Todo Dia Com as Escrituras Números 10:11-36 (leia aqui) Quando a nuvem se movia para partir, as trombetas soavam, o povo formava pelotões, os levitas desmontavam o tabernáculo e todos tomavam suas posições de marcha. Depois as trombetas soavam outra vez, “retinindo”, e as tribos se punham em marcha segundo suas bandeiras. Os cristãos hoje aguardam pelo sinal para a grande partida. O Senhor voltará com a “trombeta de Deus” para buscar Sua Igreja para Si (1 Tessalonicenses 4:16). Mas os cristãos não podem perder de vista os que ficarão para trás. Pelo que, junto com o Espírito, eles clamam ao mundo: “Vem! Aquele que tem sede venha” (Apocalipse 22:17). Foi isso que Moisés parece ter dito a Hobabe: Vem conosco e desfrutemos todas as boas coisas que Deus prometeu aos seus (v. 29). Mas por que Moisés em seguida pediu a ajuda de Hobabe para conduzir o povo através do deserto? Não o julguemos tão severamente, nós que muitas vezes temos preferido nos aconselhar com outros do que confiar na direção do Senhor! E como que para nos lembrar Quem é que conduz o Seu povo, o versículo 33 nos mostra a arca posta à dianteira deles para assegurar-lhes um “lugar de descanso”. A jornada de três dias que Cristo trilhou por nós através da morte, abriu um novo caminho rumo ao descanso celeste para o povo que ressuscitou com Ele.

Almeida Corrigida e Revisada Fiel

Números 10

11  E aconteceu, no ano segundo, no segundo mês, aos vinte do mês, que a nuvem se alçou de sobre o tabernáculo da congregação.

12  E os filhos de Israel, segundo a ordem de marcha, partiram do deserto de Sinai; e a nuvem parou no deserto de Parã.

13  Assim partiram pela primeira vez segundo a ordem do Senhor, por intermédio de Moisés.

14  Porque primeiramente partiu a bandeira do arraial dos filhos de Judá segundo os seus exércitos; e sobre o seu exército estava Naassom, filho de Aminadabe.

15  E sobre o exército da tribo dos filhos de Issacar, Natanael, filho de Zuar.

16  E sobre o exército da tribo dos filhos de Zebulom, Eliabe, filho de Helom.

17  Então desarmaram o tabernáculo, e os filhos de Gérson e os filhos de Merari partiram, levando o tabernáculo.

18  Depois partiu a bandeira do arraial de Rúben segundo os seus exércitos; e sobre o seu exército estava Elizur, filho de Sedeur.

19  E sobre o exército da tribo dos filhos de Simeão, Selumiel, filho de Zurisadai.

20  E sobre o exército da tribo dos filhos de Gade, Eliasafe, filho de Deuel.

21  Então partiram os coatitas, levando o santuário; e os outros levantaram o tabernáculo, enquanto estes vinham.

22  Depois partiu a bandeira do arraial dos filhos de Efraim segundo os seus exércitos; e sobre o seu exército estava Elisama, filho de Amiúde.

23  E sobre o exército da tribo dos filhos de Manassés, Gamaliel, filho de Pedazur.

24  E sobre o exército da tribo dos filhos de Benjamim, Abidã, filho de Gideoni.

25  Então partiu a bandeira do arraial dos filhos de Dã, fechando todos os arraiais segundo os seus exércitos; e sobre o seu exército estava Aieser, filho de Amisadai.

26  E sobre o exército da tribo dos filhos de Aser, Pagiel, filho de Ocrã.

27  E sobre o exército da tribo dos filhos de Naftali, Aira, filho de Enã.

28  Esta era a ordem das partidas dos filhos de Israel segundo os seus exércitos, quando partiam.

29  Disse então Moisés a Hobabe, filho de Reuel, o midianita, sogro de Moisés: Nós caminhamos para aquele lugar, de que o Senhor disse: Vô-lo darei; vai conosco e te faremos bem; porque o Senhor falou bem sobre Israel.

30  Porém ele lhe disse: Não irei; antes irei à minha terra e à minha parentela.

31  E ele disse: Ora, não nos deixes; porque tu sabes onde devemos acampar no deserto; nos servirás de guia.

32  E será que, vindo tu conosco, e sucedendo o bem que o Senhor nos fizer, também nós te faremos bem.

33  Assim partiram do monte do Senhor caminho de três dias; e a arca da aliança do Senhor caminhou diante deles caminho de três dias, para lhes buscar lugar de descanso.

