Publicado em 10 10UTC Novembro 10UTC 2009 por radoalves
2 Reis 21:19-26; 22:1-7 (leia aqui)
Amom sucede Manassés. Depois de dois anos de reinado ímpio, ele morre violentamente. E o pequeno Josias, seu filho, sobe ao trono com oito anos de idade. Esse nome já havia sido mencionado séculos antes pelo profeta que subiu a Betel para falar contra o altar na presença de Jeroboão (1 Reis 13:2). Esse filho necessariamente tinha de nascer da casa de Davi para executar a justiça e o juízo. Vemos que em meio a tanto mal que o cercava, os pensamentos de Deus se voltam a essa criança muitos anos antes. Porém, por toda a eternidade, os pensamentos divinos estão sobre a pequena criança de Belém que se tornou o Salvador do mundo.
O reinado de Josias, como o de seu antecessor Ezequias, corresponde ao que chamamos de reavivamento. No presente estado de dormência da cristandade, o Espírito Santo faz surgir, aqui e ali, reavivamentos semelhantes. O despertar do qual Josias foi instrumento tinha essa característica: um novo interesse pela casa de Deus e um retorno ao Livro sagrado. Por fim, houve uma preocupação em se separar do mal. Teremos oportunidade de detalhar esses pontos nas folhinhas seguintes.
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Publicado em 10 10UTC Novembro 10UTC 2009 por radoalves
2 Reis 21:1-18 (leia aqui)
Ezequias foi o rei mais fiel de todos desde o tempo de Davi. Seu filho, Manassés, seria o mais ímpio. “Prosseguiu em fazer o que era mau perante o Senhor, para o provocar à ira” (v. 6). E, além de todos os outros crimes, aqui se acrescenta a responsabilidade de ser filho do piedoso Ezequias, que dissera: “O pai fará notório aos filhos a tua fidelidade” (Isaías 38:19). Se nas Escrituras apenas estivesse registrado este capítulo falando sobre Manassés, poderíamos afirmar com toda a certeza que ele estaria perdido por toda a eternidade. Mas o segundo livro de Crônicas (33:12-13) nos conta sobre o final da história desse rei e nos ensina que a graça de Deus tem a última palavra. Quem poderia imaginar que tal homem iria se arrepender, orar e receber perdão? De fato, os pensamentos de Deus não são os nossos pensamentos. Nossa salvação não depende na maneira pela qual nos comportamos. É resultado da incomparável graça do Deus de amor. Porém, o que fizemos antes de nossa conversão é tido como abominável diante de Deus. Paulo se autodenominou o principal dos pecadores por ter perseguido a igreja. Mas acrescentou: “Por esta mesma razão me foi concedida misericórdia, para que em mim, o principal, evidenciasse Jesus Cristo a sua completa longanimidade” (1 Timóteo 1:16).
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Publicado em 8 08UTC Novembro 08UTC 2009 por radoalves
2 Reis 20:12-21 (leia aqui)
Tendo vencido duas provações, o pobre Ezequias sucumbe ao terceiro – exatamente pelo fato de este não ter a aparência de provação! O que poderia ser mais lisonjeiro do que importantes mensageiros do rei da Babilônia? Eles vieram com cartas e presentes para Ezequias. Que pena que ele não apresentou esta carta diante de Deus! Quanto aos presentes, ele se sentiu constrangido e como que obrigado a agradar esses estrangeiros. Quão perigosas para o cristão são essas cortesias do mundo! Elas freqüentemente encontram eco na vaidade de nosso coração! Essa não era uma oportunidade de Ezequias falar com tais homens sobre a bondade e o poder do Senhor que por duas vezes o livrou? Não era uma oportunidade de levá-los a conhecer a casa do seu Deus? Em vez disso, ele lhes mostrou sua própria casa e seu arsenal – que tinha sido totalmente inútil contra Senaqueribe -, e seus tesouros, dos quais o Senhor agora dizia que nada seria deixado. “Que viram em tua casa?”. Uma pergunta séria! O que os visitantes vêem em nossa casa; sobre o que conversamos com eles? É sobre tesouros de que nos orgulhamos, mas que perecerão? Ou é sobre Ele, o Dono e Senhor de tudo o que existe no mundo?
Ezequias admitiu que merecia o julgamento. E depois disso, a vida do fiel rei chega ao fim.
