Então, me mostrou o rio da água da vida, brilhante como cristal, que sai do trono de Deus e do Cordeiro

Apocalipse 22:1-9

Os versículos 1 a 5 complementam a visão da cidade santa durante o milênio. Constatamos a notável semelhança que há entre a primeira e a última página da Bíblia! As Escrituras começam e terminam com um paraíso, um rio, uma árvore da vida. Mas, como escreveu alguém, o fim é mais belo que o começo, o ômega é mais grandioso que o alfa, o paraíso futuro não é a volta do antigo, mas é o “paraíso de Deus” (2:7) com a eterna presença do Cordeiro, que morreu por nós. Somente os pecadores salvos pela graça tem acesso a esse lugar, homens como o ladrão convertido na cruz (Lucas 23:43). E qual a ocupação de seus habitantes? Servirão a seu Senhor (V. 3; 7:15); reinarão com ele (final do V. 5; Daniel 7:27). Uma coisa, entretanto, lhes será mais preciosa do que todos os reinos: “contemplarão a sua face…” (V. 4; Salmos 17:15).

Normalmente um servo “não sabe o que faz o seu senhor” (João 15:15). O Senhor Jesus, contudo, não esconde de Seus servos, que vieram a ser Seus amigos, nada das “coisas que em breve devem acontecer” (V. 6). Não é estranho, portanto, que demonstremos tão pouco interesse por essas maravilhas que nos dizem respeito? (1 Coríntios 2:9). Não é mais triste ainda que não tenhamos maior interesse por aquilo que o Pai tem preparado para a glória e o gozo de Seu Filho? (veja João 14:28).

Extraído do “