Descansa no Senhor e espera nele. (Salmo 37.7)

A pessoa que em seu coração sempre se deixa influenciar de um lado para outro porque não consegue lançar todas as suas preocupações sobre Deus também não consegue esperar pelo Senhor de maneira adequada. Por favor, se aquiete e faça calar agora todas as outras vozes de seu interior; não ouça mais o que elas lhe dizem! Se somos pessoas muito emotivas, temos uma certa facilidade em desviar nossa atenção do alvo que é esperar pelo Senhor. Se você realmente virou as costas aos falsos deuses e resolveu servir ao Senhor, você nem consegue viver de outra maneira que não seja esperando pelo Senhor. Será que não é hora de você se afastar aqui e agora de tudo aquilo que obscurece a sua espera pela volta de Jesus? Só temos um curto prazo, pois o Senhor muito em breve virá. Todas as manifestações que acompanharão o juízo de Deus sobre esta terra já se fazem presentes. Tudo ao nosso redor se encontra em um processo de transformação. E, em meio a essa situação, o Senhor nos exorta com a maior seriedade em 2 Pedro 3.11: “Visto que todas essas cousas hão de ser assim desfeitas, deveis ser tais como os que vivem em santo procedimento e piedade.” João nos exorta para o mesmo comportamento usando outras palavras: “Filhinhos, agora, pois, permanecei nele, para que, quando ele se manifestar, tenhamos confiança e dele não nos afastemos envergonhados na sua vinda.”

Extraído do livro “Pérolas Diárias” (de Wim Malgo)

Tende sal em vós mesmos, e paz uns com os outros (Marcos 9:50).

O sal

O sal é eficiente de duas maneiras. Primeiro porque serve para retardar o processo de putrefação. Isso o tornou um agente muito útil para conservar gêneros alimentícios na antigüidade. A carne era salgada para se manter por mais tempo. A segunda e mais primordial propriedade é que ele intensifica o sabor dos alimentos. Ele ressalta as qualidades daquilo que ingerimos. Em sentido figurado, ambas as características do sal podem ser aplicadas à vida espiritual.

O mal tem de ser condenado e evitado. Isso envolve julgarmos a nós mesmos. Seja qual for o pecado que tenhamos cometido e tenhamos consciência dele, Deus, nosso Pai, requer confissão de nossos erros. Se fizermos isso, Ele nos garante o perdão. O autojuízo também acarreta a condenação dos impulsos e ditames da velha natureza antes que se tornem pensamentos, palavras ou atos pecaminosos.

O que é bom e benéfico tem de ser cultivado. Precisamos de en corajamento para fazermos o que é bom. “Tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai” (Filipenses 4:8). Essa atitude irá produzir em nós as mesmas características do Senhor Jesus. Ele permaneceu intocado pelo mal e sempre fez aquilo que era bom. Além disso, estaremos em paz com os demais. Ter sal em nós é uma decisão diária. Que o Senhor nos conceda a força necessária para prosseguirmos nesse caminho!

Extraído do devocional “Boa Semente” – literatura@terra.com.br

Pelo que, não podendo suportar mais o cuidado por vós, pareceu-nos bem ficar sozinhos em Atenas;e enviamos nosso irmão Timóteo, ministro de Deus no evangelho de Cristo, para, em benefício da vossa fé, confirmar-vos e exortar-vos, a fim de que ninguém se inquiete com estas tribulações. Porque vós mesmos sabeis que estamos designados para isto;

1 Tessalonicenses 3:1-10

Duas vezes Satanás impediu que Paulo voltasse a Tessalônica (2:18). Deus permitiu esta situação para que fossem manifestados tanto os afetos do apóstolo como a fidelidade dos tessalonicenses. Então “o tentador” (v. 5), utilizando outra arma, suscitou contra eles grandes tribulações. Paulo lhes havia advertido que não só essas provas eram inevitáveis, mas que os tessalonicenses estavam “designados para isto” (v. 3; João 15:20; 16:33). Por essa razão, Paulo permanecia indiferente? Pelo contrário! O que lhe preocupava não eram as tribulações dos tessalonicenses, mas sim a firmeza da fé que eles cultivavam (1 Tessalonicenses 3:2, 5-7,10). Esta é uma lição para nós, que facilmente nos detemos diante das circunstâncias exteriores – como dificuldades materiais, enfermidades etc. – e perdemos de vista o estado interior do crente! “Não podendo suportar mais” (vv. 1, 5), o apóstolo enviou Timóteo para fortalecê-los e animá-los. Paulo foi consolado e regozijou-se em meio de sua própria tribulação como conseqüência das notícias recebidas. Porque longe de abalar a fé desses jovens crentes, a prova a havia fortalecido. Do mesmo modo, os climas mais severos geralmente forjam as raças mais resistentes. Uma vez mais, Satanás havia feito uma obra enganosa para si, segundo Provérbios 11:18: “O perverso recebe um salário ilusório”.

E perguntou Ezequias aos sacerdotes e aos levitas acerca daqueles montões.E Azarias, o sumo sacerdote da casa de Zadoque, lhe respondeu, dizendo: Desde que se começou a trazer estas ofertas à casa do Senhor, temos comido e temos fartado, e ainda sobejou em abundância; porque o Senhor abençoou ao seu povo, e sobejou esta abastança.

2 Crônicas 31:9-21 (leia aqui)

O rei questionou os sacerdotes e levitas sobre aqueles “montões”. Da mesma maneira o Senhor toma nota de tudo o que é dado (e o que não é dado) a Ele. Pode ser pouco – cinco pães e dois peixes -, mas Ele pode fazer isso abundar. E, mesmo depois de todos estarem satisfeitos, sempre haverá sobras (v. 10; João 6:12; Malaquias 3:10). Nada do que Deus nos dá é para ser desperdiçado ou estragado.

Administradores são designados para gerenciar as ofertas. Um grupo fica a cargo da estocagem dos suprimentos, enquanto outros com fidelidade distribuem as porções a seus irmãos (v. 15). “Além disso”, diz o apóstolo, “o que se requer dos despenseiros é que cada um deles seja encontrado fiel” (1 Coríntios 4:2). O próprio Paulo deu o exemplo disso quando foi pessoalmente a Jerusalém distribuir os resultados de uma coleta (Romanos 15:25-26; 1 Coríntios 16:3-4). E tal fidelidade é essencial também quando se trata do alimento espiritual para o povo de Deus.

Ezequias fez o que era bom, reto e verdadeiro. E o fez “de todo coração”. Isso resume o trabalho dele. Que ao final de nossa vida neste mundo essa seja também a avaliação de Deus sobre tudo o que realizamos aqui!