Eis que pecastes contra o Senhor; e sabei que o vosso pecado vos há de achar (Números 32:23).

Eis o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo (João 1:29).

Eis que vem com as nuvens, e todo o olho o verá (Apocalipse 1:7).

Verdades que não podem ser ignoradas

A primeira palavra dos versículos acima nos mostra que Deus deseja chamar nossa atenção para certos fatos importantes. São verdades que não podemos ignorar sem sofrer as conseqüências. Vamos analisá-las.

Todos pecaram contra Deus. Poucas pessoas irão se recusar a admitir que erraram em algum momento da vida e são culpadas por algo que fizeram. Porém como é fácil menosprezar o assunto com a desculpa de que “todos são pecadores”. Generalizações não têm efeito para com Deus, que espera de nós uma admissão de culpa pessoal: “Eu pequei!” O “Deus de amor” que fecha os olhos para as “pequenas ofensas” e leva em consideração as “boas intenções”, como muitos imaginam, definitivamente não existe. A Bíblia mostra Deus como Aquele que nos julga de acordo com Seu imparcial senso de justiça. “Sabei que o vosso pecado vos há de achar.”

Jesus Cristo é o Salvador dos pecadores. Ele é o meio pelo qual podemos escapar do juízo divino. Como Cordeiro de Deus Ele sofreu o justo castigo do pecado. Cristo, o Único que não pecou, morreu na cruz do Calvário no lugar dos que pecaram. Isso se aplica a todos os que confessam diante dEle que são pecadores e O recebem como Salvador e Senhor.

Jesus Cristo voltará como Juiz. Esse é o significado do último versículo. Nesse dia então não haverá mais qualquer oportunidade para as pessoas O receberem como Salvador.

Agora só resta uma pergunta: diante de tais verdades, qual é a sua posição? Você já pertence ao grupo dos que crêem e têm um relacionamento íntimo com esse Senhor e Salvador ou ainda se esconde atrás de uma infinidade de desculpas?

Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br

Anúncios

Ora, se Josué lhes houvesse dado descanso, não falaria, posteriormente, a respeito de outro dia.

Hebreus 4:8-16

Até que, como filhos de Deus, entremos no descanso do Senhor, ainda teremos de enfrentar a dura lida do nosso caminhar, do servir e do combater. Mas não somos deixados sem recursos. O primeiro recurso que este capítulo menciona é a Palavra de Deus. Hoje ouvimos Sua voz… Esta Palavra cuida do nosso estado interior. Ela é viva: ela nos traz à vida; eficaz: ela faz a obra em nós (Efésios 6:17, por outro lado, a apresenta como arma de guerra). E, finalmente penetrante – permitamos que ela perscrute toda a nossa vida.

Além do pecado, que a Palavra de Deus expõe e condena, há em nós debilidade e fraquezas. Deus providenciou dois outros recursos para combatê-las. Ele nos deu um grande Sumo Sacerdote, cheio de misericórdia e compaixão. Como Homem, Cristo experimentou toda espécie de sofrimento, a fim de em “ocasião oportuna”, mostrar Seu multiforme amor para com Seus fracos redimidos.

Em segundo lugar, Ele nos abriu o caminho ao trono da graça. Somos exortados a nos aproximar deste trono com tamanha confidência e liberdade, porque é ali que encontramos nosso amado Salvador. É ali, e somente ali, que procuramos ajuda? (Salmo 60:11).

Extraído do “Guia Devocional do Novo Testamento” – literatura@terra.com.br

SENDO, pois, Abrão da idade de noventa e nove anos, apareceu o Senhor a Abrão, e disse-lhe: Eu sou o Deus Todo-Poderoso, anda em minha presença e sê perfeito.

Gênesis 17:1-27 (leia aqui)

O Senhor aparece novamente a Abrão, renova Sua promessa de uma incontável descendência e muda o nome Abrão para Abraão. Na Bíblia uma mudança de nome sempre indica um novo relacionamento com a pessoa que atribui o novo nome. Aqui o nosso patriarca deixa de ser apenas o homem de fé, tornando-se o pai de todos os homens de fé (Romanos 4:11). Quando Deus lhe dá o nome “pai de numerosas nações”, Ele já estava se reportando com interesse e amor a esta multidão de crentes da qual Abraão viria a ser lembrado como precursor e da qual esperamos todos os nossos leitores façam parte. Nesta linhagem de reis que haveriam de proceder de Abraão (v. 6), Deus já contemplava antecipadamente o “filho de Davi”, a quem havia destinado como Rei sobre Israel e sobre o mundo. E assim vemos o Novo Testamento começando com a “genealogia de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão”.

Ao mesmo tempo que Deus dá a Abraão um novo nome, também lhe dá mais um sinal: o da circuncisão, que, em certo grau, corresponde ao batismo de hoje e representa tanto a nossa separação para Deus como também a proclamação de que não confiamos na carne (Filipenses 3:3).

No final do capítulo vemos que Sara também recebe um novo nome, prenunciando o nascimento de Isaque. Vemos ainda Abraão sendo obediente ao mandamento que Deus lhe tinha dado.

“Conheço as tuas obras – eis que tenho posto diante de ti uma porta aberta, a qual ninguém pode fechar – que tens pouca força, entretanto guardaste a minha palavra, e não negaste o meu nome.” (Apocalipse 3.8)

A quem o Senhor deu essa porta aberta? Àquele que tem pouca força! Essa é uma mensagem cheia de esperança para todos aqueles que a necessitam e que se sentem fracos! Apodere-se do poder do Espírito para ter um atraente testemunho de vida! É a maneira de Deus glorificar-se na fraqueza! Pense nisso, você, que tanto anseia por força e pela sensação de poder! Muitas vezes pedimos o contrário daquilo que Deus quer nos dar: “…porque o poder se aperfeiçoa na fraqueza.” Ou: “Ele me abateu a força no caminho.” Por que o Senhor não quer contar com a nossa própria força? Porque as nossas forças só produzem coisas temporais. Mas o poder do Senhor produz coisas eternas. Por isso precisamos nos tornar fracos já que a nossa própria força é um empecilho para que o poder e a força de Deus se manifestem em nossas vidas.

Essa porta aberta Ele também dá àqueles que permanecem na Sua palavra. São pouquíssimos os que permanecem fiéis à Bíblia toda! Mas o que diz o Senhor? “…Mas o homem para quem olharei é este: o aflito e abatido de espírito, e que treme da minha palavra.” Você está disposto a ser julgado cada vez mais profundamente pela Palavra? Deus não espera que você seja forte, Ele espera obediência!

Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)