NOS seus dias subiu Nabucodonosor, rei de Babilônia, e Jeoiaquim ficou três anos seu servo; depois se virou, e se rebelou contra ele.

2 Reis 24:1-20 (leia aqui)

De acordo com a profecia de Isaías 10, o poder assírio foi aniquilado. Sobre suas ruínas, estabeleceu-se o império babilônico, englobando virtualmente todo o mundo antigo, incluindo o Egito, e por causa disso ficou conhecido como o primeiro grande império dos gentios. Foi um marco na história mundial. Israel foi dispersado; deixou de ser o centro do governo de Deus sobre a terra. O governo agora foi passado às mãos dos gentios (povos não-judeus) e esse período, chamado de tempo dos gentios, está prestes a começar. É o que vigora ainda hoje.

Jeoaquim, rei de Judá, também feito vassalo de Nabucodonosor, se rebela após três anos, e seu filho Joaquim (ou Jeconias), que o sucede, segue o mesmo caminho. Então acontece a primeira transportação de Judá para Babilônia. Um miserável fim! Mesmo nesse momento, há uma última oportunidade para o pobre povo escapar da deportação. Como governante supremo, Nabucodonosor coloca no trono o terceiro filho de Josias, Zedequias. Mas este não age de modo diferente dos demais. A completa cegueira dos últimos três reis de Judá é ainda mais imperdoável porque o profeta Jeremias não parou de lhes falar as palavras do Senhor durante seus reinados.

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