Conjuro-te, perante Deus e Cristo Jesus, que há de julgar vivos e mortos, pela sua manifestação e pelo seu reino:

2 Timóteo 4:1-22

Ainda que muitos se recusem a dar ouvidos à verdade (v. 4), o servo do Senhor deve pregar, advertir, instar “quer seja oportuno, quer não”, corrigir, repreender, exortar… numa palavra, cumprir cabalmente seu ministério (vv. 2 e 5). Paulo havia dado o exemplo. Sua carreira tinha sido completada. Os desportistas sabem que uma competição nunca está decidida antes da linha de chegada. Abandonar a competição ou permitir ser ultrapassado nos últimos metros é perder toda a corrida… juntamente com o prêmio. Os passos finais são freqüentemente os mais difíceis. O amado apóstolo nos dá uma comovedora idéia das condições finais de seu combate e de sua carreira: prisão, frio e nudez (ver 1 Coríntios 4:11; 2 Coríntios 11:27; aqui ele pede a sua capa, v. 13), maldade e oposição dos homens (vv. 14-15), seu comparecimento perante César (Nero) na ausência de todos os seus amigos (v. 16). Estes se haviam dispersado. Até Demas o havia abandonado. Nós não podemos fazer parte dos que amam “o presente século” (v. 10) e, ao mesmo tempo, dos que amam a vinda do Senhor (v. 8). E a epístola termina mencionando o supremo recurso num tempo de ruína: a graça. Esta era a saudação do apóstolo (1:2) e também sua despedida (v. 22). Que esta graça esteja com cada um de nós!

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