E esta palavra foi boa aos olhos de Faraó, e aos olhos de todos os seus servos.

Gênesis 41:37-52 (leia aqui)

Agora é virada uma grande página na história de José. Depois do sofrimento vem a glória (compare Lucas 24:26). O aflito que fora lançado em uma cova, o escravo vendido a um país estrangeiro, o prisioneiro posto na prisão, se torna “o senhor da terra” (42:30), o salvador do mundo, aquele diante de quem todo joelho se dobra (v. 43). Cada um desses títulos nos fala dAquele que, por um tempo humilhado e desprezado, será em breve honrado para sempre por todos os homens. Jesus, o nazareno, foi exaltado por Deus e coroado de glória e honra (Hebreus 2:7). E como um complemento supremo a todas suas glórias, é dada a José uma esposa procedente das nações, uma figura da Igreja (Efésios 1:20-23). Os nomes de seus filhos trazem à memória o penoso trabalho da alma do Salvador: trabalho que não seria mais lembrado doravante (Manassés, v. 51) para que pudesse usufruir da plenitude de seu fruto (Efraim, v. 52; compare Isaías 53:11).

Salmo 105:16-21, já citado anteriormente, resume esta magnífica história. Antes que Deus enviasse à terra a fome que já havia decretado, Ele prepara, mediante aflições, a José — que viria a ser uma figura de Cristo em Seu papel de Salvador e preservador da vida do mundo e da família de Israel. (Efraim significa fruto em dobro). Então, bem que podemos perguntar maravilhados: “Acharíamos, porventura, homem como este?” (v. 38).

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