Sai depressa pelas ruas e bairros da cidade, e traze aqui os pobres, e aleijados, e mancos e cegos… Sai pelos caminhos e valados, e força-os a entrar, para que a minha casa se encha (Lucas 14:21, 23).

Os sãos não necessitam de médico, mas, sim, os que estão doentes; eu não vim chamar os justos (Marcos 2:17).

Uma recomendação muito adequada

Um dia, certo menino maltrapilho parou o Sr. Barnado, fundador de vários orfanatos na Inglaterra, na rua e pediu: “Será que eu posso morar em uma das suas casas?” – “Meu garoto, eu não o conheço. Não existe alguém que possa falar por você?” – “Ó, por favor!”, o menino implorou e apontou para os trapos que vestia: “Acho que isso pode falar por mim”. Comovido, o Sr. Barnado pegou o garoto pela mão e arranjou um lugar para ele morar.

Quem irá morar no céu, na presença de Deus? Todos os que, derrotados por seus pecados, das profundezas da impiedade clamam pela graça de Deus, tendo total consciência do estado pecaminoso e culpado em que se encontram.

O filho pródigo que admitiu sua culpa e retornou foi quem recebeu do pai “a melhor roupa”, e não o primogênito cheio de justiça própria.

Extraído do devocional “

E na igreja que estava em Antioquia havia alguns profetas e doutores, a saber: Barnabé e Simeão chamado Níger, e Lúcio, cireneu, e Manaém, que fora criado com Herodes o tetrarca (Atos 13:1).

Manaém e Herodes

Dois nomes. O primeiro praticamente desconhecido. O segundo, um personagem famoso da História. O próprio Deus chama a atenção para esses dois homens em um único versículo da Bíblia. Manaém era um mestre na igreja de Antioquia. Ele tinha recebido Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador e aprendeu a amá-Lo. Então Deus fez da vida dele um instrumento de bênção naquela igreja recém-formada.

E quanto a Herodes? Ele havia conhecido o Filho de Deus pessoalmente. Em Lucas 23 lemos que o Senhor foi trazido à sua presença como criminoso. O versículo 11 declara: “E Herodes, com os seus soldados, desprezou-o e, escarnecendo dele, vestiu-o de uma roupa resplandecente e tornou a enviá-lo a Pilatos”. Aqui não eram os soldados que O interrogavam, mas o próprio Herodes. E por Jesus não ter feito nenhum milagre, como Herodes esperava, sua sede por divertimento não foi satisfeita. Então desprezou o Senhor Jesus.

Querido leitor, qual é a sua posição em relação ao Senhor Jesus? Você segue o exemplo de Manaém ou de Herodes? Um foi usado como bênção para o povo de Deus. O outro desprezou o único que poderia salvá-lo do julgamento vindouro.

“Te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe pois a vida” (Deuteronômio 30:19). Manaém e Herodes foram defrontados com essa escolha e cada um fez a sua opção. Agora cabe a cada um de nós tomar uma decisão, pois o próprio Deus coloca essa questão diante de todos os seres humanos que habitam esse planeta. Não há como escapar dela.

Extraído do devocional “

A o anjo da igreja em Éfeso escreve: Estas coisas diz aquele que conserva na mão direita as sete estrelas e que anda no meio dos sete candeeiros de ouro:

Apocalipse 2:1-11

Essas cartas às sete igrejas da Ásia narram numa seqüência de sete quadros a história da cristandade responsável . O Senhor se apresenta a cada uma das sete, faz um inventário preciso do que encontra e do que não encontra nelas, exorta e promete sua recompensa ao vencedor.

