Havendo Deus, outrora, falado, muitas vezes e de muitas maneiras, aos pais, pelos profetas,

Hebreus 1:1-14

O autor da epístola aos Hebreus é provavelmente o apóstolo Paulo. No entanto, ele não se identifica para deixar todo o lugar ao Senhor Jesus, o grande “Apóstolo… da nossa confissão” (Hebreus 3:1). Depois de haver falado por meio de instrumentos tão diferentes, Deus finalmente fala a Israel e aos homens por meio de Seu próprio Filho (Marcos 12:6).

Ele é “o Verbo”, a plena e definitiva revelação de Deus. A fim de nos dar uma idéia mais elevada, Ele nos ensina quem é este Filho: o herdeiro de tudo, o Criador dos mundos, o resplendor de Sua glória, a própria imagem de Sua pessoa, Aquele que sustenta todas as coisas (João 1:1 e 18). Bendito Senhor, Ele que fez os mundos e fez também a purificação de nossos pecados. Para a criação, bastou Sua palavra, mas, para a obra da salvação, Ele teve de pagar o supremo preço: Sua própria vida.

Uma série de citações dos salmos messiânicos (2, 45, 102, 110…) estabelece a exaltação e a supremacia do Filho de Deus. Os anjos são criaturas, o Senhor Jesus é o Criador; eles são servos, Ele é o Senhor. Os anjos, de maneira invisível, ministram a nosso favor; somente Jesus tornou possível a purificação dos meus e dos seus pecados, leitor. E o que Ele é realça de modo incomparável o valor do que Ele tem feito.

Extraído do “Guia Devocional do Novo Testamento” – literatura@terra.com.br

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