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Publicado em 7 07UTC Novembro 07UTC 2009 por radoalves
2 Reis 20:1-11 (leia aqui)
Uma segunda provação, mais terrível que primeira, aflige agora o rei. A morte bate à porta dele. Em sua angústia, dessa vez ele também se volta para o Senhor. Certamente não poderia entrar no santuário como costumava fazer, mas é sempre possível encontrar Deus, mesmo em um leito de enfermidade. Quantas pessoas acamadas têm tido essa abençoada experiência todos os dias!
Acaz, pai de Ezequias, rejeitou o sinal que o Senhor queria dar (Isaías 7:10-12). E no relógio de sol que mandou fazer, a hora do julgamento se aproximava rapidamente. Porém, aqui o fiel e piedoso rei recebe, além da cura, o mais extraordinário sinal. Ao retroceder a sombra, Deus lhe mostra que aceitou a petição para adiar a execução do castigo.
Muitos detalhes desta bela história nos fazem meditar, por meio de contrastes, no Senhor Jesus. No Salmo 102 temos a seguinte oração: “Deus meu, não me leves na metade de minha vida”. A resposta do Pai é: “Tu, cujos anos se estendem por todas as gerações” (v. 24). Isaías anunciou que o rei seria curado no terceiro dia. Cristo realmente entrou na morte, e da mesma maneira, saiu dela no terceiro dia.
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Publicado em 6 06UTC Novembro 06UTC 2009 por radoalves
2 Reis 19:25-37 (leia aqui)
O orgulho do rei da Assíria estava fora de controle, pois até esse momento nenhum povo tinha sido capaz de resisti-lo. Perceba o uso repetido da palavra “eu” nos versículos 23 e 24. O orgulho é mais aterrador quando tenta medir forças contra o próprio Deus. O estúpido desejo humano de “ser igual a Deus” (Filipenses 2:6) é visto claramente no mundo atual. Por meio da ciência, da tecnologia e do progresso pelos quais se vangloria, o mundo está passando rapidamente para o momento em que o homem adorará a si mesmo na pessoa de um “super-homem”, que será ninguém menos que o anticristo.
Os assírios também são uma figura profética: um formidável poder asiático que, no futuro, invadirá a Palestina e cercará Jerusalém. Porém, tal poder será destruído no aparecimento do Senhor Jesus, prefigurado aqui pelo Anjo do Senhor. O acampamento dos assírios é arrasado em uma única noite. Então Senaqueribe é assassinado por seus próprios filhos no templo do seu próprio deus, Ninrode. O Deus é glorificado, e podemos ter certeza de que sempre será quando livra Seu servo fiel.
homem que declarou que Deus não poderia livrar Ezequias é castigado na presença de seu ídolo incapaz de protegê-lo.
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Publicado em 5 05UTC Novembro 05UTC 2009 por radoalves
2 Reis 19:14-24 (leia aqui)
Sofrer em silêncio, não responder nada, essas são atitudes próprias de quem crê, diante da provocação do mundo ou de suas mais atrativas seduções. Mas, quando está diante de Deus, acha palavras para falar. Ezequias agiu assim. O rei estendeu a carta do inimigo diante dos olhos do Senhor e disse a Deus algo semelhante a: “Essa questão é Tua; eu deixarei que Tu lides com isso”, pois os assírios blasfemaram contra o próprio Deus, cuja glória foi desafiada (v. 19).
Ezequias completa sua surpreendente preparação militar com a mais eficaz das táticas: ele recua silenciosamente, mantendo-se fora da vista e deixando o inimigo enfrentar o Senhor, que é incomparavelmente mais forte! Em nossas dificuldades, grandes ou pequenas, temos de em primeiro lugar nos conscientizar que somos muito fracos para vencer qualquer obstáculo. Apresentemos a questão ao Senhor em oração. Por fim, esperemos em paz pelo livramento que vem do alto. Então a provação não estará mais entre nós e, ao contrário, o Senhor será como um escudo protetor entre nós, Seus redimidos, e a provação (Salmo 38:14-15).
