… te tenho proposto a vida e a morte, a bênção e a maldição; escolhe, pois, a vida, para que vivas, tu e a tua semente (Deuteronômio 30:19).

Meditações sobre o livro de Deuteronômio (Leia Deuteronômio 30:15-20 – 31:1-6)

Mais uma vez aqui chegamos a uma encruzilhada (11:26). Apenas dois caminhos estão diante de Israel, e de todas as pessoas: um leva à vida e ao bem; o outro, cheio de atrações desde o começo, conduz inevitavelmente, à morte e ao mal (v. 15. 19; Jeremias 21:8). Caro leitor, a escolha é sua. Ninguém pode decidir em seu lugar e você tem o total conhecimento dos fatos. Preste atenção à doce voz que sussurra em seus ouvidos: “Este é o caminho, andai por ele” (Isaías 30:21).

Moisés está com cento e vinte anos. Ele também teve de fazer uma escolha, oitenta anos antes. Ele recusou a honra, riqueza e prazeres da corte de Faraó, preferindo “ser maltratado junto com o povo de Deus” e carregar “o opróbrio de Cristo” (Hebreus 11:25,26). Estando absolutamente convicto de não ter cometido um erro, ele pode agora insistir com Israel e com todos os que ainda não se decidiram: “Ei, escolham a vida”. Jesus é o caminho, a verdade e a vida (João 14:6). Escolher a vida é escolher ao próprio Senhor. Ele deseja nossa felicidade. Querido leitor, escolha a vida, escolha o Senhor Jesus! Hoje é o dia, pois o amanhã não pertence a você!

Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br

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Recomenda estas coisas. Dá testemunho solene a todos perante Deus, para que evitem contendas de palavras que para nada aproveitam, exceto para a subversão dos ouvintes.

2 Timóteo 2:14-26

Quando tudo vai bem, quando a obra é próspera, o obreiro não tem motivos para se envergonhar perante os homens (1:8, 12, 16). Em troca, quando o testemunho está em ruína, é difícil escapar deste senso de vergonha. Mas que importa o menosprezo do mundo, se somos aprovados por Deus (v. 15)? Este capítulo traça uma linha de conduta que nos permite estar seguros dessa aprovação em todas as circunstâncias. Dali, onde a incredulidade e a corrupção dominam, o cristão fiel se aparta. Quanto ao seu relacionamento com os indivíduos, ele se purifica; quanto às cobiças, ele as evita; quanto ao bem, ele o segue; quanto aos crentes, os busca, une-se a eles e com eles rende culto a Deus. Na prática, os vv. 19 a 22 têm levado queridos filhos de Deus a apartar-se dos diversos sistemas religiosos da cristandade e simplesmente reunir-se em volta do Senhor para adoração.

Ouvimos um “foge” e um “segue” na primeira epístola (6:11). Que o Senhor grave no coração de todos os crentes o v. 22! Não esqueçamos, contudo, que, assim como devemos ser firmes com relação à verdade e a seus princípios, também devemos suportar as pessoas e manifestar-lhes brandura e mansidão (vv. 24-25; Efésios 4:2).

Extraído do “Guia Devocional do Novo Testamento” – literatura@terra.com.br

DEPOIS disse o Senhor a Noé: Entra tu e toda a tua casa na arca, porque tenho visto que és justo diante de mim nesta geração.

Gênesis 7:1-16 (leia aqui)

Noé não somente tinha obedecido a Deus construindo a arca, mas ao fazê-lo segundo cada detalhe que Deus havia ordenado (6:22). Agora ele obedece entrando na arca no momento em que a ordem é dada (v. 5). A nossa segurança está na obediência a Deus. Noé, um homem de fé, pôde experimentar, de forma literal, o Salmo 32:6.

O versículo 16 nos faz lembrar de outra porta, a porta da graça, que continua aberta hoje. Mas por quanto tempo ainda? “E fechou-se a porta”, menciona solenemente Mateus 25:10. Leitor, de qual lado da porta você estará? Dentro, com Jesus e os Seus? Ou do lado de fora, com aqueles que em vão baterão à porta e aos quais o Senhor terá de responder: “Não sei donde vós sois” (Lucas 13:27)? Notemos que é o próprio Deus quem fecha a porta após Noé, sua família e todos os animais. Mesmos que quisesse, Noé não poderia mais abri-la para quem quer que fosse. Agora que Deus havia provido um meio de salvação, abrigou os Seus e fechou a porta da arca, Ele pôde abrir as comportas do céu.

Do ponto de vista profético, Noé e sua família representam o remanescente de Israel, o qual, depois do arrebatamento da Igreja (representada em Enoque), atravessará a salvo a grande tribulação e será introduzido no novo mundo do reino milenar.

“…E serás chamado por um nome novo, que a boca do Senhor designará.” (Isaías 62.2)

Aquele que usa o nome do Senhor com o coração purificado e cheio de fé experimentará que desta maneira Satanás é enxotado como um raio. Nenhum poder do inimigo pode resistir diante desse nome precioso. Abrão esteve muito tempo sozinho com sua mulher Sarai. Eles creram na Palavra de Deus. Deus lhes havia dado a promessa e queria fazer deles uma grande nação. Eles esperaram décadas e continuaram obedientes confiando no seu Deus. Então chegou o momento em que Deus pôde renová-los. Ele falou a Abrão: “Abrão já não será o teu nome, e, sim, Abraão”. Em outras palavras: “Agora você ainda é um só, mas eu o multiplicarei por milhões”. Quando a Palavra de Deus penetra em nós e quando obedecemos pela fé ignorando todas as evidências em contrário, assim como fez Abraão, agindo como o Senhor deseja: “…anda na minha presença, e sê perfeito”, então o Senhor nos transformará e não mais estaremos sozinhos. Mas o maravilhoso é que Deus não toma só a Abrão e faz dele um Abraão, Ele transformou também a Sarai, dando-lhe o nome de Sara. Para Deus o matrimônio é um todo. A estrutura que Deus deseja para o matrimônio é que homem e mulher andem juntos, e os dois andem com o Senhor!

Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)