E durou o dilúvio quarenta dias sobre a terra, e cresceram as águas e levantaram a arca, e ela se elevou sobre a terra.

Gênesis 7:17-24 – 8:1-5 (leia aqui)

Deus, finalmente, chegou ao fim de Sua paciência. As ondas de Seu juízo foram derramadas sobre a terra. À parte da arca que estava sendo construída, ninguém teria previsto o que aconteceria. Tudo parecia correr muito bem. O mundo continuava no seu ritmo de sempre. Comiam e bebiam, casavam e davam-se em casamento. Nada perceberam, diz o Senhor Jesus, até quando veio o dilúvio e os levou a todos (Mateus 24:37-39). Um destino igualmente terrível atingirá os que permanecem indiferentes aos convites da graça de Deus. E este relato, registrado na Palavra de Deus e enfatizado posteriormente pelo próprio Senhor Jesus, constitui a advertência mais solene para que coloquemos nossa vida em ordem com Deus. Cada pessoa é hoje convidada a tomar o seu lugar na arca. Em outras palavras: a buscar em Cristo um abrigo da ira de Deus. E se, porventura, já possuímos nEle este lugar de absoluta segurança, nunca esqueçamos que Ele passou pelas terríveis águas do juízo de Deus em nosso lugar. “Todas as tuas ondas e vagas passaram sobre mim” (Salmo 42:7).

Em meio a esta catástrofe sem igual, Noé e sua família desfrutavam perfeita paz. Quer as águas subam, quer abaixem, a arca não naufragaria. Tampouco naufragará o crente que permanece em Cristo.

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