O reino dos céus é semelhante ao homem, negociante, que busca boas pérolas; e, encontrando uma pérola de grande valor, foi, vendeu tudo quanto tinha, e comprou-a (Mateus 13:45-46).

A Igreja: uma pérola

No capítulo 13 de Mateus, o Senhor Jesus emprega uma ilustração da pérola preciosa para falar do conjunto e da unidade de todos os Seus resgatados. Essa pérola muito valiosa representa a Igreja, da qual todos os crentes desde Pentecostes fazem parte.

O que é uma pérola e qual a sua origem? Ela se forma em uma concha e surge a partir de um corpo estranho, um grão de areia, por exemplo, que penetra entre a ostra e a concha. O animal se defende desse “intruso” produzindo nácar e o cobrindo com várias camadas dessa substância. Assim, pouco a pouco, a pérola se forma.

Sempre as pérolas foram consideradas jóias valiosas. Ao contrário das pedras preciosas, a perola não precisa ser lapidada para manifestar sua beleza. Ela é obra de Deus, o Criador. Mãos humanas só poderiam danificá-la.

Que bela metáfora para a Igreja! O ser humano não é capaz de fazer nem de destruir essa maravilhosa unidade dos salvos. Sua verdadeira beleza será visível quando o Senhor Jesus vier arrebatá-la e se manifestar com ela em glória.

A concha com a pérola deve ser buscada no fundo do mar. É uma ilustração da maneira como tem sido arrancada do mar das nações para pertencer somente a Cristo.

Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br

Tu amas a justiça e aborreces a impiedade; por isso, Deus, o teu Deus, te ungiu com óleo de alegria, mais do que a teus companheiros (Salmo 45:7).

Meditações sobre o livro de Deuteronômio (Leia Deuteronômio 33:13-29)

Tudo o que era “precioso” devia ser para José, figura de Cristo. No entanto, nada é mais precioso para o Senhor Jesus que o coração de Seu redimido. O “que foi separado de seus irmãos” (Gênesis 49:26, RC) permanece “separado de seus irmãos” (v. 16). Em virtude do sofrimento na cova e na prisão, e depois sua glória no Egito, José ocupa essa posição justificadamente. O mesmo acontece com Jesus. Ninguém poderia acompanhá-Lo naquela terrível estrada para o Calvário. Ele estava sozinho na cruz. Além disso, Deus Lhe concedeu um lugar separado, Ele “o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome” e O ungiu “com o óleo de alegria, como a nenhum dos teus companheiros” (Filipenses 2:9; Salmo 45:7).

Como um esplêndido quadro, o reinado milenar de Cristo é trazido à mente pelas bênçãos das tribos. Em contraste com as que Jacó pronunciou, estas não possuem nenhuma censura, nenhuma restrição. Contudo, falta uma pessoa nesta segunda lista; o leitor percebeu quem é? É Simeão, que outrora estava unido a Levi na mesma condenação (veja Gênesis 49:5). Levi, agora objeto da graça, é ricamente abençoado. Mas onde está Simeão? Eis uma pergunta a considerar! O seu nome está no livro da vida?

Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br

Assim como, no meio do povo, surgiram falsos profetas, assim também haverá entre vós falsos mestres, os quais introduzirão, dissimuladamente, heresias destruidoras, até ao ponto de renegarem o Soberano Senhor que os resgatou, trazendo sobre si mesmos repentina destruição.

2 Pedro 2:1-11

Hoje em dia, seitas e heresias destruidoras têm surgido aos montes. Fomos advertidos, com antecedência, a respeito de seu aparecimento, para que não sejamos pegos de surpresa tampouco desanimemos por causa delas (v. 1). Elas fazem comércio com as almas dos homens (v. 3; final do versículo 13 de Apocalipse 18).

