Em verdade vos digo que, se não vos converterdes e não vos fizerdes como meninos, de modo algum entrareis no reino dos céus (Mateus 18:3).

Encontrando a direção certa

Perder o rumo é uma experiência pela qual todos já passaram alguma vez na vida, quer caminhando ou dirigindo. Um desvio nem sempre é a solução do problema: retornar ao início da jornada às vezes é a única forma de encontrar a direção correta, especialmente quando se trilhou o caminho oposto.

Qualquer pessoa que vá na direção errada e ainda alimente a esperança de chegar ao destino é, no mínimo, um tolo. Está apenas aumentando seu problema.

Você pode imaginar essa situação sendo aplicada à sua vida: estando na rota errada, temporária ou permanentemente, e terminando em uma catástrofe?

É assim que Deus vê as coisas; é a verdadeira condição em que cada indivíduo se encontra desde o nascimento. A Bíblia afirma: “Todos pecaram e destituídos estão da glória de Deus” (Romanos 3:23). Isso significa que todos nós falhamos em alcançar o padrão estabelecido por Deus que corresponde à Sua santidade.

O interessante é que hoje em dia as pessoas não falam mais que “pecaram”, e, sim, que têm “problemas”. Se continuarmos ignorando esse fato, estaremos irremediavelmente perdidos. E quantos nem percebem isso!

A saída é: volte e corrija seus erros. Em um dos mais antigos livros da Bíblia, lemos: “Se te voltares ao Todo-Poderoso, serás edificado” (Jó 22:23). Portanto, a mensagem de hoje é: volte-se para Deus e peça que Ele mesmo lance os alicerces de sua vida. Faça isso enquanto há tempo para corrigir o rumo.

Extraído do devocional “

Visto que temos um grande sumo sacerdote, Jesus, Filho de Deus, que penetrou nos céus, retenhamos firmemente a nossa confissão (Hebreus 4:14).

Ele sofreu as nossas dores

Temos um Sumo Sacerdote que penetrou nos céus, o Senhor Jesus. Ele foi tentado em todas as coisas como nós, mas nunca pecou, a fim de que pudesse compreender nossas falhas. A Palavra de Deus lança luz sobre nossos pensamentos, nos julga e discerne o que há em nosso coração. No entanto, Deus não compartilha da natureza pecaminosa que produz tais coisas. Porém, no que se refere à nossa fraqueza, o Senhor Jesus sabe por experiência o que sentimos.

É claro que Cristo não tinha desejos maus. Ele foi tentado de todas as maneiras, e não pecou. Nele não havia como o pecado se instalar. Eu não quero nenhuma compaixão pelo pecado que habita em mim; eu o detesto e quero que seja julgado severamente. Isso é o que a Palavra faz. Eu procuro compreensão por causa de minhas fraquezas e dificuldades, e encontro isso no sacerdócio de Cristo.

Para que alguém me compreenda não é necessário que tenha os mesmos sentimentos que eu – pelo contrário, quando estou sofrendo não quero me apoiar em quem está sofrendo também. Mas é necessário ter uma natureza capaz de sondar a dor alheia para que eu possa me compadecer dos outros.

Esse foi o caso do Senhor Jesus quando realizou Seu sacerdócio. Ele ficou fora do domínio do pecado, mas entrou em nossa humanidade. Ele experimentou provações que todos os filhos de Deus experimentam, mas em um nível mais profundo do que qualquer ser humano.

Ele experimentou! Ele compreende! Ele ouve! Ele sabe! Basta, pois, nos aproximarmos “com confiança ao trono da graça, para que possamos alcançar misericórdia e achar graça, a fim de sermos ajudados em tempo oportuno” (Hebreus 4:16).

Extraído do devocional “

Depois destas coisas, olhei, e eis não somente uma porta aberta no céu, como também a primeira voz que ouvi, como de trombeta ao falar comigo, dizendo: Sobe para aqui, e te mostrarei o que deve acontecer depois destas coisas.

Apocalipse 4:1-11

Aqui começa a terceira parte do livro, anunciada no versículo 19 do primeiro capítulo. É óbvio que todos os detalhes da visão devem ser compreendidos em sentido simbólico. Por certo não veremos literalmente nenhum trono no céu, isso é simplesmente o emblema de governo real. Contudo, a interpretação desses símbolos de maneira nenhuma é deixada à nossa imaginação, ela nos é dada pela própria Bíblia em outras passagens.