34  E a nuvem do Senhor ia sobre eles de dia, quando partiam do arraial.

35  Acontecia que, partindo a arca, Moisés dizia: Levanta-te, Senhor, e dissipados sejam os teus inimigos, e fujam diante de ti os odiadores.

36  E, pousando ela, dizia: Volta, ó Senhor, para os muitos milhares de Israel.

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Todo Dia Com as Escrituras Números 9:15-23 e 10:1-10 (leia aqui) Israel não decidia nada sobre a distância percorrida durante sua jornada no deserto. Cada partida e cada parada aconteciam “segundo o mandado do SENHOR”. A nuvem se movia? Eles tinham de partir, mesmo que tivessem acabado de chegar, mesmo que estivessem em um lugar agradável. A nuvem descansava sobre o tabernáculo? Eles tinham de montar suas tendas sem avançar nenhum passo. Eles poderiam fazer isso sem a direção divina por um só dia que fosse? Absolutamente não! Ela era igualmente indispensável para muitos ou poucos dias, para montar ou desmontar acampamento, de dia ou de noite. Isto é um claro símbolo da contínua dependência que convém ao redimido do Senhor e a qual Ele mesmo demonstrou perfeitamente. Quando a vontade do Senhor era revelada, as trombetas de prata dos sacerdotes davam o sinal para os vários movimentos do povo. Elas soavam para reunir a assembléia (vv. 3-4), para prosseguir (vv. 5-6), para convocar à guerra (v. 9) e para os dias de alegria (v. 10). Essas trombetas nos falam do testemunho de Deus, rendido na assembléia pelos santos, no andar, nos conflitos e na adoração deles. Em meio a um mundo hostil, o desafio é “Não te envergonhes, portanto, do testemunho de nosso Senhor” (2 Timóteo 1:8).

Almeida Corrigida e Revisada Fiel

Números 10

1  FALOU mais o Senhor a Moisés, dizendo:

2  Faze-te duas trombetas de prata; de obra batida as farás, e elas te servirão para a convocação da congregação, e para a partida dos arraiais.

3  E, quando as tocarem, então toda a congregação se reunirá a ti à porta da tenda da congregação.

4  Mas, quando tocar uma só, então a ti se congregarão os príncipes, os cabeças dos milhares de Israel.

5  Quando, retinindo, as tocardes, então partirão os arraiais que estão acampados do lado do oriente.

6  Mas, quando a segunda vez retinindo, as tocardes, então partirão os arraiais que estão acampados do lado do sul; retinindo, as tocarão para as suas partidas.

7  Porém, ajuntando a congregação, as tocareis; mas sem retinir.

8  E os filhos de Arão, sacerdotes, tocarão as trombetas; e a vós serão por estatuto perpétuo nas vossas gerações.

9  E, quando na vossa terra sairdes a pelejar contra o inimigo, que vos oprime, também tocareis as trombetas retinindo, e perante o Senhor vosso Deus haverá lembrança de vós, e sereis salvos de vossos inimigos.

10  Semelhantemente, no dia da vossa alegria e nas vossas solenidades, e nos princípios de vossos meses, também tocareis as trombetas sobre os vossos holocaustos, sobre os vossos sacrifícios pacíficos, e vos serão por memorial perante vosso Deus: Eu sou o Senhor vosso Deus.

11  E aconteceu, no ano segundo, no segundo mês, aos vinte do mês, que a nuvem se alçou de sobre o tabernáculo da congregação.

12  E os filhos de Israel, segundo a ordem de marcha, partiram do deserto de Sinai; e a nuvem parou no deserto de Parã.

13  Assim partiram pela primeira vez segundo a ordem do Senhor, por intermédio de Moisés.

14  Porque primeiramente partiu a bandeira do arraial dos filhos de Judá segundo os seus exércitos; e sobre o seu exército estava Naassom, filho de Aminadabe.

15  E sobre o exército da tribo dos filhos de Issacar, Natanael, filho de Zuar.

16  E sobre o exército da tribo dos filhos de Zebulom, Eliabe, filho de Helom.

17  Então desarmaram o tabernáculo, e os filhos de Gérson e os filhos de Merari partiram, levando o tabernáculo.

18  Depois partiu a bandeira do arraial de Rúben segundo os seus exércitos; e sobre o seu exército estava Elizur, filho de Sedeur.

