Sucedeu, pois, que Davi e os anciãos de Israel, e os capitães dos milhares, foram, com alegria, para fazer subir a arca da aliança do Senhor, da casa de Obede-Edom.

1 Crônicas 15:25-29 e 16:1-6 (leia aqui)

Os versículos 24 e 25 do Salmo 68 aludem à festa que está acontecendo diante de nossos olhos aqui: “Viu-se, ó Deus, o teu cortejo, o cortejo do meu Deus, do meu Rei, no santuário (o cortejo do Filho de Deus representado pela arca)… Os cantores iam adiante, atrás, os tocadores de instrumentos de cordas”. Porém, é mais precisamente no Salmo 132 que podemos entrar na mente de Davi nessa ocasião solene. A entrada da arca em seu descanso estava inteiramente de acordo com o mais profundo desejo do coração do rei (Salmo 132; 3-5, 8).

Que possamos maravilhar-nos ao pensar no descanso celestial no qual o Senhor Jesus entrou. Ao contemplar a cena deste capítulo, note quão além vão as promessas divinas do belo Salmo 132: “Vestirei de salvação os seus sacerdotes, e de júbilo exultarão os seus fiéis” (132:16; compare com 1 Crônicas 15:17, 28). “Abençoarei com abundância o seu mantimento e de pão fartarei os seus pobres” (16:3 e Salmo 132:15).

Cada redimido do Senhor é chamado para expressar sua alegria e louvor agora mesmo, sem esperar pelo tempo do descanso celestial. Nesse mundo possuímos um centro de reunião: Cristo. Estamos aqui para ministrar, recordar, agradecer e louvar (v. 4) tanto ao Pai quanto ao Filho.

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