TINHA Manassés doze anos de idade, quando começou a reinar, e cinqüenta e cinco anos reinou em Jerusalém.E fez o que era mau aos olhos do Senhor, conforme às abominações dos gentios que o Senhor lançara fora de diante dos filhos de Israel.Porque tornou a edificar os altos que Ezequias, seu pai, tinha derrubado; e levantou altares aos Baalins, e fez bosques, e prostrou-se diante de todo o exército dos céus, e o serviu. E edificou altares na casa do Senhor, da qual o Senhor tinha falado: Em Jerusalém estará o meu nome eternamente.

O reinado de Manassés quebrou dois recordes: foi o mais longo (cinqüenta e dois anos) e o mais ímpio. Por que durou tanto se o mal aos olhos de Deus o mal é intolerável? Sabemos a razão e ficamos maravilhados: a graça paciente de Deus. Não esqueçamos que a graça caracteriza os dois livros das Crônicas. O exemplo de Manassés nos ensina que Deus pode mudar o coração de qualquer pecador, por pior que seja. E essa história é a mais adequada em todas as Escrituras para nos encorajar a interceder por outras pessoas. Jamais desistamos de orar pensando que alguém está tão mergulhado no pecado que é impossível de ser salvo.

A história do reinado de Manassés em Israel também é profética. O nome desse rei significa “esquecimento” e ressoa a declaração do Senhor: “O meu povo se esqueceu de mim por dias sem conta” (Jeremias 2:32). A atual dispersão de Israel sob o jugo das nações é causada por esse esquecimento; mas, como no caso de Manassés, também será um meio de despertar a consciência e o coração desse povo.

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