Também o rei derrubou os altares que estavam sobre o terraço do cenáculo de Acaz, os quais os reis de Judá tinham feito, como também o rei derrubou os altares que fizera Manassés nos dois átrios da casa do Senhor; e esmiuçados os tirou dali e lançou o pó deles no ribeiro de Cedrom.

2 Reis 23:12-23 (leia aqui)

Josias persevera em sua obra de purificação. E aqui, em meio aos túmulos dos sacerdotes ímpios, ele percebe outro túmulo. Era do homem de Deus que predisse os eventos que agora estavam ocorrendo. Ossos estavam enterrados ali, próximos uns dos outros, mas o destino eterno dos donos deles diferia. Em Sua vinda, o Senhor irá separar e ressuscitar dentre os mortos os corpos dos crentes que “dormem” (1 Tessalonicenses 4:13). Os outros serão deixados para a ressurreição da condenação.

Josias entendeu que, antes de celebrar a páscoa de maneira digna, toda a corrupção tinha de ser retirada da terra. Não há comunhão entre a adoração ao Deus santo e qualquer coisa associada aos ídolos (2 Coríntios 6:16-17). Se deseja ser chamado pelo Nome de Cristo, o crente é intimado a se separar da iniqüidade e a se purificar dos “vasos de desonra” (2 Timóteo 2:19). Pode ser doloroso se separar, se refrear, se purificar, e não há duvida de que isso resultará em acusações de orgulho e radicalismo. Mas é isso o que Deus requer de nós antes que façamos algum serviço para Ele. Note qual foi a maravilhosa conseqüência para Josias e o povo: “Nunca se celebrou tal páscoa como esta desde os dias dos juízes” (v. 22).

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