E foram porteiros: Salum, Acube, Talmom, Aimã, e seus irmãos, cujo chefe era Salum.

1 Crônicas 9:17-34 (leia aqui)

Outros levitas são mencionados no capítulo 9: os porteiros. A função deles era muito importante. Pode ser resumida em um breve comando do qual o Senhor nos lembra em uma parábola: “Ao porteiro [o mestre] ordena que vigie” (Marcos 13:34).

Vigiar os vasos e utensílios, os sacrifícios, as comidas, o acesso à Casa! No Novo Testamento, esse serviço correspondia ao serviço dos supervisores, pastores ou anciãos. Eles eram os que, em especial tinham – e ainda têm – de cuidar das almas e manter a sã doutrina nas congregações. É uma posição de honra e confiança, pela qual terão de prestar contas no retorno do Senhor!

Esses porteiros descendiam de Corá, o rebelde (Números 16). Mas preferiram estar à porta da casa do Senhor a “permanecer nas tendas da perversidade” como o pai deles fez. Lembremos do belo Salmo 84 composto pelos filhos de Corá: “Quão amáveis são os teus tabernáculos, SENHOR dos Exércitos!… um dia nos teus átrios vale mais que mil” (vv. 1, 10). A quem o Senhor confia o cuidado de Sua Casa, de Sua Assembléia? Aos que estão unidos a Ele e O amam (João 21:15-17).

OS filhos de Levi foram: Gérson, Coate e Merari,

1 Crônicas 6:1-3 e 48-65 (leia aqui)

Este capítulo é voltado para os filhos de Levi e os sacerdotes, os filhos de Arão. É a contrapartida do capítulo três, onde tínhamos os reis. Trata-se das famílias privilegiadas em Israel! Porém, quando observamos o povo de Deus hoje, tais funções são o serviço de todo crente. O apóstolo Pedro nos lembra disso: “Vós, porém, sois raça eleita, sacerdócio real… a fim de proclamardes as virtudes daquele que vos chamou das trevas para a sua maravilhosa luz” (1 Pedro 2:9; Apocalipse 1:6). O duplo serviço do cristão é trazer nossos louvores ao Senhor e proclamar Suas virtudes aos outros. Os levitas no lembram disso. Alguns apontam para o canto (vv. 31-33). Outros servem na casa de Deus sob a direção de Arão e seus filhos (vv. 48-49).

Nos capítulos 7 e 8 estão as genealogias de Issacar, Benjamin, Naftali e da outra meia-tribo de Manassés, e, por fim, de Efraim e Aser. Perceba a negligência de Naftali, uma tribo tão pouco preocupada e atenta com seus privilégios que a história toda deles se resume a um único breve versículo no livro de Deus (7:13). E aproveitamos esta oportunidade para enfatizar o interesse que devemos ter pela história da Igreja e pela memória daqueles que foram líderes fiéis, pois, em grande parte, somos herdeiros espirituais e altamente responsáveis pelo legado que deixaram.

QUANTO aos filhos de Rúben, o primogênito de Israel (pois ele era o primogênito; mas porque profanara a cama de seu pai, deu-se a sua primogenitura aos filhos de José, filho de Israel; de modo que não foi contado, na genealogia da primogenitura,

Crônicas 5:1-26 (leia aqui)

O capítulo cinco fala sobre os filhos de Rúben, de Gade e da meia tribo de Manassés. Mais preocupadas com o próprio bem-estar do que com a posse da terá prometida, essas tribos se estabeleceram do outro lado do Jordão. A falta de fé, de perseverança e sua visão materialista estão claramente demonstradas. Mas aqui (com exceção do versículo 25, cuja inclusão é necessária para a compreensão da história), é comovente perceber como a Palavra de Deus novamente reconta apenas as boas coisas que são possíveis dizer sobre elas. Em especial são enfatizadas a coragem e a confiança dessas tribos.

O coração de Deus é sempre o mesmo. Falando com o Pai sobre Seus temerosos discípulos, que iriam abandoná-Lo poucos momentos depois, o Senhor Jesus pôde dizer: “Eles têm guardado a tua palavra… e creram que tu me enviaste” (João 17:6-8). Esse é o amor de nosso querido Salvador! Ali, no lugar onde vemos somente ruínas e miséria, Ele descobre algo que O agrada! Antes de julgarmos, antes de expormos nossas críticas, lembremos a maneira que o Senhor fala dos Seus na ausência destes. E imitemos o perfeito Exemplo!

QUANTO aos filhos de Rúben, o primogênito de Israel (pois ele era o primogênito; mas porque profanara a cama de seu pai, deu-se a sua primogenitura aos filhos de José, filho de Israel; de modo que não foi contado, na genealogia da primogenitura,

1 Crônicas 4:21-43 (leia aqui)

Ainda entre os filhos de Judá, após reis e pessoas ricas e honradas como Jabez, vemos simples artesãos (vv. 14, 21-23). Eles eram artífices que trabalhavam com linho e tecidos, oleiros e jardineiros. A situação deles era muito humilde, mas os privilégios que tinham eram grandes, pois “moravam ali com o rei para o servirem”. É melhor evitarmos buscar uma posição elevada para nós neste mundo, se o Senhor não nos chamou expressamente para isso. Entre o povo de Deus não há muitos “sábios segundo a carne, nem muitos poderosos, nem muitos de nobre nascimento” (1 Coríntios 1:26; Jeremias 45:5). Toda posição importante necessariamente traz consigo responsabilidades absorventes, que em geral deixam pouco tempo para o Senhor, Sua Palavra e Seu serviço. Portanto, tenhamos cuidado de não escolher ocupações que nos impeçam de habitar com o Rei, nem de fazer Sua obra.

