E ACONTECEU que, ao fim de dois anos inteiros, Faraó sonhou, e eis que estava em pé junto ao rio.

Gênesis 41:1-13 (leia aqui)

Na reflexão do capítulo anterior tínhamos recordado a oração do malfeitor na cruz: “Jesus, lembra-te de mim” (Lucas 23:42). Em Gênesis 40:14 é José quem pede ao copeiro-mor pouco antes que este seja libertado: “Lembra-te de mim”. Quão triste é lermos no versículo 23 deste mesmo capítulo, que “o copeiro-mor… não se lembrou de José; antes, se esqueceu dele “.

E no que diz respeito a nós, redimidos pelo Senhor e desfrutando de Sua grande salvação, não somos por vezes ingratos, esquecendo que Ele que nos salvou? Embora devamos tudo a Jesus, descuidamos em falar sobre Ele aos que não têm o privilégio de Lhe conhecer. É porque Ele sabia quão esquecidos são os nossos corações, que o Senhor, ao dar o pão e o cálice aos Seus discípulos, lhes pediu: “Fazei isso em memória de mim” (Lucas 22:19).

Depois do sonho de Faraó, o copeiro-mor lembrou-se de José. Deve ter lhe custado muito dizer: “Dos meus pecados me lembro hoje ” (41:9). Porém ele não poderia falar de José sem primeiro dizer onde e por que o havia conhecido. De igual modo, quando testemunhamos de Jesus, o nosso bendito Salvador, não temamos reconhecer o estado de miséria em que estávamos quando Ele nos fez conhecer o livramento.

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