Paulo, Silvano e Timóteo, à igreja dos tessalonicenses, em Deus, nosso Pai, e no Senhor Jesus Cristo, graça e paz a vós outros, da parte de Deus Pai e do Senhor Jesus Cristo. Irmãos, cumpre-nos dar sempre graças a Deus no tocante a vós outros, como é justo, pois a vossa fé cresce sobremaneira, e o vosso mútuo amor de uns para com os outros vai aumentando, a tal ponto que nós mesmos nos gloriamos de vós nas igrejas de Deus, à vista da vossa constância e fé, em todas as vossas perseguições e nas tribulações que suportais,

2 Tessalonicenses 1:1-12

As perseguições das quais os tessalonicenses eram vítimas lhes haviam aumentado a fé, fazendo-lhes abundar em amor e manifestar sua paciência. O que, pois, lhes faltava e por que o apóstolo julgou necessário dirigir-lhes esta segunda epístola? Aqui a esperança não é mencionada, tampouco o gozo do Espírito Santo (comparar 1 Tessalonicenses 1:3,6). Paulo coloca ante eles as verdades convenientes para reanimar estes sentimentos em seus corações. O triunfo de seus perseguidores e seus próprios sofrimentos não são mais que temporários: “O Senhor, Deus que dá a paga, certamente lhe retribuirá” (Jeremias 51:56). Esta “paga”, tanto dos fiéis como dos ímpios, ocorrerá no dia do Senhor. Está ligada à Sua gloriosa manifestação. A mesma penalidade – “eterna destruição” – alcançará os pagãos que voluntariamente permanecem na ignorância de Deus e aqueles que são cristãos só de nome mas “não obedecem ao evangelho” (v. 8). Ao mesmo tempo, os santos – “todos os que creram” – serão vistos na companhia do Senhor, associados à Sua admirável glória (v. 10; Mateus 13:43). Mas a vontade de Deus e a oração do apóstolo é que, desde já, o nome de nosso Senhor Jesus Cristo seja glorificado em cada um dos que Lhe pertencem.

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