SENDO, pois, Abrão da idade de noventa e nove anos, apareceu o Senhor a Abrão, e disse-lhe: Eu sou o Deus Todo-Poderoso, anda em minha presença e sê perfeito.

Gênesis 17:1-27 (leia aqui)

O Senhor aparece novamente a Abrão, renova Sua promessa de uma incontável descendência e muda o nome Abrão para Abraão. Na Bíblia uma mudança de nome sempre indica um novo relacionamento com a pessoa que atribui o novo nome. Aqui o nosso patriarca deixa de ser apenas o homem de fé, tornando-se o pai de todos os homens de fé (Romanos 4:11). Quando Deus lhe dá o nome “pai de numerosas nações”, Ele já estava se reportando com interesse e amor a esta multidão de crentes da qual Abraão viria a ser lembrado como precursor e da qual esperamos todos os nossos leitores façam parte. Nesta linhagem de reis que haveriam de proceder de Abraão (v. 6), Deus já contemplava antecipadamente o “filho de Davi”, a quem havia destinado como Rei sobre Israel e sobre o mundo. E assim vemos o Novo Testamento começando com a “genealogia de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão”.

Ao mesmo tempo que Deus dá a Abraão um novo nome, também lhe dá mais um sinal: o da circuncisão, que, em certo grau, corresponde ao batismo de hoje e representa tanto a nossa separação para Deus como também a proclamação de que não confiamos na carne (Filipenses 3:3).

No final do capítulo vemos que Sara também recebe um novo nome, prenunciando o nascimento de Isaque. Vemos ainda Abraão sendo obediente ao mandamento que Deus lhe tinha dado.

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