E DEU ordem ao que estava sobre a sua casa, dizendo: Enche de mantimento os sacos destes homens, quanto puderem levar, e põe o dinheiro de cada um na boca do seu saco

Gênesis 44:1-17 (leia aqui)

A rede está se fechando em volta dos irmãos de José. Circunstâncias imprevisíveis — embora dirigidas por uma mão fiel — os obrigam a voltar pelo mesmo caminho e aparecer diante daquele que tudo conhece. Agora a consciência deles é afetada. “Que falaremos? E como nos justificaremos?” (v. 16). Que progresso, moralmente falando, eles haviam feito desde o momento quando fingiram ser “homens de retidão”! (42:11). Eis por que o livramento está próximo.

Com em toda a história de José, esses incidentes têm um propósito profético. Israel, temporariamente colocada de lado depois de rejeitar a Cristo, o verdadeiro José, será levada a reconhecer seu crime, e ver no Nazareno, a quem eles rejeitaram e crucificaram, Aquele a quem Deus fez tanto Senhor e Cristo (Atos 2:36), o Messias deles e ao mesmo tempo, o Filho do Homem que governará sobre todo o universo. Contudo, a fim de que esta obra na consciência deles aconteça, Israel, e especialmente a tribo de Judá, deve primeiro passar por um período de profunda provação, chamada de “a grande tribulação” (Apocalipse 7:14). A aflição dos irmãos de José, até a confissão de seu crime, nos fala da angústia que será a porção do povo judeu antes de reconhecerem e honrarem o seu Messias

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