E que mais direi? Certamente, me faltará o tempo necessário para referir o que há a respeito de Gideão, de Baraque, de Sansão, de Jefté, de Davi, de Samuel e dos profetas,

Hebreus 11:32-40; 12:1-3

A partir do versículo 32, estamos na terra de Canaã. Ali encontramos juízes, reis, profetas, enfim, uma grande nuvem de testemunhas nos cerca, as quais nos precederam e esperam que sejamos habilitados a tomar posse das promessas (vv. 39 e 40). Durante os tempos tenebrosos, a tocha da fé passou de mão em mão sem jamais se apagar. Somente Deus conhece a lista desses mártires e a mantém atualizada. Cada crente tem sua própria página no livro da fidelidade. O exército conta com batedores (capítulo 11) e com um maravilhoso Capitão; nós somos a retaguarda. Atualmente, é a nossa vez de estar nesta “corrida de revezamento”. O que devemos fazer para correr bem? Não podemos estar sobrecarregados nem engodados. Comecemos por jogar fora qualquer peso e bagagem inútil. Afastemo-nos do pecado, essa rede que nos faz tropeçar tão facilmente! Mas isso não é tudo! Precisamos de um objetivo que, semelhante a um forte ímã, nos atraia. Fixemos nossos olhos no Senhor Jesus, o Guia e Exemplo de uma vida de fé, seu Autor e Consumador. Ele também tinha um objetivo diante de Si, mais poderoso que a cruz, a vergonha e o sofrimento: era a “plenitude de alegria” que deveria coroar a vida daquele que tem fé, segundo o Salmo 16:11.

Extraído do “Guia Devocional do Novo Testamento” – literatura@terra.com.br

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