E ABENÇOOU Deus a Noé e a seus filhos, e disse-lhes: Frutificai e multiplicai-vos e enchei a terra.

Gênesis 9:1-19 (leia aqui)

A terra foi purificada por completo das conseqüências do pecado. Mas a raiz do mal ainda está neste coração humano, que nem todas as águas do dilúvio poderiam purificar.

Deus abençoa o patriarca e sua família e confia-lhes o governo da terra. Como responderão os descendentes de Noé a esta benevolência divina? Do mesmo jeito que Caim no capítulo 4: derramando sangue! Deus então anuncia que a violência reaparecerá. Sim, o sangue do próprio Filho de Deus será derramado e somente este sangue será capaz de purificar o coração do homem.

A terra está entregue ao homem que desde então a tem governado rudemente. Sob seu fardo “toda a criação, a um só tempo, geme e suporta angústias até agora” (Romanos 8:22).

Como sinal de Sua aliança, Deus põe nas nuvens o arco-íris. A sua aparição é ainda hoje, quando de uma repentina chuva, o sinal da graça de Deus e a recordação da promessa do versículo 15.

O mesmo ocorre com o cristão, no sentido espiritual. Em meio a todas as tempestades da vida aqui na terra, ele tem o privilégio de, pela fé, elevar os seus olhos para o Deus eterno, sim, para um Deus que é fiel às Suas promessas. A presença de Cristo à destra de Deus (Hebreus 9:12; 10:12) fala uma linguagem mais forte que o arco-íris: para o filho de Deus, ela é uma constante lembrança de um juízo ainda mais terrível que o dilúvio, e do qual ele escapou para sempre.

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