ESTES são os filhos de Israel: Rúben, Simeão, Levi, Judá, Issacar e Zebulom;

1 Crônicas 2:1-24 (leia aqui)

Não devemos olhar para essa lista de nomes com a ordem e precisão exigida, por exemplo, por um registro governamental. Aqui, como sempre, a Palavra de Deus não serve para satisfazer a curiosidade humana. Omissões, substituições e variações são encontradas em muitos desses capítulos, com o único propósito de cumprir os desígnios do Espírito de Deus. E quais são esses desígnios? Por que longas genealogias são tão difíceis de se ler? Em primeiro lugar, é importante estabelecer os direitos das famílias israelitas às promessas feitas a Abraão. Cada israelita seria capaz de rastrear suas origens e clamar seus direitos hereditários por meio delas. Infelizmente, sabemos que na época de nosso Senhor os judeus se vangloriavam de ter Abraão como pai, ao mesmo tempo que se recusavam a reconhecer Aquele que era antes de Abraão (João 8:58).

Tendo recebido a vida divina a partir do novo nascimento, o cristão se torna parte da família de Deus. A descendência terrena dele é insignificante, pois Deus se tornou seu Pai em Cristo. Assim ele pode exclamar: “Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus” (1 João 3:1).

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