Em Éfeso tudo estava aparentemente bem (V. 2,3). Mas o Senhor enxerga o coração (1 Samuel 16:7). Infelizmente Ele não vê mais nessa Igreja reciprocidade ao Seu amor. O Senhor Jesus não mais ocupa o primeiro lugar! Quando se bloqueia a fonte de um rio, as populações ribeirinhas próximas da foz não perceberão o fato imediatamente. Enquanto a água flui, as margens permanecem verdes. Tudo continuará com a mesma aparência durante algum tempo… Ah, queridos amigos, examinemos a nossa vida! O que conta não são as nossas atividades exteriores, mas o nosso amor por Cristo. Para interromper essa decadência, o fiel Senhor usa um estranho remédio: a provação. Permite que Sua noiva seja exposta ao poder de Satanás.

Depois de Éfeso (a amável) vem Esmirna, que significa “a amarga”. Esse era o tempo dos mártires submetidos à crueldade dos imperadores romanos (século segundo e início do terceiro). Naqueles dias, nas arenas romanas, diante das bestas-feras, os cristãos de Esmirna tinham a oportunidade de provar seu amor pelo Salvador sendo-Lhe fiéis até a morte.

Extraído do “

Voltei-me para ver quem falava comigo e, voltado, vi sete candeeiros de ouro

Apocalipse 1:12-20

O Filho do homem, que aparece aqui com os atributos da justiça santa e inflexível, é o mesmo humilde Jesus dos evangelhos, nosso terno e bondoso Salvador? Noutra ocasião João se reclinara confiantemente sobre o peito de Jesus (João 13:25). Aqui, porém, cai a Seus pés como morto. Que contraste! De fato, convém não esquecer este aspecto da glória de Cristo. O Pai confiou todo julgamento ao Filho (João 5:22); Ele há de exercê-lo mais tarde contra os que não creram (cap. 19 e 20). Mas hoje, enquanto a Igreja ainda está na terra, Ele toma conhecimento do estado de cada uma de Suas igrejas locais (os sete candeeiros que devem brilhar na ausência dele). Sim, o Senhor pode perdoar tudo. Ele morreu e ressuscitou para nos dar o perdão e a vida (V. 18). Entretanto, Ele não pode deixar passar nada. Seus olhos são “como chamas de fogo” (2:18; 19:12). Nada escapa de sua observação.

O versículo 19 apresenta o esquema geral do livro. (1)”As coisas que viste”: essa solene aparição do Senhor em glória. (2)”As” coisas “que são”:
a condição atual da igreja responsável (cap. 2 e 3). (3) “As” coisas “que hão de acontecer depois destas”: os acontecimentos proféticos que em breve se cumprirão (cap. 4 a 22).

Extraído do “

DEPOIS chamou Jacó a seus filhos, e disse: Ajuntai-vos, e anunciar-vos-ei o que vos há de acontecer nos dias vindouros;

Gênesis 49:1-18 (

E Israel viu os filhos de José, e disse: Quem são estes?

Gênesis 48:8-22 (

“Porquanto a graça de Deus se manifestou salvadora a todos os homens, educando-nos para que, renegadas a impiedade e as paixões mundanas, vivamos no presente século, sensata, justa e piedosamente.” (Tito 2.11-12)

O Senhor Jesus Cristo não pode crescer em nós e Sua honra não é multiplicada em nossa vida se nós não diminuirmos. João Batista compreendeu isso quando disse em relação a Jesus: “Convém que ele cresça e que eu diminua.” Como podemos diminuir? Espontaneamente chegamos a falar da bondade e da graça do Senhor. O que faz a graça? Ela nos corrige. Isso não parece uma contradição? Como tal graça pode nos corrigir, sendo ela algo tão amável? Este é um grande mistério! Só se pode receber a graça do perdão de Deus quando nos convencemos de que ela é um presente que não merecemos. Ela é um favor imerecido. Mas ao aceitar esse favor imerecido da mão de Deus, a pessoa já está sendo corrigida, renegando a índole ímpia e as paixões mundanas. Rogo a você que viva da graça hoje e agora! Chegará o momento em que nós, como renascidos, por pura graça e bondade, seremos transformados e levados ao encontro do Senhor. Caso o fim da nossa vida chegue antes, olhando para a porta aberta do céu poderemos dizer: foi só a graça de Deus que me salvou!

Extraído do livro “