Atendei vós, pois, à parábola do semeador.

Mateus 13:18-30

Em Seu perfeito conhecimento do coração humano, o Senhor distingue quatro classes de pessoas entre os que ouvem Sua Palavra. A primeira é comparada ao solo da beira do caminho, endurecido por ser tão pisoteado pelos que passam por ele. Será que nosso coração se parece com este solo sobre o qual o mundo passa e torna a passar, de forma que a Palavra de Deus não pode penetrar?

Outros, como os “solos rochosos”, são as personalidades superficiais. Sua consciência não foi profundamente lavrada pela convicção de pecado. Por isso, a emoção passageira experimentada ao ouvir o Evangelho não é mais que meramente uma aparência de fé.

A verdadeira fé tem, necessariamente, raízes invisíveis, mas pelos seus frutos visíveis é que ela é reconhecida. Sem obras, a fé está morta, sufocada como sementes em meio aos espinhos (Tiago 2:17).

Mas a semente caiu também em boa terra, onde as espigas podem amadurecer no devido tempo.

A parábola do joio nos ensina que o inimigo não somente arrebatou a boa semente (v. 19), mas também semeou a má semente enquanto os homens dormiam. Dormir no sentido espiritual nos coloca à mercê de toda má influência, e é por esse motivo que somos continuamente exortados a vigiar (Marcos 13:37; 1 Pedro 5:8 etc).

Extraído do “