Também o capitão-da-guarda tomou a Seraías, primeiro sacerdote, e a Sofonias, segundo sacerdote, e aos três guardas do umbral da porta.

2 Reis 25:18-30 (leia aqui)

Os dois livros dos Reis chegam ao fim (no original hebraico são um só livro). Eles começam com a glória do rei de Israel; terminam com a glória do rei da Babilônia. Começam com a construção do templo; terminam com a destruição do mesmo. Começam com a ascensão do primeiro sucessor de Davi ao trono de Jerusalém (1 Reis 1); terminam com o último descendente sendo encarcerado em uma prisão da Babilônia. Entre o começo e o final, capítulo após capítulo, testemunhamos uma terrível decadência. E isso sempre acontece com tudo o que é confiado ao ser humano! O fato incontestável é que o coração dos homens é corrupto e incurável. E Ezequiel, cuja voz foi ouvida no período do cativeiro, confirma isso com sua marcante declaração: “Quão fraco é o teu coração, diz o SENHOR Deus, fazendo tu todas estas coisas” (Ezequiel 16:30).

Ver uma pequena esperança de restauração nesses últimos versículos traz um pouco de consolo. Deus mostra que Sua obra ainda não se encerrou. A última palavra será Sua, quando depois do fracasso de todos esses reis, Cristo, o Filho de Davi e o verdadeiro Rei de Israel, aparecer no futuro

Anúncios

E SUCEDEU que, no nono ano do seu reinado, no mês décimo, aos dez do mês, Nabucodonosor, rei de Babilônia, veio contra Jerusalém, ele e todo o seu exército, e se acampou contra ela, e levantaram contra ela trincheiras em redor.

2 Reis 25:1-17 (leia aqui)

Exasperado pelo espírito rebelde dos reis de Judá, Nabucodonosor sobe pela terceira vez contra Jerusalém, a cerca e a subjuga depois de um sítio de mais de um ano. E dessa vez não houve piedade para a cidade orgulhosa. Começando com o templo, ela foi totalmente destruída pelo fogo. Os muros são demolidos, os habitantes são levados para o cativeiro. Zedequias sofre as cruéis conseqüências de sua obstinação. Poucas pessoas são deixadas no país.

Então os caldeus descarregam seu ódio contra o templo, o que para eles simboliza o espírito de resistência dos judeus. Não satisfeitos em queimá-lo, eles o despedaçam e levam os poderosos pilares de bronze, o mar e suas bases, e o restante dos utensílios sagrados. Por que os versículos 16 e 17 repetem os detalhes da decoração dos pilares exatamente no momento em que eles desaparecerão? Sem dúvida, é por uma razão bem dolorosa: para o povo seria a última visão de um objeto amado ao qual o coração deles estaria ligado até o final! Quão belos esse pilares eram, símbolos da estabilidade e força que a partir daquele instante o Senhor estava retirando de um povo desobediente e rebelde (1 Reis 7:21).