Mas, se toda a congregação de Israel pecar por ignorância, e o erro for oculto aos olhos do povo, e se fizerem contra alguns dos mandamentos do Senhor, aquilo que não se deve fazer, e forem culpados,

Levítico 4:13-26 (leia aqui)

 

Muitas pessoas não se consideram culpadas de suas faltas inconscientes; apóiam-se no princípio de que Deus não pode reprová-las por sua ignorância e levará em consideração as “boas intenções” delas. Que ilusão! Se Deus providenciou um sacrifício pelos pecados cometidos “por ignorância”, isso é uma prova que o pecador, mesmo na ignorância, é culpado diante dEle. Além disso, as nossas leis têm a mesma força; a ignorância não é uma desculpa. Uma infração à lei, ainda que não intencional, me torna sujeito a um processo. Aos olhos de um Deus santo, o pecado, uma vez cometido, permanece; de forma alguma é justificado pela minha falta de interesse em relação a ele. Mas aprendi que, para cada pecado, se há condenação, há também sacrifício. Foi necessária nada menos que a infinitamente profunda obra da cruz para eliminar a infinitamente profunda ofensa feita a Deus pelos meus pecados, intencionais ou não, eu me lembre deles ou os tenha esquecido há muito tempo.

 

Ao colocar a mão na cabeça da vítima, aquele que oferecia o sacrifício fazia com que seus pecados passassem para ela. Ele reconhecia que era culpado e teria de morrer. O animal que estava sendo oferecido tomava o lugar de quem que o oferecia, carregando o pecado e morrendo por ele. Foi isso o que o Senhor Jesus, nosso perfeito Substituto, fez.

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