19  E sobre o exército da tribo dos filhos de Simeão, Selumiel, filho de Zurisadai.

20  E sobre o exército da tribo dos filhos de Gade, Eliasafe, filho de Deuel.

21  Então partiram os coatitas, levando o santuário; e os outros levantaram o tabernáculo, enquanto estes vinham.

22  Depois partiu a bandeira do arraial dos filhos de Efraim segundo os seus exércitos; e sobre o seu exército estava Elisama, filho de Amiúde.

23  E sobre o exército da tribo dos filhos de Manassés, Gamaliel, filho de Pedazur.

24  E sobre o exército da tribo dos filhos de Benjamim, Abidã, filho de Gideoni.

25  Então partiu a bandeira do arraial dos filhos de Dã, fechando todos os arraiais segundo os seus exércitos; e sobre o seu exército estava Aieser, filho de Amisadai.

26  E sobre o exército da tribo dos filhos de Aser, Pagiel, filho de Ocrã.

27  E sobre o exército da tribo dos filhos de Naftali, Aira, filho de Enã.

28  Esta era a ordem das partidas dos filhos de Israel segundo os seus exércitos, quando partiam.

29  Disse então Moisés a Hobabe, filho de Reuel, o midianita, sogro de Moisés: Nós caminhamos para aquele lugar, de que o Senhor disse: Vô-lo darei; vai conosco e te faremos bem; porque o Senhor falou bem sobre Israel.

30  Porém ele lhe disse: Não irei; antes irei à minha terra e à minha parentela.

31  E ele disse: Ora, não nos deixes; porque tu sabes onde devemos acampar no deserto; nos servirás de guia.

32  E será que, vindo tu conosco, e sucedendo o bem que o Senhor nos fizer, também nós te faremos bem.

33  Assim partiram do monte do Senhor caminho de três dias; e a arca da aliança do Senhor caminhou diante deles caminho de três dias, para lhes buscar lugar de descanso.

34  E a nuvem do Senhor ia sobre eles de dia, quando partiam do arraial.

35  Acontecia que, partindo a arca, Moisés dizia: Levanta-te, Senhor, e dissipados sejam os teus inimigos, e fujam diante de ti os odiadores.

36  E, pousando ela, dizia: Volta, ó Senhor, para os muitos milhares de Israel.

Todo Dia Com as Escrituras Números 9:1-14 (leia aqui) Um ano se passou desde a saída do Egito, e o Senhor comunica a Moisés Suas instruções para a celebração desse grande aniversário. A cristandade celebra anualmente o nascimento e morte do Salvador, mas depois disso muitos não dedicam um pensamento sequer a tais coisas até o ano seguinte. O redimido do Senhor tem, em contraste, o privilégio de lembrar juntos os Seus sofrimentos e a Sua morte a cada primeiro dia da semana ao participar da Ceia que Ele instituiu. Em Israel, a graça fez provisão para todos os que estivessem cerimonialmente impuros ou que estivessem em viagem. O Senhor conhece as circunstâncias dos Seus e lhes oferece Sua misericórdia, mas não abaixa Seu próprio padrão. Mesmo no segundo mês, a festa tinha de ser celebrada de acordo com todas as ordenanças da Páscoa (v. 12). Assim como a confissão das faltas era necessária aqui (v. 7), a Palavra convoca o crente a analisar e julgar a si mesmo antes de participar da Ceia do Senhor (1 Coríntios 11:28). De forma alguma a participação hoje em dia é, como era no tempo da Páscoa, uma obrigação a ser observada por temor do julgamento (v. 13). O desejo expresso do Senhor não tem menos poder sobre o coração do redimido por essa causa. Será que não é algo muito sério se abster de participar da Ceia do Senhor sob o pretexto de que ela não é obrigatória, uma vez que o próprio Senhor disse: “Bebei dele todos”? (Mateus 26:27).

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Números 9

1  E FALOU o Senhor a Moisés no deserto de Sinai, no ano segundo da sua saída da terra do Egito, no primeiro mês, dizendo:

2  Celebrem os filhos de Israel a páscoa a seu tempo determinado.

3  No dia catorze deste mês, pela tarde, a seu tempo determinado a celebrareis; segundo todos os seus estatutos, e segundo todos os seus ritos, a celebrareis.

