E, se a tua mão direita te escandalizar, corta-a e atira-a para longe de ti, porque te é melhor que um dos teus membros se perca do que seja todo o teu corpo lançado no inferno (Mateus 5:30).

Oh! Quanto amo a tua lei! É a minha meditação em todo o dia! (1 Coríntios 6:12).

Somos escravos de nossas atividades?

A parábola de Lucas 14:15-24 nos conta a história de um homem que oferece um banquete. Ilustra o convite que Deus faz a todos os seres humanos, porque Ele deseja encher o céu, esse glorioso lugar de felicidade. Porém – que coisa estranha! –, os convidados parecem competir entre si para ver quem acha a desculpa mais esfarrapada. Um deles explica: “Comprei cinco juntas de bois, e vou experimentá-los; rogo-te que me hajas por escusado”. Às vezes agimos como essa pessoa. O homem moderno se acha tão imerso em suas atividades que permanece surdo ao convite divino. Em nossos dias, essas cinco juntas de bois podem ser novas máquinas, um carro, um computador, etc. Que tipo de coisa nos impede de acertar nossa vida com Deus? Sacrificaremos a felicidade eterna por uma ocupação passageira? Isso nos faz pensar em Esaú, que trocou a bênção divina por um prato de comida.

Para nós que cremos no Senhor Jesus, o Salvador do mundo, será que alguma atividade, por mais apaixonante que seja, está atrapalhando nosso relacionamento com Deus? O perigo é que tais coisas passem a ocupar tanto lugar em nossa vida que se tornem ídolos aos quais sacrificamos nosso tempo livre!

Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br

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