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Publicado em 4 04UTC Novembro 04UTC 2009 por radoalves
2 Reis 19:1-13 (leia aqui)
Diante da investida dos exércitos assírios, Ezequias demonstra uma estranha maneira de conduzir a guerra. Em vez de se vestir com uma armadura, ele se cobre com um pano de saco. Seus oficiais não estão nas plataformas que ele construiu, mas na casa do Senhor. Por fim, em vez de chamar seus melhores guerreiros, ele mandou buscar o profeta Isaías! Mas, em contraste com a insolência e soberba do rei da Assíria, essa não é uma boa estratégia militar, conforme Paulo nos ensina? O apóstolo escreve em 2 Coríntios 10:4-5: “Porque as armas da nossa milícia não são carnais, e sim poderosas em Deus, para destruir fortalezas, anulando nós sofismas e toda altivez que se levante contra o conhecimento de Deus“. Ezequias, cujo nome significa “poder de Deus”, sabe a quem deve ir para obter ajuda (Salmo 121:2). A confiança dele não é frustrada. “Não temas” foi a resposta do profeta – uma preciosa frase que tantas vezes ouvimos na Bíblia, especialmente da boca do próprio Deus: “Não temas, crê somente” (Marcos 5:36). Ele tinha a língua de eruditos para que pudesse dizer boa palavra ao cansado (Isaías 50:4). A temerosa porém confiante alma do redimido, enquanto suporta as aprovações, recebe através dessa palavra a força e a coragem necessárias para esperar pelo livramento.
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Publicado em 3 03UTC Novembro 03UTC 2009 por radoalves
2 Reis 18:26-37 (leia aqui)
O grande copeiro continua seu discurso falando sobre ameaças, ridicularização e mentiras. Ele falsamente disse ter recebido uma ordem do Senhor para ir contra Judá e destruí-lo (v. 25). Por um momento tenta usar a sedução. Falando a língua do povo (Satanás conhece-a muito bem), ele pinta um encantador quadro das riquezas da Assíria, para onde lhes propõe que sejam transportados trigo, pão, azeite, vinhas etc. Em resumo, ele lhes assegura que a terra seria como a deles (v. 32). De fato, se compararmos os recursos da Assíria com os de Canaã (Deuteronômio 8:7-8), aparentemente há pouca diferença. Porém, há uma diferença vital: a terra do inimigo não é como a terra do Senhor, “terra de ribeiros de águas, de fontes e de abismos, que saem dos vales e das montanhas”. Uma terra como a nossa? Certamente não! Jesus não dá como o mundo dá (João 14:27). Se não for capaz de induzir o crente a aceitar seus ilusórios recursos, o Inimigo procurará desviá-lo do Supremo Recurso: seu poderoso Deus (vv. 33-35). Que resposta o cristão deve dar? Nenhuma! Nem sequer uma única palavra (v. 36)! Não temos de discutir com o Diabo!
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Publicado em 3 03UTC Novembro 03UTC 2009 por radoalves
2 Reis 18:13-25 (leia aqui)
Ezequias bravamente tomou posição ao lado do Senhor. Mas sua fé ainda não tinha sido testada. Era necessário que isso acontecesse. E, da mesma maneira, cada cristão deve demonstrar, mais cedo ou mais tarde, se seus atos são atos de fé ou não. Como recontado em Isaías, a fé de Ezequias começou a vacilar diante de tão formidável ataque do rei da Assíria. Ele pensou que se livraria de problemas ao enviar enorme quantidade de prata e ouro a Senaqueribe. Foi isso o que Joás fez anteriormente. Mas Deus ensinaria ao rei (e a nós também) que o livramento e a verdadeira paz não são obtidos mediante concessões. E Inimigo sempre engana e ilude. Senaqueribe, em vez de se retirar, envia grande exército contra Ezequias e os habitantes de Jerusalém. Ele manda simultaneamente três perigosos enviados, cada um com um papel especial: seu general para derrotá-los, seu ministro para amansá-los e, por fim, seu copeiro para seduzi-los com palavras lisonjeiras. Temos de desconfiar de tais pessoas que Satanás nos envia às vezes com a mesma missão! A forma com que falam as denuncia!
Rabsaqué começa seu discurso bombástico, ridicularizando a fé que o rei tinha no Senhor.
