Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna, por Cristo Jesus nosso Senhor (Romanos 6:23).

Vida eterna – uma doce ilusão?

Há pouco tempo, um curto artigo foi publicado no jornal com o seguinte título: “Vida eterna – até agora apenas uma doce ilusão”. Segundo o artigo, os cientistas consideram possível que um dia a expectativa de vida chegue a cem anos, mas a conclusão foi: “uma idade excessivamente longa simplesmente não é possível”.

Certamente que a vida eterna é uma utopia neste mundo passageiro. Há razões mais que suficientes para isso. Quando Deus criou a humanidade, Ele a projetou para viver uma vida feliz na terra sob as circunstâncias mais favoráveis que se pode imaginar. Mas a Sua criatura transgrediu o único mandamento imposto: Adão e Eva comeram o fruto proibido e falharam no teste de obediência.

Deus os advertiu, e a morte entrou, afetando a vida deles e se tornando o maior inimigo do homem. O apóstolo Paulo escreveu aos Romanos: “Portanto, como por um homem entrou o pecado no mundo, e pelo pecado a morte, assim também a morte passou a todos os homens por isso que todos pecaram” (5:12).

A vida eterna é uma realidade! Deus forneceu uma saída para essa situação desesperadora. A Bíblia testifica que pela fé em Cristo, o Filho de Deus, qualquer pessoa pode obter a nova e duradoura vida divina. Mas para isso é preciso admitir que somos pecadores e confessar nossos pecados a Deus, crendo na obra expiatória do Senhor Jesus.

Então Deus nos dará a vida eterna, uma vida que viveremos para sempre, uma vida além de toda imaginação humana.

Por esta razão, sempre estarei pronto para trazer-vos lembrados acerca destas coisas, embora estejais certos da verdade já presente convosco e nela confirmados.

2 Pedro 1:12-21

A verdades apresentadas na primeira epístola referenciam as revelações de Mateus 16: as aflições de Cristo; a edificação da Igreja, a casa espiritual construída sobre a Rocha. A segunda epístola é baseada no capítulo 17 do mesmo evangelho. Durante a transfiguração, Pedro, Tiago e João viram o Senhor Jesus em “glória excelsa”. Mas foi-lhes ordenado não contar a ninguém sobre o ocorrido até a Sua ressurreição. Não havendo mais impedimentos, Pedro, que na hora estava muito sonolento (Lucas 9:32), estimula os santos a recordar a cena (v. 13; 3:1). Aquele que, sem pensar, tinha proposto erguer três tabernáculos agora se prepara para deixar seu próprio “tabernáculo” terreno para gozar da presença de Cristo, desta vez para sempre, em corpo glorioso (v. 14). O Senhor lhe revelou quando e por qual tipo de morte ela haveria de glorificar a Deus (v. 14; João 21:18, 19). Em breve, nós também seremos “testemunhas de sua majestade”.

Ao longo de todas as Escrituras, a palavra profética lança luz sobre a glória vindoura. Entretanto, o filho de Deus possui uma luz ainda mais brilhante. O objeto de sua esperança vive nele. Cristo é a Estrela da manhã que já nasceu em seu coração (v. 19; final do versículo 27 de Colossenses 1).

Extraído do “Guia Devocional do Novo Testamento” – literatura@terra.com.br

E JOSÉ foi levado ao Egito, e Potifar, oficial de Faraó, capitão da guarda, homem egípcio, comprou-o da mão dos ismaelitas que o tinham levado lá.

Gênesis 39:1-16 (leia aqui)

O capítulo 38 é inserido na história de José como para nos mostrar, pelo exemplo de seu irmão, Judá, quão graves pecados podem acontecer e que desordem familiar pode haver, quando Cristo, o verdadeiro José, é colocado de lado. Já no capítulo 39, encontramos José no Egito, um jovem temente a Deus, que se conserva puro e separado do mundo. É por esta razão que Deus tem prazer em demonstrar que tal fidelidade Lhe é agradável, abençoando, de modo visível, todas as atividades de Sua fiel testemunha. Quando vem a tentação, José a recusa (v. 8), não lhe dá ouvidos (v. 10), foge (v. 12; compare com Juízes 16:16-17).

Amigos crentes, vocês que ainda são jovens, um dia terão de deixar a casa de seus pais para viver em um ambiente perigoso e hostil. Que o exemplo de José (que também estava longe de sua família) lhes seja de alguma forma um encorajamento em meio aos conflitos que inevitavelmente farão parte de seu sua vida. “Como purificará o jovem o seu caminho?”, pergunta o salmista. “Observando-o conforme a tua palavra”, ele responde imediatamente. É por isso que ele se preparou para o dia da tentação: “Escondi a tua palavra no meu coração, para eu não pecar contra ti” (Salmo 119:9,11).

“Porque ninguém pode lançar outro fundamento, além do que foi posto, o qual é Jesus Cristo.” (1 Coríntios 3.11)

O dia da ceifa, o dia do tribunal de Cristo, quando nós, como Igreja de Jesus, estaremos diante do trono do julgamento está muito próximo. Por isso, aproveite bem o tempo! Preocupe-se em edificar sobre o fundamento de sua salvação – que é Jesus Cristo – aquilo que a Bíblia chama de ouro, prata, pedras preciosas. De maneira concreta, isso significa permitir que em sua vida todos os propósitos conduzam a um único alvo. E o alvo é a glorificação do nome do Senhor.

Permita que o amor a Jesus seja a mola propulsora ao usar seu tempo, pois assim ele será transformado em valores eternos. E assim a colheita feita em sua vida será um triunfo diante do tribunal de Cristo. Uma vida remida e entregue ao Senhor com essa intensidade sofre tentações, é colocada em dúvida, e tem reveses, mas, em compensação, as Escrituras dizem: “Os que com lágrimas semeiam, com júbilo ceifarão.” Aproveite bem o tempo, pois de repente tudo terá passado! “…Ajuntai para vós outros tesouros no céu, onde traça nem ferrugem corrói, e onde ladrões não escavam nem roubam.” Talvez você pergunte: na prática, como posso começar a usar o meu tempo para que meus atos tenham valor eterno? Resposta: ore mais! Leia mais a Palavra de Deus! Mantenha diálogo com Deus! Esse é o começo.

Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)