Eu sararei a sua perversão, eu voluntariamente os amarei (Oséias 14:4).

Meditações sobre o livro de Deuteronômio (Leia Deuteronômio 31:7-18)

Tendo estimulado Israel a ser forte e corajoso (v. 6), Moisés dirige palavras semelhantes a Josué (v. 7). A fonte da coragem é a mesma em ambos os casos: o Senhor que andaria com eles.

Moisés escreveu a lei. Ela tinha de ser lida! Ele dá uma última instrução para que os divinos mandamentos fossem lidos periodicamente diante de toda a nação: homens, mulheres e crianças. Com qual propósito? “Para que ouçam, e aprendam, e temam o Senhor, vosso Deus, e cuidem de cumprir todas as palavras desta lei” (v. 12). É pela mesma razão que hoje nos reunimos: para que haja leitura e meditação na Palavra. As crianças devem estar lá junto com os pais. Queridos jovens, não negligenciem essas reuniões, “como é costume de alguns” (Hebreus 10:25).

Por que, depois de ter prometido a Israel que jamais abandonaria o povo (v. 6), Deus anuncia: “Desampará-lo-ei e dele esconderei o rosto” (v. 17)? Porque haveria um tempo em que o povo iria abandonar o seu Deus e quebrar a aliança (v. 16). Contudo, uma promessa final foi feita pela boca do profeta Oséias: “Curarei a sua infidelidade, eu de mim mesmo os amarei” (14:4).

Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br

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