No capítulo 1, a perspectiva da glória vindoura é confirmada por um testemunho triplo: a visão da glória no monte santo, a palavra profética e finalmente a Estrela da Manhã nascida em nosso coração. Do mesmo modo, há três exemplos que testificam quanto à certeza do julgamento que sobrevirá ao mundo: o destino dos anjos caídos (Judas 6), o dilúvio (Mateus 24:36…) e a destruição de Sodoma e Gomorra (Judas 7). Todavia, mesmo no meio de uma geração incrédula, o Senhor conhece e livra aqueles que O temem (v. 9). A despeito de seu mundanismo, Ló foi um homem justo. O parêntese no versículo 8 mostra que Deus registra cada suspiro de Seu povo. Contudo, Ló poderia ter sido poupado de todos esses tormentos se soubesse, como sabia Abraão, apreciar a terra prometida. Viver de forma falsa e ambígua perante os homens é uma desgraça para o filho de Deus. Ló é a imagem de um crente salvo “como que através do fogo” (1 Coríntios 3:15). Sua entrada no reino não será amplamente suprida (1:11). Que o Senhor nos livre de ser iguais a Ló!

Extraído do “Guia Devocional do Novo Testamento” – literatura@terra.com.br

Então falou-lhe conforme as mesmas palavras, dizendo: Veio a mim o servo hebreu, que nos trouxeste, para escarnecer de mim;

Gênesis 39:17-23; 40:1-8 (leia aqui)

Uma vez mais José é o alvo de uma terrível injustiça. Com base em um falso testemunho, ele é condenado e trancado no cárcere junto com outros prisioneiros do rei. Salmo 105:18 descreve seu sofrimento físico e moral: “Cujos pés apertaram com grilhões e a quem puseram em ferros”. E, uma vez mais, esses sofrimentos anunciavam os do Salvador. Lançaram as mãos em Jesus (Marcos 14:46), muitas falsas testemunhas foram apresentadas contra Ele (Mateus 26:59-60), “com os malfeitores foi contado” (Marcos 15:28), Ele que “nenhum mal fez” (Lucas 23:41).

A prisão estava repleta de prisioneiros culpados. Quão comovente é ver José no meio deles, não considerando a si mesmo superior por ser inocente, nem se revoltando de alguma maneira, tampouco se desencorajando, e ainda não deixando de servir! Tudo isso só pode conduzir os nossos pensamentos ao Homem perfeito, que veio tomar parte em nossa condição miserável e sem esperança, com a finalidade de nos servir em amor. Ele “andou fazendo o bem”, como diz Pedro (Atos 10:38), e acrescenta: “porque Deus era com ele“. Este também foi, no caso de José, o seu consolo e o segredo de sua prosperidade, tanto na prisão como quando esteve com Potifar (39:3,21,23). Que nós também possamos, sempre e em todo lugar, desfrutar desta feliz experiência!

Para que Satanás não alcance vantagem sobre nós, pois não lhe ignoramos os desígnios.” (2 Coríntios 2.11)

Repare nas pequenas marcas que o inimigo deixa em sua vida, nas minúsculas pegadas que, às vezes, se acham no seu caminho. São as pegadas das pequenas raposinhas que destroem os vinhedos. Apanhe-as! O passar desatento pelas marcas do inimigo pode ter conseqüências desastrosas em sua vida de fé. Por isso, não evite o confronto vitorioso com o inimigo. Jesus é vencedor! O que diz Jesus na parábola do joio no meio do trigo? Como resposta à pergunta do servo sobre a origem do joio, Ele diz: “Um inimigo fez isso.” De repente, você nota que dentro de sua igreja, em sua própria família o joio cresceu junto com o trigo. Essa é a obra do inimigo, essas são as pegadas dele. Ele age em toda parte. Mas, por favor, permaneça em Jesus. Na verdade, estamos no mundo, mas não somos do mundo. Na verdade, estamos rodeados de poderes demoníacos, mas esses poderes não nos atingem enquanto o Senhor permanecer em nós e nós permanecermos nEle. Então Ele, o Vencedor, opera em você e por meio de você. Dessa maneira você não apenas terá condições de reconhecer o inimigo, mas também poderá resistir-lhe vitoriosamente, tornando-o impotente e vencendo sobre todas as raposinhas que infestam o seu caminho.

Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)