O Filho do homem será entregue aos príncipes dos sacerdotes, e aos escribas, e condená-lo-ão à morte. E o entregarão aos gentios para que dele escarneçam, e o açoitem e crucifiquem, e ao terceiro dia ressuscitará (Mateus 20:18-19).

Jesus vive!

No terceiro dia depois de Sua morte, Jesus Cristo ressuscitou. Ele havia anunciado de antemão aos Seus discípulos que seria crucificado e ressuscitaria. Isso também estava escrito profeticamente no Antigo Testamento e foi o que aconteceu de fato no domingo pela manhã.

Entre Sua ressurreição e ascensão ao céu, Ele permaneceu quarenta dias neste mundo. Durante esse tempo foi visto muitas vezes por mulheres piedosas e pelos discípulos, com os quais comeu. Também foi visto por mais de quinhentas pessoas de uma única vez. Essas testemunhas poderiam negar a ressurreição do Senhor Jesus se isso não fosse verdade(1 Coríntios 15:6). Os apóstolos presenciaram Sua ascensão ao céu. Enquanto os abençoava, Jesus Cristo foi levado para cima.

Mais tarde o apóstolo Paulo O viu em glória quando se dirigia para Damasco, lugar onde perseguiria os cristãos. De repente, brilhou uma forte luz e, do céu, o Senhor Jesus falou com ele.

Jesus, portanto, está vivo no céu. Ele me vê, me protege, me ensina e me orienta. Tenho um relacionamento de confiança com Ele. “E ao anjo da igreja que está em Esmirna, escreve: Isto diz o primeiro e o último, que foi morto, e reviveu” (Apocalipse 2:8).

“Sim, Tu vives, e no céu A coroa recebeste. E Contigo me encontrar, Quero na mansão celeste O Teu rosto contemplar Oh! que glória hei de gozar!”

(Hinos Espirituais, hino 27)

Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br

E vós possuís unção que vem do Santo e todos tendes conhecimento

1 João 2:20-29

“E esta é a promessa que ele mesmo nos fez, a vida eterna” (v. 25). João faz aqui referência às palavras do bom Pastor: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz […] Eu lhes dou a vida eterna” (João 10:27,28). Leitor, você recebeu a vida eterna? Você é um filho de Deus? Outra promessa do Senhor é o dom do Espírito Santo (João 16:13). Essa “unção que vem do Santo” descansa hoje não só sobre os “pais”, mas também sobre “os filhinhos” em Cristo, para guiá-los “a toda a verdade” (João 16:13). “Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida”, disse o Senhor Jesus, “ninguém vem ao Pai senão por mim” (João 14:6). O apóstolo confirma aqui que todo aquele que nega o Filho não tem o Pai (v. 23; veja João 8:19). O Pai não pode ser conhecido fora do Senhor Jesus (Mateus 11:27). É por isso que o Inimigo empreende tantos ataques contra a pessoa do Santo Filho de Deus, especialmente lançando dúvidas sobre sua existência eterna e sua divindade.

Saibamos reconhecer a voz do mentiroso (v. 22). O que é “desde o princípio” tem validade até a “última hora” (vv. 24,18). Na presença de tantas “novidades”, nossa segurança consiste em nos ater aos ensinamentos do princípio (Gálatas 1:8,9).

Extraído do “Guia Devocional do Novo Testamento” – literatura@terra.com.br

E ordenou José, que enchessem os seus sacos de trigo, e que lhes restituíssem o seu dinheiro a cada um no seu saco, e lhes dessem comida para o caminho; e fizeram-lhes assim.

Gênesis 42:25-38 (leia aqui)

Pelo fato de José receber os seus irmãos asperamente, não queria dizer que ele planejava alguma vingança. Mas ele conhecia, por experiência, a maldade daqueles corações, e o propósito de seu coração era conduzi-los ao verdadeiro arrependimento. Com o fim de alcançar tal coisa, José usa, um após o outro, de severidade, de gentileza, de temor e encorajamento, de acusação e banquetes. Tudo isto é levado a cabo com grande sabedoria e nos mostra, a título de comparação, como o Senhor age quando Ele quer despertar o nosso coração e consciência. Às vezes Ele fala conosco “asperamente”.

As acusações que José faz são injustas. Seus irmãos não são espias. Mas eles sentem que Deus está lhes falando e lembram do pecado de que todos participaram e da injustiça imposta ao irmão.

Às vezes temos de nos submeter a alguma injustiça. Em vez de ficarmos irritados ou buscarmos justificar a nós mesmos, perguntemos o que Deus quer nos ensinar por meio destes dolorosos meios.

Também para Jacó tudo é levado a cabo para o seu bem, ainda que ele diga no versículo 36: “Todas estas coisas vieram sobre mim“. Ele terá de aprender que, se Deus é por ele, nada pode ser contra ele e que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus (Romanos 8:28, 31). É desta forma, na verdade, que Deus o trará José de volta.

“…Unges-me a cabeça com óleo; o meu cálice transborda. Bondade e misericórdia certamente me seguirão todos os dias da minha vida; e habitarei na casa do Senhor para todo o sempre.” (Salmo 23.5-6)

O Salmo 23 é uma promessa completa que o inimigo não pode anular. Como é maravilhoso, mesmo nos encontrando no vale da sombra da morte, não precisarmos ter medo nesse caminho da justiça, mas, sim, termos comunhão com Deus, ao preparar Ele uma mesa para nós. Eu digo a você com grande certeza e convicção que o Senhor também quer guiá-lo pela vereda da justiça por amor do Seu nome. Mas você deve permitir ser guiado! Porém, muitas vezes acontece sermos guiados pela vereda da justiça passando pelos vales escuros, por caminhos que não desejamos: “…outro te cingirá e te levará para onde não queres.” Além disso, esses vales escuros da sombra da morte começam a se multiplicar, pois, como filhos de Deus, somos conduzidos pelo vale escuro dos tempos finais. Fica cada vez mais escuro ao nosso redor, e é como diz Isaías: “Vem a manhã, e também a noite.” Mesmo que a manhã da vinda do Senhor se aproxime, com toda a sua luz e clareza, a escuridão dos tempos finais, do reinado do anticristo, igualmente se aproxima, pois se realizará um pouco antes da volta triunfal de Jesus. Não nos admiremos se um longo trajeto da vereda da justiça for escuro. No fim do caminho há luz, pois lá nos espera o exaltado e abençoado Senhor Jesus Cristo. Ele é o nosso alvo, e muito em breve O veremos!

Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)