Porque, onde há testamento, é necessário que intervenha a morte do testador;

Hebreus 9:16-28

“Sem derramamento de sangue, não há remissão” (v. 22; Levítico 17:11). O que cada sacrifício da antiga aliança proclamava, e que Abel já havia entendido pela fé (11:4), é confirmado aqui categoricamente. “O salário do pecado é a morte” (Romanos 6:23) e o sangue derramado na terra é a prova cabal de que a dívida fora paga (Deuteronômio 12:23-24). O sangue de Cristo foi “derramado em favor de muitos, para remissão de pecados” (Mateus 26:28). Quem são estes muitos? Todos os que crêem! O precioso sangue de Jesus, eternamente contemplado por Deus, os protege da ira divina, pois “aos homens está ordenado morrerem uma só vez…”. A reencarnação não é possível.

Todavia, nem tudo acaba com a morte, e ela representa pouca coisa quando comparada ao que segue. O que há depois da morte? Uma palavra basta para revelar o mistério: “… depois disto, o juízo” (2 Timóteo 4:1; Apocalipse 20:12). A pessoa sem Deus tem diante de si duas terríveis realidades: morte e julgamento. Mas o redimido possui duas maravilhosas certezas: o perdão de todos os seus pecados e a volta do Senhor para a libertação final (v. 28). Que cada um de nossos leitores esteja entre os que “o aguardam para a salvação”.

Extraído do “Guia Devocional do Novo Testamento” – literatura@terra.com.br

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