Todo Dia Com as Escrituras Números 11:1-9 (leia aqui) Em sua ingratidão, o povo murmurou e o Senhor os puniu. Mas a lição não foi suficiente. A cobiça, condenada pelo décimo mandamento da lei, se disseminou no coração do “populacho” (v. 4) (esse agrupamento misto de pessoas que havia deixado o Egito com Israel – Êxodo 12:38). Onde estão as coisas que costumávamos comer no Egito de graça? Aqueles pobres se esqueceram dos tijolos, da palha e de quão caro opressor os fazia pagar pelas migalhas que recebiam. As comidas egípcias: alhos silvestres, cebolas, alho etc., tinham em sua maioria um forte sabor, despertando o apetite, mas não eram nutritivos, e às vezes eram até indigestos. Onde as pessoas deste mundo têm alimentados sua mente? Nas revistas, novelas, filmes… atraentes à carne, mas sem benefício algum para a alma, muito pelo contrário! Israel lembra-se das comidas egípcias nesse momento porque o maná tinha perdido o delicioso gosto de bolos de mel para o povo (Êxodo 16:31). Não passava de um bolo feito com azeite (v. 8), que mais tarde foi descrito pelo povo como “deste pão vil” (21:5). Queridos leitores, se estamos sendo tentados pelas delícias deste mundo, perguntemos a nós mesmos: “Isso não está acontecendo porque a Palavra tem perdido o gosto para mim?” O Senhor Jesus declarou: “Eu sou o pão da vida; o que vem a mim jamais terá fome” (João 6:35).

Almeida Corrigida e Revisada Fiel

Números 11

1  E ACONTECEU que, queixou-se o povo falando o que era mal aos ouvidos do Senhor; e ouvindo o Senhor a sua ira se acendeu; e o fogo do Senhor ardeu entre eles e consumiu os que estavam na última parte do arraial.

2  Então o povo clamou a Moisés, e Moisés orou ao Senhor, e o fogo se apagou.

3  Pelo que chamou aquele lugar Taberá, porquanto o fogo do Senhor se acendera entre eles.

4  E o vulgo, que estava no meio deles, veio a ter grande desejo; pelo que os filhos de Israel tornaram a chorar, e disseram: Quem nos dará carne a comer?

5  Lembramo-nos dos peixes que no Egito comíamos de graça; e dos pepinos, e dos melões, e dos porros, e das cebolas, e dos alhos.

6  Mas agora a nossa alma se seca; coisa nenhuma há senão este maná diante dos nossos olhos.

7  E era o maná como semente de coentro, e a sua cor como a cor de bdélio.

8  Espalhava-se o povo e o colhia, e em moinhos o moía, ou num gral o pisava, e em panelas o cozia, e dele fazia bolos; e o seu sabor era como o sabor de azeite fresco.

9  E, quando o orvalho descia de noite sobre o arraial, o maná descia sobre ele.

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