E, quando ofereceres oferta de alimentos, cozida no forno, será de bolos ázimos de flor de farinha, amassados com azeite, e coscorões ázimos untados com azeite (Levítico 2:4).

Profundas verdades, profundo amor

A oferta de alimentos dos israelitas não era uma oferta de sangue. Por isso jamais era oferecida sozinha, mas sempre acompanhada do sacrifício de um animal. A flor de farinha era símbolo da humanidade sem pecado do Senhor Jesus. Cada detalhe de Sua vida era precioso para Deus e, portanto, uma oferta que alegrava o coração do Pai. No entanto, apenas a vida santa do Redentor não poderia expiar nossos pecados. Esse era o motivo pelo qual Sua morte era necessária: Seu sangue teria de ser derramado.

Quem conhece o Senhor Jesus como Salvador pessoal contempla a perfeita vida do Homem de dores com grande alegria e admiração e é compungido a adorar Sua maravilhosa Pessoa. O bolo sem fermento amassado com azeite aponta para Sua concepção por meio do Espírito Santo. Os pães untados com azeite falam sobre Seu ministério, para o qual foi ungido pelo Espírito Santo depois de Seu batismo no rio Jordão.

O processo de cozimento no forno fala sobre a intensidade dos sofrimentos que Ele enfrentou enquanto estava aqui, em particular aqueles que os outros não viam. Como Seu coração sofria ao testemunhar a miséria causada pelo pecado na raça humana! E que dor Ele sentia em Sua alma quando as pessoas O rejeitavam, atribuindo-Lhe o mal, acusando-O de blasfêmia e, mesmo pendurado na cruz, zombando de Sua confiança em Deus!

Quantas verdades profundas estão contidas no versículo acima. Pare um pouco e medite sobre o imenso amor que esse Salvador teve, e tem, para suportar tanta dor. E por quem? Por mim e por você.

Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br

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