésios 5.14)

Eu tenho medo. Embora a Bíblia muitas vezes diga: “Não temas”!, eu tenho medo de algo bem concreto: dos terríveis sinais do tempo do fim, dos quais o Senhor Jesus falou: “…o amor se esfriará de quase todos.” Se fala muito do amor fraterno, do amor ao próximo. Mas aqui me lembro de muitas pessoas, do seu maravilhoso primeiro amor ardente pelo Senhor Jesus. Com lágrimas nos olhos, um dia você se converteu, achou o perdão de seus pecados, se alegrou no Senhor, foi zeloso em testemunhar dEle, se esforçou em ganhar almas para o Cordeiro de Deus, se ajoelhou com outros filhos de Deus para orar –, e hoje? Tudo se tornou superficial. O amor em você esfriou.

Paulo diz: “…o amor de Cristo nos constrange.” O Senhor exaltado clama:“Tenho, porém, contra ti que abandonaste o teu primeiro amor.” É disso que eu tenho medo, e repetidas vezes procuro a face do Senhor a fim de me examinar e de pedir que Ele me ilumine, e pergunto: “Senhor, ainda estou no primeiro amor?” Você não sente o frio mortal do tempo do fim que ameaça vir sobre nós? “…O amor se esfriará de quase todos.” Peço-lhe do fundo do meu coração: não permita que o seu amor esfrie!

Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)

O que eu faço não o sabes tu agora, mas tu o saberás depois (João 13:7).

Meditações sobre o livro de Deuteronômio (Leia Deuteronômio 29:18-29)

Até agora, o assunto tem sido o povo como um todo. Os versículos 18 a 21 aplicam-se a indivíduos, homens e mulheres que se afastam do Senhor. Erva venenosa e amarga (v. 18) é planta cujos frutos crescem em lugares não cultivados. Quando nosso coração está “em situação selvagem”, não devemos surpreender-nos se certas raízes de amargura se desenvolverem, envenenando nosso espírito com toda a sorte de ressentimento, inveja e animosidade. A cura para isso, de acordo com Hebreus 12:15, é não nos privarmos da graça de Deus.

Este capítulo encerra com um versículo reconfortante. Nossa história, assim como a de Israel, consiste em um lado visível, pelo qual somos responsáveis; e um lado oculto, o da graça, do qual somente Deus tem pleno conhecimento. Certas tapeçarias são bordadas do fim para o início. Enquanto o trabalho é feito, apenas se vêem nós e linhas desordenadas na peça; somente o artesão sabe o que está fazendo. Quando o bordado fica pronto, o desenho surge no outro lado em toda sua beleza e perfeição. “As coisas reveladas” correspondem ao lado visível da obra divina. Aflições, provas, disciplinas por vezes nos parecem contrárias aos planos de Deus. Mas em breve, na magnificência do Lugar Celestial, admiraremos o lado oculto do trabalho de Deus e entenderemos completamente Seu amor.

Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br

Agora, vos rogamos, irmãos, que acateis com apreço os que trabalham entre vós e os que vos presidem no Senhor e vos admoestam;e que os tenhais com amor em máxima consideração, por causa do trabalho que realizam. Vivei em paz uns com os outros. Exortamo-vos, também, irmãos, a que admoesteis os insubmissos, consoleis os desanimados, ampareis os fracos e sejais longânimos para com todos. Evitai que alguém retribua a outrem mal por mal; pelo contrário, segui sempre o bem entre vós e para com todos. Regozijai-vos sempre. Orai sem cessar.

1 Tessalonicenses 5:12-28

O final da epístola ensina qual deve ser o nosso comportamento entre os irmãos, para com todos os homens, em relação a Deus e, por fim, na Igreja. Em suma, nossa vida inteira está encerrada nestas curtas exortações. Se é uma questão de regozijar, que seja sempre; de orar, que seja sem cessar; de dar graças, que seja em tudo. A fé nos permite agradecer ao Senhor mesmo pelas coisas que nos parecem penosas. Orar sem cessar é permanecer em Sua comunhão, o que será também nossa salvaguarda contra o mal sob todas as suas formas (v. 22). Aquele que nos resgatou completamente – espírito, alma e corpo – exige também a santidade de todo o nosso ser (4:3). As manchas do espírito e do coração, embora invisíveis, são tão temíveis como as do corpo. Peçamos ao Senhor, que é fiel, que nos conserve íntegros e irrepreensíveis, semelhantes a Ele, para o momento da grande reunião. Na verdade, nenhum pensamento é mais apropriado para nos santificar que o do retorno do Senhor Jesus (leia 1 João 3:3). Esta inestimável promessa se encontra mencionada no fim de cada um dos cinco capítulos desta epístola. Não a percamos de vista. Até então, que “a graça de nosso Senhor Jesus Cristo” seja com cada um de nós.

Extraído do “Guia Devocional do Novo Testamento” – literatura@terra.com.br