O mistério que esteve oculto desde todos os séculos, e em todas as gerações, e que agora foi manifesto aos seus santos… Cristo em vós, esperança da glória… Para que apresentemos todo o homem perfeito em Jesus Cristo ;e para isto também trabalho, combatendo segundo a sua eficácia (Colossenses 1:26-29).

Cristo em nós

Isso era um “mistério”, porém agora é manifesto aos filhos de Deus, pois Deus quer nos dar a conhecer as riquezas dessa revelação. Em seus ensinamentos, Paulo lutava segundo o poder do Espírito de Deus que operava nele, a fim de apresentar, todos os redimidos, perfeitos em Cristo Jesus. Por um lado, “perfeito em Cristo”; por outro, “Cristo em vós”. Esse é o atributo do “novo homem”, renovado no conhecimento, onde “Cristo é tudo em todos” (Colossenses 3:11). Viver essa verdade pelo poder do Espírito Santo e em comunhão com o Senhor é a mais alta graça concedida ao cristão na terra. Que Ele “vos conceda que sejais corroborados com poder pelo seu Espírito no homem interior; para que Cristo habite pela fé nos vossos corações” (Efésios 3:16-17).

“Jesus me resgatou Quando Ele me trouxe à luz! Sim, me purificou No sangue da Sua cruz. Bem feliz eu sou,Tendo o Seu perdão; Pois Cristo morreu, A vida me deu E a salvação”

Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br

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E formou o Senhor Deus o homem do pó da terra, e soprou em suas narinas o fôlego da vida; e o homem foi feito alma vivente (Gênesis 2:7).

Ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia (2 Coríntios 4:16).

Nosso ser interior

Nosso corpo não é nosso ser integral. Ele é ao mesmo tempo a habitação e o instrumento imperfeito e intratável de nosso ser interior. Os materialistas podem até afirmar que quando sofremos é o corpo que sente a dor; quando pensamos, isso é resultado de várias operações físicas do sistema nervoso; quando lembramos de algo é porque os recônditos do cérebro armazenaram a informação; e, por fim, quando o corpo morre, nada mais resta.

A vida animal é similar: esse é o ponto em comum que temos com eles. Os animais são simplesmente seres vivos; a vida deles acaba para sempre quando o pó retorna à terra.

Todavia, a alma humana é um elemento infinitamente mais importante. De onde vem, por exemplo, nossos desejos, o senso da presença de Deus, nossa consciência, saudades, remorsos, esperanças, etc? Tais sentimentos confirmam a existência de nossa alma, intrinsecamente ligada ao corpo natural, mas que não desaparece como a matéria inerte.

Deus nos fez “alma vivente”. Isso não pode ser destruído. Ela foi feita para ter um destino eterno. O que acontecerá com nossa alma na eternidade? Um dos ladrões crucificados ao lado de Jesus recebeu uma resposta imediata e definitiva para o apelo que fez à graça divina. O Senhor Jesus afirmou: “Em verdade te digo que hoje estarás comigo no Paraíso” (Lucas 23:43). Querido leitor, o que cabia a Deus fazer por sua alma já foi realizado por Jesus Cristo na cruz do Calvário. Resta a você decidir se crê ou não nessa obra maravilhosa, e essa decisão determinará onde você passará a eternidade.

Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br

Sede, pois, irmãos, pacientes, até à vinda do Senhor. Eis que o lavrador aguarda com paciência o precioso fruto da terra, até receber as primeiras e as últimas

Tiago 5:7-20

O outono é a estação de trabalho árduo. São necessários de oito a dez meses de frio e calor, chuva e sol alternados até que chegue a hora da nova colheita. Isto exige muita paciência do agricultor. Assim como o agricultor, nós também precisamos ser pacientes, “pois a vinda do Senhor está próxima”. Precisamos fazer uso dos recursos que estão à nossa disposição: em tempo de alegria, cânticos; em tempo de tribulações (assim como em todas as situações), a oração fervorosa da fé. Será que já descobrimos as grandes coisas que a oração pode operar? (“a oração do justo pode muito” – veja final do versículo 31 de João 9). Os versículos 14 a 16, usados para justificar todo tipo de prática errada no cristianismo, são verdadeiros apenas se as condições mencionadas forem mantidas. Todavia, um cristão dependente de Deus nem sempre se achará na liberdade de pedir cura; pelo contrário, este orará com outros irmãos para aceitar a vontade de Deus em paz.