4  Disse, pois, Moisés aos filhos de Israel que celebrassem a páscoa.

5  Então celebraram a páscoa no dia catorze do primeiro mês, pela tarde, no deserto de Sinai; conforme a tudo o que o Senhor ordenara a Moisés, assim fizeram os filhos de Israel.

6  E houve alguns que estavam imundos por terem tocado o corpo de um homem morto; e não podiam celebrar a páscoa naquele dia; por isso se chegaram perante Moisés e Arão naquele mesmo dia;

7  E aqueles homens disseram-lhe: Imundos estamos nós pelo corpo de um homem morto; por que seríamos privados de oferecer a oferta do Senhor a seu tempo determinado no meio dos filhos de Israel?

8  E disse-lhes Moisés: Esperai, e eu ouvirei o que o Senhor vos ordenará.

9  Então falou o Senhor a Moisés, dizendo:

10  Fala aos filhos de Israel, dizendo: Quando alguém entre vós, ou entre as vossas gerações, for imundo por tocar corpo morto, ou achar-se em jornada longe de vós, contudo ainda celebrará a páscoa ao Senhor.

11  No mês segundo, no dia catorze a tarde, a celebrarão; com pães ázimos e ervas amargas a comerão.

12  Dela nada deixarão até à manhã, e dela não quebrarão osso algum; segundo todo o estatuto da páscoa a celebrarão.

13  Porém, quando um homem for limpo, e não estiver em viagem, e deixar de celebrar a páscoa, essa alma do seu povo será extirpada; porquanto não ofereceu a oferta do Senhor a seu tempo determinado; esse homem levará o seu pecado.

14  E, quando um estrangeiro peregrinar entre vós, e também celebrar a páscoa ao Senhor, segundo o estatuto da páscoa e segundo o seu rito assim a celebrará; um mesmo estatuto haverá para vós, assim para o estrangeiro, como para o natural da terra.

Todo Dia Com as Escrituras Números 8:15-26 (leia aqui) Antes de serem apresentados como uma oferta movida, os levitas eram purificados e sacrifícios eram oferecidos por eles. Eles deviam passar navalha sobre toda a carne (v. 7) e lavar as suas roupas. Já nos deparamos com esses tipos relacionados à consagração dos sacerdotes e à purificação do leproso. Eles não correspondem à conversão, mas à obra do Espírito Santo realizada por meio da Palavra com a finalidade de os crentes permanecerem puros. A navalha é um símbolo do julgamento que temos de exercer sobre tudo o que a carne produz. Para o servo, o orgulho particularmente se desenvolve rápido se a navalha não estiver lá para lidar com a sua manifestação. Além disso, quando acabamos de nos lavar, não gostamos de colocar roupas sujas. E, para servir ao Senhor, precisamos ter não somente uma boa consciência, mas igualmente um testemunho prático irrepreensível. Apenas “depois disso” (v. 22), o levita poderia realizar sua tarefa. Importante lição! Todo ofício exige um período de aprendizado, de preparação. Quanto mais a obra do Senhor! Antes de precipitadamente começar um trabalho para Cristo, permita que Ele, pela Sua graça, conclua aquilo que deseja realizar em nós.

Almeida Corrigida e Revisada Fiel

Números 8

15  E depois os levitas entrarão para fazerem o serviço da tenda da congregação; e tu os purificarás, e por oferta movida os oferecerás.

16  Porquanto eles, dentre os filhos de Israel, me são dados; em lugar de todo aquele que abre a madre, do primogênito de cada um dos filhos de Israel, para mim os tenho tomado.

17  Porque meu é todo o primogênito entre os filhos de Israel, entre os homens e entre os animais; no dia em que, na terra do Egito, feri a todo o primogênito, os santifiquei para mim.

18  E tomei os levitas em lugar de todo o primogênito entre os filhos de Israel.

19  E os levitas, dados a Arão e a seus filhos, dentre os filhos de Israel, tenho dado para ministrarem o ministério dos filhos de Israel na tenda da congregação e para fazer expiação pelos filhos de Israel, para que não haja praga entre eles, chegando-se os filhos de Israel ao santuário.

20  E assim fizeram Moisés e Arão, e toda a congregação dos filhos de Israel, com os levitas; conforme a tudo o que o Senhor ordenara a Moisés acerca dos levitas, assim os filhos de Israel lhes fizeram.

21  E os levitas se purificaram, e lavaram as suas vestes, e Arão os ofereceu por oferta movida perante o Senhor, e Arão fez expiação por eles, para purificá-los.

