Amados, se Deus de tal maneira nos amou, devemos nós também amar uns aos outros.

1 João 4:11-21

Dois gestos de alcance indizível manifestaram o amor divino aos homens: “Cristo deu a sua vida por nós” (3:16) e Deus “enviou o seu Filho” (4:10). E agora esse amor se mostra aos homens numa terceira maneira: os redimidos do Senhor amam-se uns aos outros. Deus é – ou deveria ser – visto desta forma (v. 12), agora que o Senhor Jesus não está mais na terra (João 1:18). Não é possível amar a Deus e não amar a seus filhos. Quando alguém nos é muito querido, tudo o que lhe diz respeito também é querido para nós. Por exemplo: Pode se dizer que um marido ou uma esposa que não ama os sogros ama de fato seu cônjuge? Deus não se satisfaz com um amor só manifestado em “palavra […] mas de fato e de verdade” (3:18). Em toda esta epístola encontram-se constantemente expressões como: “Se dissermos…” (1:6,8,10), “Aquele que diz…” (2:4,6,9), “Se alguém disser…” (v. 20). “Nós amamos…”, declara o apóstolo (v. 19). Pois, então, demonstremos isso!

O que temos nestes versículos é: (1) O amor por nós (v. 9): a salvação já consumada; (2)o amor em nós (vv. 12,15,16b), derramado em nosso coração pelo Espírito; (3) finalmente, o amor conosco (v. 17), que nos assegura que logo estaremos perante Deus. Tal é a abrangência do amor divino por nós!

Extraído do “Guia Devocional do Novo Testamento” – literatura@terra.com.br

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