Antes de tudo, pois, exorto que se use a prática de súplicas, orações, intercessões, ações de graças, em favor de todos os homens,

1 Timóteo 2:1-15

O apóstolo, antes de expressar todas as coisas das quais vai escrever a Timóteo (3:14; 4:6 e 11), menciona a oração sob todas as suas distintas formas. Eis como começa todo o serviço cristão. O desejo de Deus de salvar, a obra de Cristo e as nossas orações abarcam todos os homens. O nosso dever é orar por todos sem restrição, porque Deus quer que todos sejam salvos e porque Jesus Cristo a Si mesmo se deu em resgate por todos. É nosso privilégio orar pelas multidões que não sabem orar.

De certa maneira, depende dos que “se acham investidos de autoridade” que possamos levar uma vida tranqüila e mansa. Peçamos a Deus que nos assegure isso por intermédio deles, não para desperdiçá-la à mercê de nossos desejos pecaminosos, mas sim para estar mais livres para a obra de evangelização dos pecadores (ver Esdras 6:10).

Os irmãos, inclusive os mais jovens, são chamados a orar “em todo lugar” e publicamente na igreja. As irmãs, por outro lado, devem guardar silêncio. Contudo, por meio de sua atitude e de seu modesto traje, podem testemunhar mais poderosamente do que através de palavras. As conseqüências da queda no Éden (Gênesis 3:16) permanecem para a mulher, mas a fé, o amor, a santidade e a modéstia ainda testemunham ao mundo libertação e bênção.

Extraído do “Guia Devocional do Novo Testamento” – literatura@terra.com.br

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