Atendei, agora, vós que dizeis: Hoje ou amanhã, iremos para a cidade tal, e lá passaremos um ano, e negociaremos, e teremos lucros.

Tiago 4:13-17; 5:1-6

As mesmas pessoas que fazem planos egoístas (vv. 13-15; Isaías 56:12) freqüentemente também procuram (Lucas 12:18, 19) amealhar riquezas terrenas (5:16). Elas desconhecem a vida de fé. Planejar o futuro independentemente é substituir a vontade de Deus por sua própria. Esta é uma atitude própria da incredulidade – uma demonstração de que não cremos no retorno eminente do Senhor. É tolice colocar a confiança em riquezas nestes “últimos dias”. Os riscos inerentes às fortunas: perda, roubo, desvalorização… servem para nos mostrar que são riquezas corruptíveis, ouro e prata corrompidos (ver Salmo 52:7). Por isso, o Senhor ordena: “fazei para vós outros bolsas que não desgastem, tesouro inextinguível nos céus, onde não chega o ladrão, nem a traça consome” (Lucas 12:33). O apego aos bens materiais pode contribuir para o endurecimento do coração – primeiramente com Deus, pois daí perdemos o senso de dependência dEle e o senso das verdadeiras necessidades da alma (Apocalipse 3:17); em seguida, com o próximo, tornando-se mais difícil nos colocar no lugar daqueles que sofrem necessidade (Provérbios 18:23).

Extraído do “Guia Devocional do Novo Testamento” – literatura@terra.com.br

Anúncios
%d blogueiros gostam disto: