E aconteceu que à tarde subiram codornizes, e cobriram o arraial; e pela manhã jazia o orvalho ao redor do arraial.

Êxodo 16:13-31 (leia aqui)

“Nossos pais comeram o maná no deserto…”, disse a multidão ao Senhor Jesus. Mas Jesus lhes responde que Ele mesmo é “o verdadeiro pão… que desce do céu” (João 6:31-33). Cristo é o alimento do crente; Ele lhe dá a vida eterna e o sustenta. O nosso capítulo fornece muitas instruções práticas de grande importância acerca desse tema: 1. A quantidade de maná colhido dependia do apetite das pessoas (v. 18). Desfrutamos Cristo na medida exata em que O desejamos. E nunca podemos desejá-lo mais que a nossa medida! (Salmo 81:10). 2. O maná só satisfaz as necessidades de hoje, não as de amanhã. Cristo deve ser meu alimento, meu sustento e minha força a cada instante. Se, por exemplo, tenho uma necessidade especial de paciência para hoje, devo encontrá-la meditando na perfeita paciência de Jesus. 3. Por último, os filhos de Israel tinham de colher a sua porção de maná a cada manhã antes que ele derretesse no calor do dia. Alimentemo-nos da Palavra de Deus cedo de manhã, antes que venha a agitação do dia e nos roube a oportunidade de fazê-lo. Não deixamos passar um dia sem alimentarmos o nosso corpo. Assim, nunca privemos a nossa alma do único alimento que pode torná-la viva e próspera: Jesus, o Pão da vida

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