O final da epístola enfatiza o cuidado fraterno em amor: a confissão de pecados uns aos outros (não de um crente para um sacerdote), a oração uns pelos outros, o cuidado com os necessitados. Há pouco espaço para doutrina nesta epístola. Por outro lado, há grande ênfase à prática da vida cristã. Que Deus não permita que nem um de nós seja “ouvinte negligente, mas operoso praticante” (1:25).

Extraído do “Guia Devocional do Novo Testamento” – literatura@terra.com.br

E aconteceu que, como Raquel deu à luz a José, disse Jacó a Labão: Deixa-me ir, que me vá ao meu lugar, e à minha terra.

Gênesis 30:25-43 (leia aqui)

O pobre Jacó, agitado, especula e negocia com Labão, usa de astúcia e engano, tenta enriquecer através de sua capacidade intelectual e pelos seus próprios esforços. Quão triste é ver um crente contendendo com pessoas mundanas por bens terrenos. Isaque havia dado um exemplo bem diferente para seu filho, Jacó (26:15-22).

O apóstolo Paulo em 1 Timóteo 6:6-10 faz uma contraposição do desejo de enriquecer com a piedade, a qual, associada ao contentamento, é grande fonte de lucro. Atentemos melhor para esta dupla fonte de lucro — as verdadeiras riquezas — que devemos buscar. Em primeiro lugar, temos a piedade, isto é, a comunhão com Deus, da qual falam os altares. Mas no seu exílio Jacó não edifica nenhum altar — não tem um contato intencional com Deus. Em segundo lugar, temos o contentamento, algo que os patriarcas demonstraram vivendo em tendas, e o próprio Jacó procedeu dessa forma (25:27). O aprendizado pessoal do apóstolo Paulo era de estar contente com todas as circunstâncias em que se encontrava (Filipenses 4:11). Quão difícil é estar sempre satisfeito! Porém o melhor testemunho que podemos dar aos que estão à nossa volta é mostrar que estamos satisfeitos com o que Deus nos dá! Ele nos deu nada menos que o Seu próprio Filho, e com Ele todas as coisas! (Romanos 8:32).

“Então Elias tomou o seu manto, enrolou-o, e feriu as águas, as quais se dividiram para as duas bandas; e passaram ambos em seco.” (2 Reis 2.8)

Elias propôs a Eliseu três vezes o caminho mais fácil: “Fica-te aqui” (vv. 2, 4 e 6). Mas a cada uma dessas propostas, Eliseu responde com santa determinação: “Tão certo como vive o Senhor e vive a tua alma, não te deixarei.” Você também não quer dizer: “Eu não te deixo, Senhor, a não ser que me abençoes; eu quero estar unido a Ti na Tua morte; eu quero seguir contigo pelo Jordão; quero permanecer na cruz contigo”? Se você disser isso com convicção, experimentará coisas maravilhosas: o Elias celestial, Jesus Cristo, já preparou o caminho para você. Isso significa que, na prática, essa é uma atitude possível e viável, uma vez que Ele vai à sua frente aplainando o caminho. E quando você chegar ao outro lado, tome a santa decisão: quero seguir o caminho todo, quero andar pelo caminho estreito, escolho o caminho da morte de Jesus. Então Ele lhe abre toda a plenitude: “Havendo eles passado, Elias disse a Eliseu: Pede-me o que queres que eu te faça.” Que imensa riqueza a morte de Jesus coloca à nossa disposição! Se você diz sim ao caminho proposto por Ele, Ele se aproxima de você e sussurra ao seu ouvido: “Peça o que você quiser e eu lhe darei!”

Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)