22  E depois vieram os levitas, para exercerem o seu ministério na tenda da congregação, perante Arão e perante os seus filhos; como o Senhor ordenara a Moisés acerca dos levitas, assim lhes fizeram.

23  E falou o Senhor a Moisés, dizendo:

24  Este é o ofício dos levitas: Da idade de vinte e cinco anos para cima entrarão, para fazerem o serviço no ministério da tenda da congregação;

25  Mas desde a idade de cinqüenta anos sairão do serviço deste ministério, e nunca mais servirão;

26  Porém com os seus irmãos servirão na tenda da congregação, para terem cuidado da guarda; mas o ministério não exercerão; assim farás com os levitas quanto aos seus deveres.

Números 7:89 e 8:1-14 (leia aqui) O versículo 89 nos conta o segredo de “Moisés, o homem de Deus” (Salmo 90). Era a oração. Contemple-o sob o peso de suas esmagadoras responsabilidades, acossado pelas murmurações do povo, entrando na escuridão e silêncio do santuário para conversar com Deus. Ele ouvia “a voz que lhe falava de cima do propiciatório”. E pense no Senhor Jesus que, quando adentrava a noite e a manhã estava longe de chegar, após a exaustão do dia anterior, ia sozinho para um local solitário a fim de orar (Marcos 1:35; 6:46). Por que existe uma referência ao candelabro no começo do capítulo 8, entre as ofertas práticas do capítulo 7 e a consagração dos levitas nos versículos seguintes? Não é para demonstrar que a luz prova e aprecia tanto as ofertas quanto o ofertante, não apenas o serviço mas também a pessoa que o executa? Deus sabe o valor de nossa devoção, sobre a qual esse rito de consagração fala. E notamos que os levitas eram apresentados a Arão como uma oferta movida, como se para permitir que a divina luz brilhe sobre cada um sucessivamente, de modo que ninguém fosse deixado na escuridão. Se houvesse a menor mancha nas vestes deles, ela seria imediatamente percebida. Quão importante é sempre estar diante de Deus para servi-Lo (1 Reis 17:1).

Almeida Corrigida e Revisada Fiel

Números 8

1  E FALOU o Senhor a Moisés, dizendo:

2  Fala a Arão, e dize-lhe: Quando acenderes as lâmpadas, as sete lâmpadas iluminarão o espaço em frente do candelabro.

3  E Arão fez assim: Acendeu as lâmpadas do candelabro para iluminar o espaço em frente, como o Senhor ordenara a Moisés.

4  E era esta a obra do candelabro, obra de ouro batido; desde o seu pé até às suas flores era ele de ouro batido; conforme ao modelo que o Senhor mostrara a Moisés, assim ele fez o candelabro.

5  E falou o Senhor a Moisés, dizendo:

6  Toma os levitas do meio dos filhos de Israel e purifica-os;

7  E assim lhes farás, para os purificar: Esparge sobre eles a água da expiação; e sobre toda a sua carne farão passar a navalha, e lavarão as suas vestes, e se purificarão.

8  Então tomarão um novilho, com a sua oferta de alimentos de flor de farinha amassada com azeite; e tomarás tu outro novilho, para expiação do pecado.

9  E farás chegar os levitas perante a tenda da congregação e ajuntarás toda a congregação dos filhos de Israel.

10  Farás, pois, chegar os levitas perante o Senhor; e os filhos de Israel porão as suas mãos sobre os levitas.

11  E Arão oferecerá os levitas por oferta movida, perante o Senhor, pelos filhos de Israel; e serão para servirem no ministério do Senhor.

12  E os levitas colocarão as suas mãos sobre a cabeça dos novilhos; então sacrifica tu, um para expiação do pecado, e o outro para holocausto ao Senhor, para fazer expiação sobre os levitas.

13  E porás os levitas perante Arão, e perante os seus filhos, e os oferecerá por oferta movida ao Senhor.

14  E separarás os levitas do meio dos filhos de Israel, para que os levitas sejam meus.

15  E depois os levitas entrarão para fazerem o serviço da tenda da congregação; e tu os purificarás, e por oferta movida os oferecerás.

16  Porquanto eles, dentre os filhos de Israel, me são dados; em lugar de todo aquele que abre a madre, do primogênito de cada um dos filhos de Israel, para mim os tenho tomado.

17  Porque meu é todo o primogênito entre os filhos de Israel, entre os homens e entre os animais; no dia em que, na terra do Egito, feri a todo o primogênito, os santifiquei para mim.

18  E tomei os levitas em lugar de todo o primogênito entre os filhos de Israel.

19  E os levitas, dados a Arão e a seus filhos, dentre os filhos de Israel, tenho dado para ministrarem o ministério dos filhos de Israel na tenda da congregação e para fazer expiação pelos filhos de Israel, para que não haja praga entre eles, chegando-se os filhos de Israel ao santuário.

20  E assim fizeram Moisés e Arão, e toda a congregação dos filhos de Israel, com os levitas; conforme a tudo o que o Senhor ordenara a Moisés acerca dos levitas, assim os filhos de Israel lhes fizeram.

21  E os levitas se purificaram, e lavaram as suas vestes, e Arão os ofereceu por oferta movida perante o Senhor, e Arão fez expiação por eles, para purificá-los.

22  E depois vieram os levitas, para exercerem o seu ministério na tenda da congregação, perante Arão e perante os seus filhos; como o Senhor ordenara a Moisés acerca dos levitas, assim lhes fizeram.

23  E falou o Senhor a Moisés, dizendo:

24  Este é o ofício dos levitas: Da idade de vinte e cinco anos para cima entrarão, para fazerem o serviço no ministério da tenda da congregação;

25  Mas desde a idade de cinqüenta anos sairão do serviço deste ministério, e nunca mais servirão;

26  Porém com os seus irmãos servirão na tenda da congregação, para terem cuidado da guarda; mas o ministério não exercerão; assim farás com os levitas quanto aos seus deveres.

Todo Dia Com as Escrituras Números 7:1-17 e 84-88 (leia aqui) Esse longo capítulo ocupa-se das ofertas dos doze príncipes. A primeira: os seis carros cobertos e doze bois dados aos levitas nos falam da ajuda prática que podemos oferecer aos servos do Senhor para facilitar o trabalho deles: hospitalidade, meios de transporte etc. Estas ofertas feitas aos levitas, “a cada um segundo o seu serviço” (v. 5), asseguram-nos que o Senhor sempre providencia os meios para os Seus realizarem as tarefas que Ele lhes designou. Depois vêm as ofertas para a consagração do altar. Servir os irmãos e ajudá-los com coisas materiais não é tudo; pratos de prata, bacias de prata, recipientes de ouro em abundância nos falam das perfeições e da excelente fragrância de Cristo, correspondente à adoração dos verdadeiros adoradores. Os vários sacrifícios que também formam parte disso evocam os diferentes aspectos da obra da cruz. Mas por que Deus deu tanta ênfase a essas ofertas se tudo poderia ser resumido em um único parágrafo? Tomemos posse da seguinte verdade: Deus confere pleno valor ao que cada indivíduo oferta e não deixa de notar nada do que é feito para Ele. Portanto, não temamos a repetição, e tenhamos sempre em mente que o próprio Pai nunca se cansa de ouvir declarações sobre as glórias de Seu amado Filho.

Almeida Corrigida e Revisada Fiel

Números 7

1  E ACONTECEU, no dia em que Moisés acabou de levantar o tabernáculo, e o ungiu, e o santificou, e todos os seus utensílios; também o altar, e todos os seus pertences, e os ungiu, e os santificou,

2  Que os príncipes de Israel, os cabeças da casa de seus pais, os que foram príncipes das tribos, que estavam sobre os que foram contados, ofereceram,

3  E trouxeram a sua oferta perante o Senhor, seis carros cobertos, e doze bois; por dois príncipes um carro, e cada um deles um boi; e os apresentaram diante do tabernáculo.

4  E falou o Senhor a Moisés, dizendo:

5  Recebe-os deles, e serão para servir no ministério da tenda da congregação; e os darás aos levitas, a cada qual segundo o seu ministério.

6  Assim Moisés recebeu os carros e os bois, e os deu aos levitas.

7  Dois carros e quatro bois deu aos filhos de Gérson, segundo o seu ministério;

8  E quatro carros e oito bois deu aos filhos de Merari, segundo o seu ministério, debaixo da mão de Itamar, filho de Arão, o sacerdote.

9  Mas aos filhos de Coate nada deu, porquanto a seu cargo estava o santuário e o levavam aos ombros.

10  E ofereceram os príncipes para a consagração do altar, no dia em que foi ungido; apresentaram, pois, os príncipes a sua oferta perante o altar.