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Publicado em 1 01UTC Novembro 01UTC 2009 por radoalves
2 Reis 18:1-12 (leia aqui)
Desse ponto em diante, até o final desse livro, a história se refere apenas a Judá. Deus recapitula tristemente todos os pecados de Seu povo. Mas agora Ele Se alegra em nos falar sobre um rei fiel. O reinado de Ezequias ocupa nada mais que onze capítulos da Bíblia (18-20; 2 Crônicas 29-32; Isaías 36-39); é como se Deus, no tempo da ruína e antes que chegasse um período ainda mais tenebroso, tivesse prazer em se deter sobre a vida de um servo piedoso. Até esse ponto, os relatos dados acerca dos melhores reis sempre incluíam a observação: “tão-somente os altos não se tiraram”. Esses lugares altos onde o povo sacrificava (a Deus ou aos ídolos) permaneciam por causa da desobediência a Deuteronômio 12. Eles fazem lembrar todas as tradições e superstições pelas quais a cristandade tem substituído os ensinos bíblicos no que se refere à adoração. A veneração que eles tinham pela serpente de bronze nos recorda que a cruz em si mesma virou objeto de idolatria para muitos. Ezequias quebrou e destruiu completamente a serpente de bronze.
Então saiu debaixo do jugo assírio e triunfou sobre os filisteus, segundo a profecia de Isaías (Isaías 14:28).
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Publicado em 31 31UTC Outubro 31UTC 2009 por radoalves
2 Reis 17:1-18 (leia aqui)
Oséias, assassino e sucessor de Peca, foi o último rei de Israel. Israel não aproveitou o adiamento da sentença dada pelo Senhor por alguns anos. No nono ano do reinado de Oséias houve a conquista de Samaria e a subseqüente deportação das dez tribos. Mas Deus em Sua justiça não quis dar esse passo final sem antes mostrar claramente a culpa do povo mais uma vez. Os versículos 7 a 18 resumem as irrefutáveis acusações divinas contra Israel. Assim será diante do grande e terrível trono branco. Os mortos não serão julgados antes que os livros onde estão registradas todas as suas obras sejam abertos, para a completa confusão deles (Apocalipse 20:12-13).
O rei da Assíria continuou com seu plano de expatriar populações. Que coisa vergonhosa ver a bela terra de Canaã ocupada por nações idólatras, mesmo que eternamente elas tenham aprendido a temer o Senhor e prestar-Lhe culto além do culto a seus próprios deuses (vv. 23-34).
Chegamos ao momento profetizado por Oséias, quando o Senhor pronuncia sobre Israel as solenes palavras “Lo-amni” (ou seja, “não meu povo”) com a réplica: “Põe-lhe o nome de Não-Meu-Povo, porque vós não sois meu povo, nem eu serei vosso Deus” (Oséias 1:9).
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Publicado em 30 30UTC Outubro 30UTC 2009 por radoalves
2 Reis 16:1-20 (leia aqui)
Durante o reinado de Acaz em Judá (e de Peca em Israel), a Assíria surge nessa história. Deus afirma que irá usá-la como “cetro da minha ira” (Isaías 10:5), para dispersar Israel e castigar Judá. Diante desse formidável inimigo, Acaz age como um talentoso político, mas sem se importar o mínimo com o que o Senhor pensava. No entanto, a mais maravilhosa das revelações veio por meio do profeta Isaías enquanto Acaz reinava (Isaías 7:14). “Eis que a virgem conceberá e dará à luz um filho e lhe chamará Emanuel.” Quantos em nossos dias têm ouvido sobre as notícias do nascimento de nosso Salvador, mas não querem esse Deus que veio estar conosco!
Acaz tomou a liberdade de mudar tudo na casa do Senhor. Mandou construir um altar maior: os homens sempre acham que o que Deus estabeleceu é muito restrito. Então o ímpio rei eliminou os sacrifícios do altar de bronze: o valor da expiação e a eficácia da cruz são negados. Ele remove as bases do mar e da pia, suprimindo assim o autojuízo. Por fim, ele faz alterações na porta e na entrada por causa do rei da Assíria (v. 18): isso é um símbolo da religião que agrada o mundo e se abre completamente para ele.
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Publicado em 30 30UTC Outubro 30UTC 2009 por radoalves
2 Reis 15:23-38 (leia aqui)
Todas as advertências de Deus, incluindo Seu silêncio, foram inúteis para despertar a consciência de Seu povo. Chegou o momento em que o último ato de disciplina deve ser executado. Isso significa a dispersão do povo entre as nações gentias. Foi a última e extrema punição, predita desde o começo da história de Israel (Levítico 26:33; Deuteronômio 28:64) e adiada por séculos de divina paciência. Podemos imaginar o quanto essa decisão custou ao coração de Deus. Ele tirou Seu povo do Egito. Ele os reuniu, os separou e os guiou até a terra prometida. E agora tem de desfazer Seu próprio trabalho e colocar esse infeliz povo sob um jugo do qual Ele mesmo os tirara (Jeremias 45:4). Porém, como último recurso da graça, a dispersão começa de maneira limitada. Ainda havia lugar para arrependimento.
