Todavia, ao Senhor agradou moê-lo, fazendo-o enfermar; quando a sua alma se puser por expiação do pecado, verá a sua posteridade, prolongará os seus dias; e o bom prazer do Senhor prosperará na sua mão (Isaías 53:10).

Frutos doces de um madeiro amargo

Os eleitos pelos quais Cristo se sacrificou na cruz agora são o “fruto do trabalho da sua alma” (Isaías 53:11), a posteridade que “será declarada ao Senhor a cada geração” (Salmo 22:30). Eles pertencem à nova e celestial família, cuja Cabeça é Cristo, o Primogênito dentre os mortos (Apocalipse 1:5). Ele que entrou na morte por nós agora está vivo para sempre. “Pois, quanto a ter morrido, de uma vez morreu para o pecado; mas, quanto a viver, vive para Deus” (Romanos 6:10).

Como Filho do homem ressurreto e glorificado, Ele é o executor, o objeto e o centro dos pensamentos de Deus. “O bom prazer do Senhor prosperará em sua mão”. Todos os propósitos e planos de Deus, aparentemente frustrados pela infidelidade e fraqueza do primeiro homem, se concentraram em Cristo, o “segundo homem”, o homem do céu (1 Coríntios 15:47), e serão gloriosamente cumpridos nEle.

O resultado da obra de redenção no Calvário é a eterna glorificação de Deus e a final e completa derrota de Satanás, do pecado e da morte. Mas também é a salvação e duradoura alegria dos que sinceramente crêem nEle. A restauração de Israel, o estabelecimento de Seu reino e o surgimento dos novos céus e nova terra são conseqüências do abençoado fruto da reconciliação que Ele tornou possível pela Sua cruz.

“Rei da glória, Te adoramos. Cristo! Soberano! Deus! Ante Ti já nos prostramos, Glorioso aí nos céus. Tributamos-Te louvor, Admirável Salvador.” (Hinos & Cânticos, hino 554)

Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br

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