ENTÃO ouvia as palavras dos filhos de Labão, que diziam: Jacó tem tomado tudo o que era de nosso pai, e do que era de nosso pai fez ele toda esta glória.

Gênesis 31:1-21 (leia aqui)

Apesar de tudo que já vimos nos últimos estudos sobre o triste comportamento de Jacó, convém reconhecer a sua paciência. Ele suporta, sem queixas, o cansaço e o sofrimento, assim como toda a injustiça que Labão lhe infligiu. O que o sustenta é a lembrança da terra que o Senhor deu a Abraão e à sua descendência. Ele não havia esquecido que em Betel Deus lhe prometera que o traria de volta à “terra de seus pais”. Esta esperança permaneceu viva em seu coração, e finalmente chegou o momento para seu o cumprimento. Sabemos que os cristãos são estrangeiros na terra; não temos nós também uma promessa do Senhor referente ao Lar celestial, ao qual em breve Ele nos introduzirá? Esta esperança deve dar-nos toda a paciência e toda a coragem de que precisamos para suportar as dificuldades e até as injustiças.

Embora tenha obedecido à ordem do Senhor (v. 3), é triste ver que Jacó continuou manifestando o seu caráter dissimulador: ele engana Labão fugindo sem o conhecimento do sogro. Isso não demonstra falta de confiança em Deus? Se Deus lhe ordenou que partisse, permitiria Ele que Labão o impedisse? (v. 24). Labão, aliás, só poderia consentir, pois reconhecera, como antes, que “isto procede do Senhor” (24:50).

Anúncios
%d blogueiros gostam disto: