ASSIM se acabou toda a obra que Salomão fez para a casa do Senhor; então trouxe Salomão as coisas que seu pai Davi havia consagrado, a prata, o ouro e todos os objetos, e pô-los entre os tesouros da casa de Deus.

2 Crônicas 5:1-14 (leia aqui)

A magnífica casa está completa. No entanto, está faltando o principal objeto: a arca da Aliança. A introdução dela no “seu lugar, no santuário mais interior do templo, no Santo dos Santos, debaixo das asas dos querubins” (v. 7) atrai nossos olhos para Jesus, sentado nos lugares celestiais, exaltado pelo próprio Deus, o centro do louvor universal, enchendo os céus e a terra com Sua glória. Ele é o objeto da admiração dos anjos (o querubim: 1 Timóteo 3:16) e da adoração do Seu abençoado povo: um som, mas vários instrumentos (v. 13). Há uma só canção: uma nova canção, entoada pela multidão dos redimidos, cada um participando com sua nota individual, mas todos em perfeita harmonia.

Dos três objetos que a arca continha – o maná, a vara de Arão e as tábuas da aliança -, restavam apenas os últimos (v. 10). Durante a jornada dos israelitas no deserto, Deus lhes deu o maná e conduziu o povo a Si mesmo por meio do sacerdote. Agora a arca estava em Sião, o lugar de descanso de Deus, que cumprira Sua promessa. E Ele mesmo, baseado na nova aliança garantida pelas tábuas, descansa em Seu amor no meio do povo redimido (Sofonias 3:17).

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