Note: os habitantes de Gileade estão entre as primeiras vítimas. O capítulo 32 de Números relata a desastrosa escolha de duas tribos e meia que se estabeleceram além do Jordão devido a interesses materiais. Os descendentes deles colheram as trágicas conseqüências dessa decisão.
Em Judá reina o fiel Jotão e depois seu filho, Acaz, que foi um dos reis mais perversos.
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Publicado em 28 28UTC Outubro 28UTC 2009 por radoalves
2 Reis 15:1-22 (leia aqui)
Azarias, ou Uzias, sobre quem 2 Crônicas 26 nos dá mais informações, termina seu reinado de cinqüenta e dois anos de maneira muito triste. Ele começou a carreira bem. Assim havia sido com seu pai e avô. Lembremos que um bom início na vida cristã não nos garante um final feliz. Jamais confiemos em nossa fidelidade passada ou presente, mas no Senhor, o único capaz de nos guardar da queda (Judas 24).
Durante a longa vida de Azarias, Zacarias, o quarto e último descendente de Jeú, depois Salum, Menaém, Pecaías e Peca, um de cada vez, ocuparam o trono de Israel. O triste refrão que resume esses sucessivos reinados é “Fez o que era mau perante o SENHOR; não se apartou dos pecados de Jeroboão, filho de Nebate, que fez pecar a Israel”. Não importa o que a história do mundo registra sobre eles; o que conta de fato acerca da vida de uma pessoa, incluindo a minha e a sua, são os registros divinos. “Eles estabeleceram reis, mas não da minha parte” (Oséias 8:4). É terrível ver no final desse período da história de Israel como o Senhor, cansado de tamanha infidelidade, deixa Seu povo à própria sorte (Oséias 4:17).
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Publicado em 28 28UTC Outubro 28UTC 2009 por radoalves
2 Reis 14:17-29 (leia aqui)
Nada é dito sobre os últimos quinze anos da vida de Amazias. Anos perdidos! Ele não fez nada de valor para Deus que merecesse ser mencionado! Não há períodos assim em nossa vida? Como seu pai, Joás, ele também morreu de morte violenta – um triste fim para um homem que “deixou de seguir ao Senhor” (2 Crônicas 25:27)! Seu filho Azarias, também chamado de Uzias, o sucedeu quando tinha dezesseis anos, enquanto em Israel continuava o longo reinado do terceiro descendente de Jeú: Jeroboão II. Este último, como seus predecessores, manteve sua conexão com os bezerros de ouro feitos pelo primeiro Jeroboão! No entanto, por Sua misericórdia, Deus continua a livrar Seu povo, mesmo quando sob o domínio de um rei perverso. Como são comoventes as seguintes palavras: “Ainda não falara o SENHOR em apagar o nome de Israel de debaixo do céu” (v. 27). Deus, adiando o julgamento, anseia por demonstrar Sua graça toda vez que Sua aliança de justiça Lhe permite.
Ele continua a enviar profetas ao povo durante esse período: Oséias, Amós e por fim Jonas, aqui mencionado (v. 25). Deus multiplica as advertências. Em Hebreus, a Palavra diz que Deus falou “muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas, nestes últimos dias, nos falou pelo Filho, a quem constituiu herdeiro de todas as coisas, pelo qual também fez o universo” (Hebreus 1:1-2).
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Publicado em 26 26UTC Outubro 26UTC 2009 por radoalves
2 Reis 14:1-16 (leia aqui)
Amazias, filho de Joás, sobre ao trono de Judá ao mesmo tempo que Jeoás ocupa o trono de Israel. Notamos mais uma vez a boa influência de uma mãe que pertence ao povo de Deus (v. 2).
Boas coisas são ditas a respeito do novo rei, em particular no que se refere à obediência à Palavra de Deus (v. 6; Deuteronômio 24:16). “Ainda que não como Davi, seu pai” (v. 3), relembrando o exemplo de nosso amado rei.
