Morrendo o homem, porventura tornará a viver? (Jó 14:14).

As três perguntas mais antigas da humanidade (3)

A terceira pergunta que intriga os humanos desde os primórdios é sobre a vida após a morte. O pensamento de todos os povos é caracterizado por uma consciência de que a morte não é o fim de todas as coisas.

A mitologia antiga e o conteúdo de muitos túmulos descobertos pelos arqueólogos testificam que as pessoas das eras remotas acreditavam na vida após a morte. As doutrinas da reencarnação e a transmigração da alma não são novidades; constam das evidências descobertas na cultura das mais antigas civilizações. O homem esteve ocupado desde o início com a questão da vida após a morte, pois Deus “pôs o mundo no coração do homem” (Eclesiastes 3:11). No entanto, sem Deus, não há resposta satisfatória. Aqui também somente a divina revelação nos fará conhecer a verdade. A Bíblia faz duas importantes declarações acerca deste tema:

1) Existe vida após a morte! “E aconteceu que o mendigo morreu, e foi levado pelos anjos para o seio de Abraão; e morreu também o rico, e foi sepultado. E no inferno, ergueu os olhos, estando em tormentos, e viu ao longe Abraão, e Lázaro no seu seio”. Essas foram palavras de Jesus Cristo em Lucas 16:19-23.

2) A decisão acerca de nosso destino eterno tem, obrigatoriamente, de ser feita nesta vida. Depois da morte é muito tarde; não há chance. O Senhor também falou sobre esse ponto em Seus ensinamentos (Lucas 16:26-31).

Que ninguém se engane! Hoje é o dia para uma decisão sobre onde cada um de nós irá passar a eternidade. “Na verdade, na verdade vos digo que aquele que crê em mim tem a vida eterna”, disse o Filho de Deus (João 6:47).

(concluído)

Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br

Anúncios

Ora, o essencial das coisas que temos dito é que possuímos tal sumo sacerdote, que se assentou à destra do trono da Majestade nos céus,

Hebreus 8:1-13

A antiga aliança do Sinai fora quebrada pelo pecado de Israel. Uma nova aliança, predita em Jeremias 31:31, é feita com este povo. Provas cabais têm sido dadas de que o homem é incapaz de cumprir as promessas feitas a Deus, portanto, nesta nova aliança, não há mais condições que o homem tenha de satisfazer (Romanos 11:27). Ela é baseada unicamente no sangue de Cristo, também chamado de “o sangue da [nova] aliança” (Mateus 26:28). Quatro aspectos a caracterizam:

Os mandamentos do Senhor estarão escritos no coração dos homens – haverá um chamamento ao amor.

Israel voltará a seu relacionamento como povo do Senhor (v. 10; Zacarias 8:8).

O conhecimento do Senhor será comum a todos (v. 11; Isaías 54:13).

Deus não se lembrará mais nem dos pecados nem das iniqüidades (v. 12).

Os cristãos, por sua vez, não estão sob um pacto, pois que necessidade há de um pacto entre pai e filho? Mas eles desfrutam de todas as bênçãos prometidas a Israel, e de muito mais. A Palavra divina está implantada neles (2 Coríntios 3:3). Eles são filhos de Deus agora. Conhecem a Deus por meio do Espírito Santo que habita neles. Têm total segurança de que seus pecados foram apagados para sempre.

Querido leitor, esses privilégios também são seus?

E PARTIU Abraão dali para a terra do sul, e habitou entre Cades e Sur; e peregrinou em Gerar.

Gênesis 20:1-18 (leia aqui)

Abraão agora nega sua mulher pela segunda vez e merece a censura do mundo (veja capítulo 12). Por vezes é necessário que Deus repita Suas lições, até que o mal seja julgado na sua origem e confessado. Tratava-se aqui de uma meia-verdade (vv. 12-13). É ao mesmo tempo grave e instrutivo observarmos um homem privilegiado, que desfrutava de tão íntima comunhão com Deus, perder a consciência de seu relacionamento e fracassar no testemunho. Ouçamos as tristes palavras que Abraão diz a Abimeleque: “Deus me fez andar errante da casa de meu pai” (v. 13). Que linguagem pobre para um crente! Seria isto tudo o que ele tinha a dizer sobre o chamado que recebeu do “Deus da glória” para seguir à cidade celestial? Infelizmente muitas vezes nos assemelhamos a ele! Quando um cristão convive freqüentemente com pessoas mundanas, passa a falar como elas. Mas, mesmo durante o período em que Deus está aplicando uma lição importante a Seu povo, Ele continua a zelar ternamente por ele. “A ninguém permitiu que os oprimisse; antes, por amor deles, repreendeu a reis, dizendo: Não toqueis nos meus ungidos” (Salmo 105:14-15). O Senhor vela pela dignidade de Abraão, Seu representante, o profeta que fala em Seu nome (v. 7) e o intercessor cujas orações Ele responde (v. 17).

“Vinde, pois, e arrazoemos, diz o Senhor; ainda que os vossos pecados são como a escarlate, eles se tornarão brancos como a neve; ainda que são vermelhos como o carmesim, se tornarão como a lã.” (Isaías 1.18)

O Senhor me lava por meio do Seu sangue de tal forma que me torno branco como a neve, pois Ele diz: “Purificá-los-ei de toda a sua iniqüidade com que pecaram contra mim.” O próprio Jesus disse: “As minhas ovelhas ouvem a minha voz; eu as conheço, e elas me seguem.” É como se Ele guardasse Sua promessa com a fechadura divina, acrescentando: “…e ninguém as arrebatará da minha mão.”

Por que você ainda vacila, ó coração fraco? Será que não é uma graça superabundante você vir a Jesus e nEle encontrar Aquele que o acolhe e o inclui na Sua Igreja e lhe diz: “Você será meu por toda a eternidade”? Por isso, resista ao espírito escravizador do medo, e humilhe-se em espírito de adoção pelo qual você pode dizer: “Aba, Pai.” Que graça sem medida encontramos nesta curta, mas poderosa promessa: “…o que vem a mim, de modo nenhum o lançarei fora.”

Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)