Para poder ver o que deveria “acontecer depois destas coisas” (depois de a Igreja ter sido arrebatada), o apóstolo é convidado a subir ao céu. O cristão, para ver os acontecimentos terrenos em perspectiva real, deve considerá-los do ponto de vista celestial, tendo Cristo como o centro.

De acordo com a promessa feita à igreja de Filadélfia, os redimidos do Senhor serão guardados “da hora da provação que há de vir sobre o mundo inteiro”. E assim, no momento em que essa prova está prestes a começar para o mundo (cap. 6), vemos os redimidos já reunidos na gloria. São representados pelos 24 anciãos que se prostram e depositam as suas coroas diante do trono. No capítulo 4, eles adoram o Deus Criador, mas no capítulo 5 eles também adorarão ao Deus Redentor.

Extraído do “

Ao anjo da igreja em Laodicéia escreve: Estas coisas diz o Amém, a testemunha fiel e verdadeira, o princípio da criação de Deus:

Apocalipse 3:14-22

Um último estado de coisas caracteriza a cristandade. Os seus traços já podem ser reconhecidos hoje: satisfação consigo mesma, desinteresse e tibieza, e pretensões religiosas de ter e saber tudo (Deuteronômio 8:17; Oséias 12:8). “Não preciso de coisa alguma”: é o que parecem dizer os cristãos que negligenciam a oração. Três coisas essenciais faltavam a Laodicéia: o ouro: a verdadeira justiça de Deus; as vestiduras brancas: o testemunho prático, que resulta dessa justiça; e um colírio: a capacidade de discernimento dada pelo Espírito Santo. Mas para quem têm ouvidos ainda não é tarde demais para ouvir! O Senhor aconselha que cada um se apresse a adquirir dEle o que falta (veja Mateus 25:3); encoraja: os que sofrem repreensão e disciplina são justamente aqueles quem ele ama; exorta a ser zeloso e a se arrepender; e promete algo que não tem preço: a promessa do versículo 20. Os que acolheram o Senhor Jesus Cristo no coração, Ele, a Seu tempo, os receberá no céu, no Seu trono (V. 21). Queridos amigos, desta forma encerra-se história da Igreja aqui na terra. Entretanto, por grande que seja a decadência, a presença do Senhor ainda pode ser percebida. Ela faz o coração arder com alegria indizível, a mesma alegria que os dois discípulos experimentaram na tarde em que o Senhor Jesus veio ficar com eles (Lucas 24:29-32).

Extraído do “

ESTES pois são os nomes dos filhos de Israel, que entraram no Egito com Jacó; cada um entrou com sua casa:

Êxodo 1:1-22 (

Vendo então os irmãos de José que seu pai já estava morto, disseram: Porventura nos odiará José e certamente nos retribuirá todo o mal que lhe fizemos.

Gênesis 50:15-26 (

“Desperta, ó tu que dormes, levanta-te de entre os mortos, e Cristo te iluminará.” Efésios 5.14

Você caiu no sono espiritual? Isso se nota se você percebe ou não a miséria na Igreja de Jesus e a miséria no mundo. Muitos cristãos adormecem e nem se dão conta do que acontece ao seu redor; estão cegos e mudos ao mesmo tempo. Usando termos bíblicos, eles se tornaram “ricos e abastados”. Assim diz o Senhor ressuscitado: “Pois dizes: Estou rico e abastado, e não preciso de cousa alguma, e nem sabes que tu és infeliz, sim, miserável, pobre, cego e nu.” Desperte! Ser despertado significa ver nossos próprios pecados assim como Deus os vê – e isso é terrível! Nesse momento vem o abatimento interior e o arrependimento, e é daí que resulta o verdadeiro despertamento.

Mas também precisamos saber o que um despertamento não é. Um despertamento não é um milagre de Deus, pois, nesse caso, nós não teríamos nenhuma responsabilidade e tudo dependeria unicamente do Senhor. A responsabilidade para um despertamento na família e na Igreja está com cada um de nós pessoalmente. A questão é se nós o desejamos ou não. Mas essa é a vontade de Deus!

Extraído do livro “