O ponto de comparação é sempre Jesus, o perfeito exemplo. Somos exortados na primeira epístola de João a retornar ao “que era desde o princípio”. São as primeiras palavras dessa carta! E quais são as últimas? “Filhinhos, guardai-vos dos ídolos.” O segundo livro de Crônicas (25:14) nos diz que, no começo de seu reinado, Amazias trouxe consigo da batalha os ídolos dos edomitas e os adorou. Que ingratidão para com o Senhor, que havia dado a vitória sobre aquele mesmo povo! Uma amarga derrota diante de Jeoás, rei de Israel, foi a conseqüência da idolatria e do orgulho de Amazias, que o próprio Jeoás detectara (v. 10). Se atribuímos a nós mesmos o mérito das vitórias que conquistamos, Deus permitirá que percamos a próxima batalha para nos ensinar que temos de confiar somente nEle.
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Publicado em 25 25UTC Outubro 25UTC 2009 por radoalves
2 Reis 13:10-25 (leia aqui)
Eliseu, cujo nome significa “meu Deus é salvação”, permaneceu como profeta da graça até o fim de seu longo ministério. Aqui ele anuncia livramento a Jeoás, novo rei de Israel, que o visitava. Hoje onde acharemos graça e salvação se não em Cristo, que morreu por nós?
Jeoás infelizmente não foi capaz de aproveitar toda a graça oferecida a ele. O rei não tinha fé. Não somos como ele? Deus tem ricas bênçãos em reserva e está disposto a nos dar todas. Mas pedimos a Ele como se Deus fosse pobre ou como se não quisesse derramá-las sobre nós. Isso se deve a um conhecimento imperfeito de nosso Pai. As limitações nunca vêm dEle, mas de nossa falta de fé. “Nada tendes, porque não pedis” (Tiago 4:2).
Eliseu morre. Mas sua morte se torna uma fonte de vida para outro. Até mesmo na cova esse notável profeta é também um tipo de Cristo (Mateus 27:52).
O final deste capítulo nos mostra que Deus, compelido a castigar Seu povo, ao mesmo tempo é movido pela compaixão para com Israel (Hebreus 12:6).
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Publicado em 24 24UTC Outubro 24UTC 2009 por radoalves
2 Reis 12:17-21; 13:1-9 (leia aqui)
Hazael, rei da Síria, subiu contra Jerusalém. Mas o que Joás fez em vez de confiar no Senhor? Agiu da mesma maneira que Asa no final do reinado, quando Baasa subiu contra ele (1 Reis 15:17-18). Joás enviou ao rei da Síria todos os objetos consagrados por seus antepassados e por ele mesmo no começo de seu reinado. Infelizmente, quantos têm imitado o exemplo desse pobre rei! No início da vida cristã, fazem sacrifícios para o Senhor com satisfação. Consagram ao colocar à parte alguma coisa para a obra do Senhor. Então vem a oposição do mundo. E, não estando preparados para enfrentar isso pela fé, preferem abandonar tudo. É exatamente isso o que o Inimigo estava esperando. A partir de então, o diabo os deixa em paz. Mas que preço altíssimo!
A vida de Joás, que começou tão bem, agora acaba tragicamente. Ele é assassinado por seus próprios servos. Amazias reina no lugar de Joás, enquanto em Israel Jeoacaz substitui Jeú. Jeoacaz é um rei perverso. Após um período de descanso, no qual a graça de Deus brilha fortemente (vv. 4-6), ele dá um salvador a Seu povo. Quão maior foi o Salvador que Ele nos deu!
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Publicado em 23 23UTC Outubro 23UTC 2009 por radoalves
2 Reis 12:1-16 (leia aqui)
A morte de Joiada se tornou um ponto crítico no longo reinado de Joás. O segundo livro de Crônicas nos conta sobre o triste fim da vida desse rei. Mas aqui, até o versículo 16, vemos o período áureo de seu reinado. Uma coisa somente parecia encher o coração do rei: a restauração da casa do Senhor. Após os dias de Salomão, o templo havia entrado em decadência. Mas Joás, tendo crescido com os sacerdotes nas câmaras anexas ao santuário, cultivava um profundo interesse por esse edifício desde sua mais tenra infância. E ao mesmo tempo teve a oportunidade de observar cada violação cometida contra o templo! E vocês, jovens, criados entre as verdades concernentes à Assembléia: ela tem lugar em nosso coração? Sem dúvida você também conhece algumas das “brechas” da Assembléia: desacordos, falta de compromisso, falta de zelo, mundanismo… Será que não é um belo e desejável serviço se tornar como Joás, um “reparador de brechas” (Isaías 58:12)? Um jovem pode aprender a fazer isso (Efésios 4:2, 3)!
