E disse Deus a Moisés: EU SOU O QUE SOU (Êxodo 3:14).

O NOME ACIMA DE TODO NOME

“EU SOU O QUE SOU” é como Deus disse a Moisés o Seu nome. Esta estranha designação nos faz pensar. Deus não tem necessidade de prestar contas a ninguém, nem mesmo ao mais crítico entre nós, quanto ao porque de ele ser o que é sem qualquer exceção.

Deus tampouco tem necessidade de Se adaptar às ideias ou demandas humanas, as quais têm mudado tanto ao longo dos séculos. Ele não muda simplesmente para agradar ao homem ou obter o seu favor. Ele é o Deus eterno que é, era e sempre será. Como escreveu Tiago em sua epístola: “Em quem não há mudança nem sombra de variação” (1:17). Ele não seria Deus se fosse de outra forma.

Deus Se apresenta a nós em toda a Sua grandeza: demasiado grande para ser forçado a entrar numa camisa de força da imaginação humana. E todo crente pode chamar a este Deus de Pai por intermédio de Jesus Cristo. Os filhos de Deus podem confiar nele diariamente e a toda hora. Ele verdadeiramente é justo ao Se descrever, grande em bondade e poder, imutável em todas as coisas.

Lembremo-nos que este mesmo caráter imutável também pertence ao Seu Filho, o qual ele nos deu como Senhor e Salvador. A Sagrada Escritura descreve o Filho de Deus nos termos:

“Tu permanecerás” (Hebreus 1:11);

“Tu és o mesmo” (Hebreus 1:12);

“Jesus Cristo é o mesmo, ontem, e hoje, e eternamente” (Hebreus 13:8).

Quanto consolo e força podem receber todos os que O conhecem como Salvador!

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