E ERA toda a terra de uma mesma língua e de uma mesma fala.

Gênesis 11:1-26 (leia aqui)

Vemos aqui a fundação de Babel (ou Babilônia), esta que através das Escrituras sempre representa o mundo com toda a sua concupiscência e orgulho. Desde já podemos discernir aqui as pretensões à unidade que no futuro se manifestarão na Babilônia religiosa, a falsa igreja de Apocalipse 17 e 18. O homem quer equiparar-se a Deus, unindo suas forças e trabalhando para sua própria glória. “Tornemos célebre o nosso nome…” Mas em outra passagem vemos qual é a resposta de Deus à ridícula provocação dos homens unidos contra Ele: “Ri-se aquele que habita nos céus; o Senhor zomba deles” (Salmo 2:4; veja também Isaías 8:9). O Senhor confunde a linguagem dos homens de Babel e dispersa a todos (vv. 7 e 8).

Em contraste,o Novo Testamento nos apresenta “a Igreja do Deus vivo”, que foi fundada por Cristo e formada pelo Espírito Santo (1 Timóteo 3:15; Mateus 16:18). No dia de Pentecostes as línguas foram dadas aos apóstolos para que as “grandezas de Deus” se manifestassem, pela graça, a todas as nações outrora dispersas (Atos 2:11). E depois vemos no capítulo 5 de Apocalipse a multidão dos redimidos que circundam o trono do Cordeiro, composta “de toda tribo, língua, povo e nação” (v. 9).

Os versículos 10 a 26 apresentam a linhagem de Sem, a qual encontraremos novamente na genealogia do Senhor Jesus (Lucas 3:36).

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