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Publicado em 22 22UTC Outubro 22UTC 2009 por radoalves
2 Reis 11:4-21 (leia aqui)
A família real de Israel foi totalmente massacrada. A de Judá sofreu o mesmo destino, com exceção de um bebê escondido no templo por sua tia, esposa do sumo sacerdote (2 Crônicas 22:11). Durante esse tempo, Atalia ocupou injustamente o trono.
Há uma situação parecida hoje: Jesus, tendo passado pela morte (enquanto Joás escapou dela), está agora na casa do Pai exercendo Seu sacerdócio, oculto dos olhos do mundo, mas na presença de Deus, e logo aparecerá no dia de Sua glória como o verdadeiro “Filho de Davi”. Existem aqueles – pertencentes à família de Deus – que O conhecem e O honram como o legítimo Rei, esperando Sua manifestação pública (Tito 2:13). Eles desfrutam de uma alegre esperança e conhecem um segredo precioso. Como resultado, o domínio temporário de Satanás, “o Príncipe deste mundo”, não os abala. Logo esse reinado de injustiça será completamente destruído, como foi o da perversa Atalia. A coroação de Joás então é figura de um evento futuro que nosso coração anseia pela fé.
A adoração a Baal foi erradicada de Judá, sem a necessidade das astúcias empregadas por Jeú.
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Publicado em 21 21UTC Outubro 21UTC 2009 por radoalves
2 Reis 10:28-36; 11:1-3 (leia aqui)
Jeú, como executor da vingança do Senhor, se assemelha ao Rei, o Valente (Cristo), ao qual o Salmo 45 é dirigido: “Amas a justiça e odeias a iniqüidade; por isso, Deus, o teu Deus, te ungiu com o óleo de alegria, como a nenhum dos teus companheiros” (v. 7; 9:6). “E nessa majestade cavalga prosperamente’ (v. 4; 9:16). “A tua destra te ensinará proezas. As tuas setas são agudas, penetram o coração dos inimigos do Rei” (vv. 4-5; 9:24). E, como conseqüência, o trono Lhe foi entregue, não por um período limitado de tempo (por quatro gerações, no caso de Jeú – v. 30), mas “para todo o sempre” (Salmo 45:6).
Infelizmente, o versículo 31 enfatiza um contraste e nos ensina uma severa lição: é possível demonstrar grande zelo por Deus, fazer coisas espetaculares que têm a aparência de atos de fé, e com tudo isso estar buscando tão-somente os próprios interesses.
O capítulo 11 nos leva ao reino de Judá, onde vemos a abominável Atalia, legítima filha de Acabe e Jezabel, assassinando seus próprios descendentes masculinos a fim de garantir para si mesma a coroa.
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Publicado em 20 20UTC Outubro 20UTC 2009 por radoalves
2 Reis 10:12-27 (leia aqui)
Continuando sua missão de vingança, Jeú encontra um grupo de jovens alegres que caminhavam despreocupados. Eram quarenta e dois irmãos (ou primos) de Acazias. Sem suspeitar do que acontecera, eles voltavam de uma visita aos ilustres jovens da outra família real… precisamente os setenta homens cujas cabeças agora estavam agrupadas em dois montões no portão de Jezreel! E os quarenta e dois iriam novamente encontrar os setenta… na morte! Quão grande é o número de jovens que só pensam em desfrutar a vida, esquecendo que a morte lhes pode surpreender sem que estejam preparados (Eclesiastes 11:9). De fato, quantos deles morreram repentinamente, talvez por acidentes de carro, quando se dirigiam para algum lugar de diversão!
Outro interessante encontro foi o de Jeú com Jonadabe, filho de Recabe. Ele era um homem fiel. O capítulo 35 de Jeremias conta a história dessa família. Jeú se vangloria do próprio zelo e convida Jonadabe para assistir ao massacre dos sacerdotes de Baal. Porém o ardil que ele planeja para realizar isso não se compara à cena no Carmelo, que resultou na conversão do coração do povo ao Senhor (1 Reis 18).
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