11  E disse o Senhor a Moisés: Cada príncipe oferecerá a sua oferta, cada qual no seu dia, para a consagração do altar.

12  O que, pois, no primeiro dia apresentou a sua oferta foi Naassom, filho de Aminadabe, pela tribo de Judá.

13  E a sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos;

14  Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso;

15  Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;

16  Um bode para expiação do pecado;

17  E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Naassom, filho de Aminadabe.

18  No segundo dia fez a sua oferta Natanael, filho de Zuar, príncipe de Issacar.

19  E como sua oferta ofereceu um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha amassada com azeite, para a oferta de alimentos;

20  Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso;

21  Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;

22  Um bode para expiação do pecado;

23  E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Natanael, filho de Zuar.

24  No terceiro dia ofereceu o príncipe dos filhos de Zebulom, Eliabe, filho de Helom.

25  A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha amassada com azeite, para oferta de alimentos;

26  Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso;

27  Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;

28  Um bode para expiação do pecado;

29  E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Eliabe, filho de Helom.

30  No quarto dia ofereceu o príncipe dos filhos de Rúben, Elizur, filho de Sedeur;

31  A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos;

32  Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso;

33  Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;

34  Um bode para expiação do pecado;

35  E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Elizur, filho de Sedeur.

36  No quinto dia ofereceu o príncipe dos filhos de Simeão, Selumiel, filho de Zurisadai.

37  A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha amassada com azeite, para oferta de alimentos;

38  Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso;

39  Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano para holocausto;

40  Um bode para expiação do pecado;

41  E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Selumiel, filho de Zurisadai.

42  No sexto dia ofereceu o príncipe dos filhos de Gade; Eliasafe, filho de Deuel.

43  A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos;

44  Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso;

45  Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;

46  Um bode para expiação do pecado.

47  E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Eliasafe, filho de Deuel.

48  No sétimo dia ofereceu o príncipe dos filhos de Efraim, Elisama, filho de Amiúde.

49  A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos;

50  Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso;

51  Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;

52  Um bode para expiação do pecado;

53  E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Elisama, filho de Amiúde.

54  No oitavo dia ofereceu o príncipe dos filhos de Manassés, Gamaliel, filho de Pedazur.

55  A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos;

56  Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso;

57  Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;

58  Um bode para expiação do pecado;

59  E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Gamaliel, filho de Pedazur.

60  No dia nono ofereceu o príncipe dos filhos de Benjamim, Abidã, filho de Gideoni;

61  A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos;

62  Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso;

63  Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;

64  Um bode para expiação do pecado;

65  E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Abidã filho de Gideoni.

66  No décimo dia ofereceu o príncipe dos filhos de Dã, Aieser, filho de Amisadai.

67  A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos;

68  Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso;

69  Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;

70  Um bode para expiação do pecado;

71  E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Aieser, filho de Amisadai.

72  No dia undécimo ofereceu o príncipe dos filhos de Aser, Pagiel, filho de Ocrã;

73  A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha, amassada com azeite, para oferta de alimentos;

74  Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso;

75  Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;

76  Um bode para expiação do pecado;

77  E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Pagiel, filho de Ocrã.

78  No duodécimo dia ofereceu o príncipe dos filhos de Naftali, Aira, filho de Enã.

79  A sua oferta foi um prato de prata, do peso de cento e trinta siclos, uma bacia de prata de setenta siclos, segundo o siclo do santuário; ambos cheios de flor de farinha amassada, com azeite para oferta de alimentos;

80  Uma colher de dez siclos de ouro, cheia de incenso;

81  Um novilho, um carneiro, um cordeiro de um ano, para holocausto;

82  Um bode para expiação do pecado;

83  E para sacrifício pacífico dois bois, cinco carneiros, cinco bodes, cinco cordeiros de um ano; esta foi a oferta de Aira, filho de Enã.

84  Esta foi a consagração do altar, feita pelos príncipes de Israel, no dia em que foi ungido, doze pratos de prata, doze bacias de prata, doze colheres de ouro.

85  Cada prato de prata de cento e trinta siclos, e cada bacia de setenta; toda a prata dos vasos foi dois mil e quatrocentos siclos, segundo o siclo do santuário;

86  Doze colheres de ouro cheias de incenso, cada colher de dez siclos, segundo o siclo do santuário; todo o ouro das colheres foi de cento e vinte siclos;

87  Todos os animais para holocausto foram doze novilhos, doze carneiros, doze cordeiros de um ano, com a sua oferta de alimentos e doze bodes para expiação do pecado.

88  E todos os animais para sacrifício pacífico foram vinte e quatro novilhos, os carneiros sessenta, os bodes sessenta, os cordeiros de um ano sessenta; esta foi a consagração do altar, depois que foi ungido.

89  E, quando Moisés entrava na tenda da congregação para falar com ele, então ouvia a voz que lhe falava de cima do propiciatório, que estava sobre a arca do testemunho entre os dois querubins; assim com ele falava.

Todo Dia Com as Escrituras Números 6:13-27 (leia aqui) As Escrituras mencionam vários nazireus: Sansão, Samuel, Amasias (2 Crônicas 17:16), João Batista. Mas o perfeito exemplo de nazireu foi o Senhor Jesus. Separado por Deus antes de Seu nascimento, ocupado já aos doze anos com os negócios do Pai, Sua consagração ao Pai era total, mesmo até a morte na cruz. Tendo vindo ao mundo, Ele não era do mundo e permaneceu um estrangeiro no tocante aos prazeres e deleites terrenos (João 7:8; 17:14). Ele jamais permitiu que circunstâncias familiares impedissem Seu ministério (Lucas 8:20, 21). Sua dependência era constante (João 5:19). Ele estava além do alcance de qualquer mácula (1 Pedro 2:22). Que exemplo nosso amado Salvador é para nós em Sua jornada de completa devoção! Uma jornada difícil, mas em cujo final estava a alegria, simbolizada pelo fruto da vide, que Ele irá compartilhar com aqueles que também compartilharam de Sua vergonha aqui no mundo (final do v. 20; Hebreus 12:2; Mateus 26:29 e 25:21). Ao término do voto, o nazireu oferecia todos os sacrifícios. O fato de termos tomado o nosso lugar aqui na terra ao lado do perfeito Nazireu verdadeiramente nos permite desfrutar dos vários aspectos de Sua obra na cruz do Calvário. Os versículos 22 a 27 coroam o capítulo ao nos mostrar que a nossa separação para o Senhor é o caminho seguro para a bênção.

Almeida Corrigida e Revisada Fiel

Números 6

13  E esta é a lei do nazireu: no dia em que se cumprirem os dias do seu nazireado, trá-lo-ão à porta da tenda da congregação;

14  E ele oferecerá a sua oferta ao Senhor, um cordeiro sem defeito de um ano em holocausto, e uma cordeira sem defeito de um ano para expiação do pecado, e um carneiro sem defeito por oferta pacífica;

15  E um cesto de pães ázimos, bolos de flor de farinha com azeite, amassados, e coscorões ázimos untados com azeite, como também a sua oferta de alimentos, e as suas libações.

16  E o sacerdote os trará perante o Senhor, e sacrificará a sua expiação do pecado, e o seu holocausto;

17  Também sacrificará o carneiro em sacrifício pacífico ao Senhor, com o cesto dos pães ázimos; e o sacerdote oferecerá a sua oferta de alimentos, e a sua libação.

18  Então o nazireu à porta da tenda da congregação rapará a cabeça do seu nazireado, e tomará o cabelo da cabeça do seu nazireado, e o porá sobre o fogo que está debaixo do sacrifício pacífico.

19  Depois o sacerdote tomará a espádua cozida do carneiro, e um pão ázimo do cesto, e um coscorão ázimo, e os porá nas mãos do nazireu, depois de haver rapado a cabeça do seu nazireado.

20  E o sacerdote os oferecerá em oferta de movimento perante o Senhor: Isto é santo para o sacerdote, juntamente com o peito da oferta de movimento, e com a espádua da oferta alçada; e depois o nazireu poderá beber vinho.

21  Esta é a lei do nazireu, que fizer voto da sua oferta ao Senhor pelo seu nazireado, além do que suas posses lhe permitirem; segundo o seu voto, que fizer, assim fará conforme à lei do seu nazireado.

22  E falou o Senhor a Moisés, dizendo:

23  Fala a Arão, e a seus filhos dizendo: Assim abençoareis os filhos de Israel, dizendo-lhes:

24  O Senhor te abençoe e te guarde;

25  O Senhor faça resplandecer o seu rosto sobre ti, e tenha misericórdia de ti;

26  O Senhor sobre ti levante o seu rosto e te dê a paz.

27  Assim porão o meu nome sobre os filhos de Israel, e eu os abençoarei.