DEPOIS disse Deus a Jacó: Levanta-te, sobe a Betel, e habita ali; e faze ali um altar ao Deus que te apareceu, quando fugiste da face de Esaú teu irmão.

Gênesis 35:1-15 (leia aqui)

Depois dos vergonhosos eventos ocorridos em sua família, Jacó ficou turbado e desencorajado (34:30). Deus não quer deixá-lo neste estado e fala-lhe uma vez mais: “Levanta-te, sobe a Betel e habita ali; faze ali um altar ao Deus que te apareceu”. Betel, a casa de Deus, é o lugar de Sua presença. Essa mesma voz divina conclama o cristão, a cada primeiro dia da semana, a se desocupar dos negócios terrenos e a se dispor ao lugar onde o Senhor prometeu a Sua presença, para adorá-Lo em espírito e em verdade. Mas, antes que pudesse obedecer, como Jacó bem sabia, algo era essencial. Suas tendas ocultavam coisas impróprias à santa presença de Deus — mesmo que fossem apenas os ídolos domésticos de Labão que permaneciam na tenda de Raquel. Tolerados tanto tempo, esses “deuses estranhos” deviam ser implacavelmente lançados fora antes da apresentação perante o Senhor. Somente então Jacó pôde subir a Betel, um lugar que ele agora não considera mais “terrível”. Ali ele edifica um altar, lembrando com gratidão as bênçãos que tinha recebido, e ouve de Deus a confirmação de todas as Suas promessas. Quando o adorador julga e abandona o que era incompatível com o seu elevado serviço, é coberto na presença de Deus de numerosas bênçãos de imensurável valor (Oséias 14:8).

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