A tribo de Simeão foi objeto de severo julgamento por causa da violência de seu cabeça (Gênesis 49:5-7) e da idolatria em Baal-Peor (Números 25:14). Mas aqui, de acordo com o propósito do livro, são mostrados os bons resultados alcançados pela graça. Essa tribo alargou suas fronteiras e conquistou brilhantes vitórias.

Os filhos de Selá, filho de Judá: Er, pai de Leca, e Lada, pai de Maressa, e as famílias da casa dos que fabricavam linho fino, em casa de Asbéia

1 Crônicas 3:1-14 e 4:9-10 (leia aqui)

Há outra razão para o registro de tais genealogias: quando o Messias viesse, a pergunta “De quem ele é filho?” precisaria necessariamente de uma resposta incontestável. Ao voltar na linha do tempo, vemos Deus separando os seguintes homens do meio da raça humana: a família de Abraão; a partir dele a tribo de Judá e mais tarde ainda, do meio dessa tribo, a linhagem real de Davi. Esse e o tema do capítulo três. E podemos analisar com que cuidado e atenção Deus seguiu, de geração a geração, a linha que resultaria na aparição de “Jesus, que se chama o Cristo” (Mateus 1:16).

A breve história de Jabez, que era mais honrado que seus irmãos, está incluída na lista dos filhos de Judá. Sentindo o peso do arrependimento por causa do pecado, esse homem clama para que o Senhor remova o mal do caminho. A oração dele é respondida. Consideremos os quatro pedidos que ele fez e o imitemos em sua ousadia: 1º) para desfrutarmos de abundantes bênçãos espirituais; 2º) para que nossa compreensão seja aumentada e nosso coração seja preenchido com sabedoria; 3º) para que a “mão do Senhor” esteja sobre tudo o que fizermos e 4º) para sermos guardados do pecado e da tentação (Mateus 6:13).

Quanto ao mais dos atos de Jeroboão, como guerreou, e como reinou, eis que está escrito no livro das crônicas dos reis de Israel.

1 Crônicas 3:1-14 e 4:9-10 (leia aqui)

Há outra razão para o registro de tais genealogias: quando o Messias viesse, a pergunta “De quem ele é filho?” precisaria necessariamente de uma resposta incontestável. Ao voltar na linha do tempo, vemos Deus separando os seguintes homens do meio da raça humana: a família de Abraão; a partir dele a tribo de Judá e mais tarde ainda, do meio dessa tribo, a linhagem real de Davi. Esse e o tema do capítulo três. E podemos analisar com que cuidado e atenção Deus seguiu, de geração a geração, a linha que resultaria na aparição de “Jesus, que se chama o Cristo” (Mateus 1:16).

A breve história de Jabez, que era mais honrado que seus irmãos, está incluída na lista dos filhos de Judá. Sentindo o peso do arrependimento por causa do pecado, esse homem clama para que o Senhor remova o mal do caminho. A oração dele é respondida. Consideremos os quatro pedidos que ele fez e o imitemos em sua ousadia: 1º) para desfrutarmos de abundantes bênçãos espirituais; 2º) para que nossa compreensão seja aumentada e nosso coração seja preenchido com sabedoria; 3º) para que a “mão do Senhor” esteja sobre tudo o que fizermos e 4º) para sermos guardados do pecado e da tentação (Mateus 6:13).

ESTES são os filhos de Israel: Rúben, Simeão, Levi, Judá, Issacar e Zebulom;

1 Crônicas 2:1-24 (leia aqui)

Não devemos olhar para essa lista de nomes com a ordem e precisão exigida, por exemplo, por um registro governamental. Aqui, como sempre, a Palavra de Deus não serve para satisfazer a curiosidade humana. Omissões, substituições e variações são encontradas em muitos desses capítulos, com o único propósito de cumprir os desígnios do Espírito de Deus. E quais são esses desígnios? Por que longas genealogias são tão difíceis de se ler? Em primeiro lugar, é importante estabelecer os direitos das famílias israelitas às promessas feitas a Abraão. Cada israelita seria capaz de rastrear suas origens e clamar seus direitos hereditários por meio delas. Infelizmente, sabemos que na época de nosso Senhor os judeus se vangloriavam de ter Abraão como pai, ao mesmo tempo que se recusavam a reconhecer Aquele que era antes de Abraão (João 8:58).

Tendo recebido a vida divina a partir do novo nascimento, o cristão se torna parte da família de Deus. A descendência terrena dele é insignificante, pois Deus se tornou seu Pai em Cristo. Assim ele pode exclamar: “Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus” (1 João 3:1).