E assim Jeú destruiu a Baal de Israel.

2 Reis 10:28-36; 11:1-3 (leia aqui)

Jeú, como executor da vingança do Senhor, se assemelha ao Rei, o Valente (Cristo), ao qual o Salmo 45 é dirigido: “Amas a justiça e odeias a iniqüidade; por isso, Deus, o teu Deus, te ungiu com o óleo de alegria, como a nenhum dos teus companheiros” (v. 7; 9:6). “E nessa majestade cavalga prosperamente’ (v. 4; 9:16). “A tua destra te ensinará proezas. As tuas setas são agudas, penetram o coração dos inimigos do Rei” (vv. 4-5; 9:24). E, como conseqüência, o trono Lhe foi entregue, não por um período limitado de tempo (por quatro gerações, no caso de Jeú – v. 30), mas “para todo o sempre” (Salmo 45:6).

Infelizmente, o versículo 31 enfatiza um contraste e nos ensina uma severa lição: é possível demonstrar grande zelo por Deus, fazer coisas espetaculares que têm a aparência de atos de fé, e com tudo isso estar buscando tão-somente os próprios interesses.

O capítulo 11 nos leva ao reino de Judá, onde vemos a abominável Atalia, legítima filha de Acabe e Jezabel, assassinando seus próprios descendentes masculinos a fim de garantir para si mesma a coroa.

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